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quarta-feira, 21 de novembro de 2018

MAIS UM BANDIDO: Haddad vira réu por corrupção passiva e lavagem de dinheiro

Por sorte, os Brasileiros não deixaram os analfabetos elegerem mais um corrupto.
O ex-prefeito de São Paulo Fernando Haddad (2013/2016) virou réu em uma ação penal por corrupção passiva e lavagem de dinheiro. A denúncia do MP (Ministério Público do Estado) foi aceita parcialmente nesta segunda-feira (19) pelo juiz Leonardo Barreiros, da 5ª Vara Criminal da Barra Funda.
De acordo com o MP, Haddad teria pedido, entre abril e maio de 2013, por meio de João Vaccari Neto, então tesoureiro do PT, R$ 3 milhões da empreiteira UTC Engenharia para supostamente pagar dívidas de campanha com a gráfica de Francisco Carlos de Souza, conhecido como ‘Chicão Gordo’, ex-deputado estadual do PT.
A denúncia, que partiu de delações feitas na Operação Lava Jato, afirma que a empreiteira repassou R$ 2,6 milhões a Haddad. O magistrado, no entanto, não aceitou parte da acusação que imputava a Haddad o crime de quadrilha.
Em nota, Haddad disse que “a denúncia e mais uma tentativa de reciclar a já conhecida e descredibilizada delação de Ricardo Pessoa. Com o mesmo depoimento, sobre os mesmos fatos, de um delator cuja narrativa já foi afastada pelo STF, o Ministério Público fez uma denúncia de caixa 2, uma denúncia de corrupção e uma de improbidade. Todas sem provas, fundadas apenas na desgastada palavra de Ricardo Pessoa, que teve seus interesses contrariados pelo então prefeito Fernando Haddad. Trata se de abuso que será levado aos tribunais.”
Já segundo o advogado criminalista Luiz Flávio Borges D'Urso, defensor de Vaccari, seu cliente "jamais foi tesoureiro de campanha e nunca solicitou qualquer recurso para campanha de quem quer que seja". O advogado ainda disse que "o Sr Vaccari foi tesoureiro do partido (PT) e dessa forma solicitava doações legais somente para o partido, as quais eram realizadas por depósito em conta bancária do partido, com recibo e com prestação de contas às autoridades". Ele ainda concluindo dizendo que "jamais solicitou ou recebeu qualquer recurso em espécie para o PT, muito menos a título de propina. Quem eventualmente o acusa é um Delator, que nada prova, pois tratam-se de mentiras para obter diminuição de pena".


VEJA.COM
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segunda-feira, 22 de maio de 2017

Delcídio presta depoimento como testemunha de acusação contra Lula

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O ex-senador Delcídio Amaral presta depoimento ao juiz Sérgio Moro, na tarde desta segunda-feira (22), como testemunha de acusação do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, no processo em que ele é suspeito de receber propina na compra do terreno do Instituto Lula.
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As audiências do caso são retomadas após uma semana sem depoimentos relacionados a Operação Lava Jato.
Hoje, serão ouvidos, além do senador, o empresário da Toyo Setal, Augusto Ribeiro de Mendonça Neto e o ex-presidente da empreiteira Camargo Correa, Dalton Avancini.
Também são réus nesse processo o ex-presidente do grupo Odebrecht, Marcelo Odebrecht, o ex-ministro Antônio Palocci, o ex-assessor do ministro Branislav Kontic e mais quatro pessoas.  Eles são acusados de lavagem de dinheiro.

Esse caso tem audiências marcadas até, pelo menos, final de junho. Serão ouvidas dez testemunhas, entre elas estão o ex-presidente da Camargo Correa, Dalton Avancini; o ex-diretor de abastecimento da Petrobras, Paulo Roberto Costa; o ex-gerente de serviços, Pedro Barusco, e o ex-diretor da área internacional da estatal, Nestor Cerveró.

A denúncia  

Nesta ação penal é investigada a compra de um terreno, pela Odebrecht, que seria destinado à construção de uma nova sede para o Instituto Lula. Os procuradores também incluem na denúncia a compra de um apartamento vizinho ao local onde o petista mora, em São Bernardo do Campo (SP).
Depois de ouvidas as pessoas indicadas pelos procuradores, a Justiça Federal passa a colher os depoimentos das testemunhas de defesa. Foi neste processo em que o ex-presidente Lula indicou 87 pessoas para depor. A ação tem, ao todo, nove réus.

