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terça-feira, 18 de outubro de 2022

MP Eleitoral recomenda reprovação de contas de Lula em 2018 e pede devolução de quase R$ 9 milhões

 



O Ministério Público Eleitoral (MPE) recomendou ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que a prestação de contas da campanha do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ao Palácio do Planalto em 2018 não seja aprovada. Além disso, o órgão sugeriu que o petista devolva aos cofres públicos R$ 8,8 milhões que foram aplicados de forma irregular, quase metade dos R$ 19,7 milhões que ele utilizou na campanha daquele ano.

As recomendações partiram do vice-procurador-geral Eleitoral, Paulo Gustavo Gonet Branco. Ele analisou um relatório produzido pela Asepa (Assessoria de Exame de Contas Partidárias) do TSE sobre a prestação de contas de Lula, que encontrou inconsistências como recebimento indireto de recursos de origem não identificada ou oriundos de fonte vedada, falta de capacidade operacional de fornecedores da campanha, entre outras. 

“Diante das irregularidades expostas, as contas não podem ser tidas como aprovadas e o Ministério Público Eleitoral sugere a determinação de recolhimento ao Tesouro Nacional do montante de R$275.265,77 e ressarcimento ao erário da importância de R$8.562.170,42, devidamente atualizados”, ressaltou Gonet.

A Asepa informou ao vice-procurador-geral Eleitoral que os indícios de irregularidades na aplicação dos recursos financeiros da campanha de Lula “podem configurar ilícitos eleitorais”. Gonet informou que o MPE vai investigar as denúncias. “Em decorrência, a Procuradoria-Geral Eleitoral encaminhou as informações ao órgão do Ministério Público Eleitoral competente para apuração da materialidade e demais providências cabíveis.”

Gonet concordou com a maioria das irregularidades apresentadas pela Asepa, sobretudo com a de que Lula teve gastos desproporcionais em relação ao período em que pôde fazer campanha. Em 2018, o ex-presidente começou a campanha em 16 de agosto, mas a candidatura dele para a Presidência foi barrada pelo TSE 16 dias depois, em 1º de setembro.

Parte dos contratos foi aproveitado por Fernando Haddad (PT), que foi lançado à Presidência no lugar de Lula. De todo modo, o vice-procurador-geral Eleitoral constatou R$ 8,04 milhões utilizados de forma indevida pelo ex-presidente e sugeriu que esse valor seja ressarcido ao erário.

Gonet também considerou que Lula não detalhou de forma adequada gastos de R$ 253,6 mil com serviços gráficos. Segundo a instituição, houve falta de comprovação da materialidade do gasto e do vínculo com a campanha.

O vice-procurador-geral Eleitoral ainda concluiu que o ex-presidente emitiu notas fiscais em nome próprio, mas não registrou os documentos na prestação de contas. Dessa forma, segundo o órgão, Lula deixou de comprovar o pagamento de despesas no valor R$ 210,5 mil, o que configura vedada doação de fornecedor.

Do mesmo modo, Gonet destacou que Lula não comprovou R$ 161,3 mil em despesas com fretamento de aeronaves. Ele teria de apresentar notas fiscais, quais passageiros usaram o transporte e explicar o vínculo do gasto com a campanha, mas não enviou as informações.

As recomendações de Gonet serão analisadas pelo ministro Benedito Gonçalves, responsável pelo julgamento das contas de Lula em 2018. O R7 pediu uma manifestação do ex-presidente, mas não teve resposta até a publicação desta reportagem. O espaço segue aberto para manifestação.

R7


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domingo, 16 de outubro de 2022

TRIBUNAL DO NINE: Com medo do povo saber a VERDADE: Alexandre de Moraes proibi a Polícia Federal e o CADE de investigar empresas de pesquisas manipuladoras

 PF já tem em mãos provas que as pesquisas invertiam números para prejudicarem candidatos pró-Bolsonaro, Assim, evitavam que os mesmos puxassem votos pra o atual presidente. E, INDUZIAM o eleitor ao migrar o voto para Lula.

O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Alexandre de Moraes, decidiu na noite dessa quinta-feira (13) vetar a abertura de inquérito pela Polícia Federal (PF) e de procedimento administrativo pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) sobre a atuação de institutos de pesquisas eleitorais. 

Moraes justificou a decisão afirmando haver “incompetência absoluta” da PF e do Cade para investigarem os institutos de pesquisa de intenção de voto e “ausência de justa causa” para apurarem a atuação das empresas. 

O ministro tomou a decisão com base no artigo 23 do Código Eleitoral, e disse ser dever da Justiça Eleitoral “fazer cessar as indevidas determinações realizadas por órgãos incompetentes e com indicativos de abuso de poder político e desvio de finalidade”. 

Moraes determinou ainda que a Corregedoria-Geral Eleitoral e a Procuradoria-Geral Eleitoral apurem “eventual prática de abuso de poder político, consubstanciado no desvio de finalidade no uso de órgãos administrativos com intenção de favorecer determinada candidatura, além do crime de abuso de autoridade”.

No despacho, Moraes disse serem precipitados os dois procedimentos abertos por determinação do Ministério da Justiça, órgão ao qual a PF está vinculada, e o Cade. “Ambas as determinações – MJ e Cade – são baseadas, unicamente, em presunções relacionadas à desconformidade dos resultados das urnas com o desempenho de candidatos retratados nas pesquisas, sem que exista menção a indicativos mínimos de formação do vínculo subjetivo entre os institutos apontados ou mesmo práticas de procedimentos ilícitos”. 

Investigações 

Ontem (13), a PF confirmou à Agência Brasil a instauração de inquérito policial para apurar a atuação dos institutos de pesquisa de opinião pública. O objetivo seria verificar se empresas do setor atuaram irregularmente, de forma a prejudicar o presidente da República e candidato à reeleição Jair Bolsonaro (PL).

A instauração do inquérito foi solicitada pelo ministro da Justiça e Segurança Pública, Anderson Torres, ao qual a PF está subordinada. No último dia 4, ou seja, dois dias após a realização do primeiro turno das eleições gerais, Torres anunciou, no Twitter, que tinha pedido a abertura de inquérito policial para apurar supostas “condutas que, em tese, caracterizam a prática de crimes perpetrados” por alguns institutos.

No mesmo dia, o presidente do Cade, Alexandre Cordeiro Macedo, também pediu à Superintendência-Geral do órgão que analisasse se, no primeiro turno, houve erros intencionais nas sondagens de voto, caracterizando “suposta infração à ordem econômica”. A autarquia também está vinculada ao Ministério da Justiça e Segurança Pública.

Ambos os procedimentos foram motivados pela discrepância entre pesquisas de intenção de voto divulgadas na véspera do primeiro e o desempenho nas urnas acima do esperado por Bolsonaro, que tenta a reeleição. 

Encerrada a votação, Lula obteve 47,85% dos votos válidos (desconsiderados votos brancos e nulos). Um resultado que, considerando a margem de erro técnico, ficou próximo ao previsto pela maioria dos institutos de pesquisa. Já Bolsonaro alcançou 43,7%, ao menos 7 pontos percentuais superior a algumas das principais pesquisas divulgadas à véspera do primeiro turno, que apontavam uma diferença de até 14 pontos percentuais a favor do petista.

Agencia Brasil

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Pesquisa presidente ModalMais/Futura: Lula tem 46,9% dos votos totais, e Bolsonaro, 46,5%

 A sondagem foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral com o número BR-06280/2022.


Para o segundo turno da eleição presidencial, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) tem 46,9% das intenções de voto totais e o presidente Jair Bolsonaro (PL), 46,5%, de acordo com pesquisa Futura Inteligência, encomendada pelo banco Modal, divulgada nesta sexta-feira, 14.

Pela margem de erro da pesquisa, que é de 2,2 pontos percentuais para mais ou para menos, há margem para empate técnico entre os candidatos.

O relatório da pesquisa não incluiu estimativa oficial dos votos válidos, isto é, sem contabilizar brancos e nulos (que é a contagem usada pelo Tribunal Superior Eleitoral para decretar o vencedor, já que votos brancos e nulos não são contabilizados). Foi divulgado apenas o percentual de votos totais.

Para a pesquisa, foram ouvidas 2.000 pessoas entre os dias 3 e 4 de outubro, usando a abordagem CATI (entrevista telefônica assistida por computador). A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais para um nível de confiança de 95%. A sondagem foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral com o número BR-06280/2022. Veja aqui o relatório da pesquisa divulgado pelos organizadores.