Triplex

O processo em questão é diferente do qual o ex-presidente prestou depoimento em Curitiba. Naquele processo Lula é acusado de receber como propina um triplex no Guarujá, litoral de São Paulo.
Todas as testemunhas, de acusação e defesa já foram ouvidas pelo juiz. Sentença pode vir em julho; prisão é incerta.
Agora, faltam as alegações finais do processo e a sentença final de Moro.

Paraná Portal


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FANTÁSTICO VAI ATÉ O INTERIOR DE GOIÁS, ONDE A HISTÓRIA DA "JBS" COMEÇOU E ENRIQUECEU NOS GOVERNOS LULA E DILMA

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De um pequeno açougue para um conglomerado de empresas dono de mais de 50 marcas. O Fantástico foi até Anápolis, no interior de Goiás, onde a história desse império construído pela família Batista começou. Mais precisamente em 1953, com o pai de Wesley e Joesley, Seu Zé Mineiro.
A JBS se transformou numa potência mundial a partir do governo Lula, impulsionada por financiamentos públicos, que, segundo "Joesley Batista", eram obtidos à base de propinas. Hoje, mais de 70% dos negócios da família estão fora do Brasil, a maioria nos Estados Unidos. Os irmãos Batista chegaram no país determinados a criar um império. E enquanto faziam isso se cercaram de luxo.



O Fantástico foi também até uma das fábricas, em Souderton, no estado da Pensilvânia. Lá, mais de mil funcionários produzem diferentes cortes de carne bovina, distribuída principalmente na costa leste do país. E em meio ao tsunami das delações no Brasil, normalidade.

G1 FANTÁSTICO
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sábado, 17 de setembro de 2016

SE CONDENADO, PENA MÍNIMA DE LULA DEVE CHEGAR A 35 ANOS DE PRISÃO

Ex-presidente tem sete acusações de corrupção passiva e 64 de lavagem de dinheiro. Ele ainda teria de devolver R$ 87,6 milhões à Petrobras, por danos.

O juiz Sérgio Moro deve receber ou rejeitar a denúncia na semana que vem, depois serão marcados depoimentos de testemunhas e réus. Foto:Nelson Almeida/AFP
O juiz Sérgio Moro deve receber ou rejeitar a denúncia na semana que vem, depois serão marcados depoimentos de testemunhas e réus. Foto:Nelson Almeida/AFP

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o ex-presidente da empreiteira OAS Léo Pinheiro estão sujeitos a penas de mais de 30 anos de cadeia caso o juiz da Operação Lava-Jato no Paraná, Sérgio Moro, atenda exatamente a todos os pedidos de condenação feitos pelo Ministério Público no caso do triplex. Levantamento do Correio, com base na denúncia, na legislação e na experiência de juízes, procuradores e professores de direito penal consultados, aponta que os dois serão os mais afetados por uma eventual condenação do magistrado.
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Para Lula, a pena mínima seria de 35 anos e 4 meses de cadeia, mais multa, além de pagamento de R$ 87,6 milhões por danos causados, valores destinados à Petrobras. Ele foi acusado de sete atos de corrupção passiva qualificada e majorada e 64 de lavagem de dinheiro. Em caso de condenação às penas máximas, o que é raro, segundo fontes ouvidas pelo jornal, a punição subiria para até 125 anos, 9 meses e 10 dias.

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Para o empreiteiro e ex-presidente da OAS, Léo Pinheiro, a pena mínima seria de 40 anos e 8 meses de cadeia, mais multa e pagamento de ressarcimento de danos de R$ 58 milhões à Petrobras — montante que deveria quitar conjuntamente com o ex-diretor da construtora Agenor Franklin de Medeiros. Léo foi denunciado por nove atos de corrupção ativa e 64 de lavagem de dinheiro. Se for punido no grau máximo da lei, as penas subiriam para 221 anos, 9 meses e 10 dias de cadeia. A esposa do ex-presidente, Marisa Letícia Lula da Silva, está sujeita a penas de 12 a 50 anos de prisão. O amigo e presidente do Instituto Lula, Paulo Okamoto, de 4 a 27 anos. A denúncia atinge mais três funcionários da OAS: Paulo Gordilho, Fábio Yonamine e Roberto Moreira.

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O juiz Sérgio Moro deve receber ou rejeitar a denúncia na semana que vem, depois serão marcados depoimentos de testemunhas e réus. A seguir, a acusação e a defesa escrevem as alegações finais. O magistrado dará sua sentença, absolvendo ou condenando os réus. No segundo caso, ele deve considerar uma série de fatores, explica coordenador do curso de direito da Fundação Getúlio Vargas (FGV) no Rio de Janeiro, Thiago Bottino.

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Do: Diário de Pernambuco
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