Votos totais

  • Lula (PT): 46,9%
  • Bolsonaro (PL): 46,5%
  • Não sabe, não respondeu ou indeciso: 2,3%
  • Branco/nulo: 4,3%.

Espontânea

Quando os nomes dos candidatos não são apresentados e os entrevistados precisam responder por conta própria, os resultados foram:

  • Lula (PT): 46,0%
  • Bolsonaro: (PL): 45,8%
  • Não sabe, não respondeu ou indeciso: 3,4%
  • Branco/nulo: 4,7%
  • Outro: 0,1%.

Quem ficou na frente no 1º turno?

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o presidente Jair Bolsonaro (PL) disputarão o segundo turno da eleição presidencial. Com 100% das urnas apuradas, Lula ficou com 48,43% dos votos válidos, e Bolsonaro, 43,20%, na votação do primeiro turno, realizado no domingo, 2.

Veja os detalhes do resultado

Para vencer em primeiro turno, um candidato precisaria de 50% dos votos válidos mais um, excluindo brancos e nulos.

  • Simone Tebet (MDB) teve 4,16% dos votos válidos;
  • Ciro Gomes (PDT) teve 3,04%;
  • Votos nulos e brancos somam 4,20%.

Revista Exame
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quinta-feira, 13 de outubro de 2022

Nova pesquisa aponta empate técnico entre Lula e Bolsonaro: Veja números

O instituto foi o que mais se aproximou do resultado das urnas no primeiro turno.

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o presidente Jair Bolsonaro (PL) estão empatados tecnicamente no segundo turno, segundo levantamento feito entre os dias 8 e 12 de outubro pelo instituto Paraná Pesquisas e divulgado hoje.

De acordo com a pesquisa, Lula tem 47,6% das intenções de voto totais contra 44,1% de Bolsonaro – a margem de erro é de 2,2 pontos percentuais para mais ou para menos.

Outros 4,8% dos entrevistados disseram que irão votar em branco, nulo ou nenhum e 3,6% declararam que não sabem ou não responderam. Quando são contados apenas os votos válidos (excluídos brancos e nulos), o ex-presidente tem 51,9% contra 48,1% do presidente, o que também configura empate técnico.

Esse foi o primeiro levantamento divulgado pelo Paraná Pesquisas no segundo turno da eleição presidencial. O instituto foi o que mais se aproximou do resultado das urnas no primeiro turno.

 Em pesquisa divulgada na sexta-feira, 30, o instituto apontou 47,1% dos votos válidos para Lula contra 40,0% de Bolsonaro – nas urnas, o resultado foi 48,4% para o petista e 43,2% para o presidente.

A pesquisa divulgada hoje foi feita por meio de 2.020 entrevistas pessoais em 162 municípios de todos os estados e do Distrito Federal e foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o nº BR-08438/2022



CNN

Blog do Alberto Barbosa

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quinta-feira, 6 de outubro de 2022

PoderData: Lula 52% X 48% Bolsonaro

 

Pesquisa PoderData realizada de 3 a 5 de outubro de 2022 mostra Luiz Inácio Lula da Silva (PT) com 52% das intenções de voto contra 48% de Jair Bolsonaro (PL) no 2º turno das eleições. O placar é referente aos votos válidos – os atribuídos a algum dos candidatos, excluindo-se brancos e nulos.

A diferença numérica é a menor já captada pelo PoderData em um confronto direto entre os 2 candidatos. A distância indica vantagem mínima do petista – não há empate técnico, já que o levantamento com 3.500 entrevistas tem 1,8 ponto percentual de margem de erro.

Essa é a 1ª pesquisa do PoderData depois do 1º turno das eleições, no domingo. Com 100% das urnas apuradas, o TSE (Tribunal Superior Eleitoral) contabilizou 48,43% dos votos para Lula e 43,2% para Bolsonaro no 1º turno.

A pesquisa foi realizada pelo PoderData, com recursos do Poder360, por meio de ligações para telefones celulares e fixos. Foram 3.500 entrevistas em 301 municípios nas 27 unidades da Federação de 3 a 5 de outubro de 2022. A margem de erro é de 1,8 ponto percentual para um intervalo de confiança de 95%. Registro no TSE: BR-08253/2022.


Poder Data

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segunda-feira, 3 de outubro de 2022

Institutos de pesquisas nacionais e a poderosa desmoralizados

 

O Brasil amanheceu o pós eleição com uma certeza: a de que os Institutos de pesquisas cometeram a maior fraude eleitoral da história. Provavelmente não fosse esse estupro, o presidente Bolsonaro teria sido reeleito ontem em primeiro turno, levando-se em conta a tese de que pesquisa influencia os que votam na direção que os ventos da vitória sopram.

Em média, os mais variados levantamentos na reta final da campanha apontaram uma vantagem de dez pontos percentuais para o candidato do PT, o ex-presidente Lula. Ipec, ex-Ibope, Datafolha, da Folha de São Paulo e o pernambucano Ipespe, do professor Lavareda, chegaram a prever uma vantagem de 14 pontos.

Lavareda, aliás, arriscou a vitória de Lula no primeiro turno em várias entrevistas na mídia nacional. Deve estar de ressaca moral, porque a diferença de Lula foi de apenas cinco pontos. Uma vergonha!

Os comentaristas da Globo News, em programas que puxavam o Deus Lula salvador deles, na sexta-feira passada, davam a vitória do ex-presidiário como tão certa que já discutiam os futuros ministros do eventual governo petista, citando até nomes que poderiam ocupar o Ministério da Economia. Que jornalismo chinfrim!

Após o fechamento da apuração ontem, os mesmos comentaristas da poderosa e manipuladora Globo estavam com cara de tacho. Não sabiam onde enfiar a cara de tamanho desatino, uma vergonha.

Que se preparem para o pior. Com governadores aliados eleitos em Minas e Rio, e Tarcísio Freitas no segundo turno em São Paulo, o presidente Bolsonaro pode ter pavimentado a sua reeleição.


Blog do Magno

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segunda-feira, 26 de setembro de 2022

PILANTRAGEM DA EDUCAÇÃO: O péssimo exemplo de manipulação política pró-Lula nas escolas do Recife


Neste vídeo, exclusivo ao blog, dois professores da rede pública de ensino do Recife obrigam os alunos a uma votação simulada sobre eleição presidencial. Na hora de anunciar o resultado, uma das professoras vibra gritando o voto 13 de Lula e, numa demonstração de analfabeta política, erra o número de Bolsonaro afirmando ser o 40, quando, na verdade, é 22. Confira!


Blog do Magno Martins

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terça-feira, 13 de setembro de 2022

G1: Atos e comícios em SP reúnem pouco público e preocupam campanha de Lula

A militância do PT e dos movimentos sociais próximos ao partido agendaram para o último sábado (10) uma jornada de manifestações em vários estados, como uma resposta às mobilizações de 7 de setembro organizadas por apoiadores de Jair Bolsonaro (PL). Convocadas com o mote de defesa da democracia, os atos serviriam também para dar impulso à campanha de Lula na reta final das eleições.

O resultado, no entanto, frustrou. As manifestações foram esvaziadas, especialmente a que ocorreu à tarde na Avenida Paulista – que três dias antes ficou cheia de apoiadores de Bolsonaro. A cena se repetiu em quase todas as cidades que receberam convocações, à exceção do Recife, onde a manifestação foi numerosa. O que a campanha de Lula temia, aconteceu: nas redes sociais, apoiadores de Bolsonaro expuseram as fotos comparando as mobilizações. As informações são do blog da Julia Duailibi.

A dificuldade de atrair público se estende também aos comícios de Lula em São Paulo. Se nas capitais da região Norte e Nordeste as visitas do ex-presidente têm reunido dezenas de milhares de apoiadores, no maior colégio eleitoral tem sido diferente. Essa situação preocupa a campanha porque há uma percepção que o resultado em São Paulo vai ser decisivo nessas eleições. Tanto é que ficou decidido, na última reunião do conselho político de Lula, na terça (6), intensificar as agendas na região Sudeste na reta final do 1º turno.

Comício organizado por Alckmin

Na manhã deste sábado (10), cerca de três mil pessoas, em sua maioria ligadas a campanhas de deputados, acompanharam o comício de Lula em Taboão da Serra, município vizinho à capital, horas antes do ato na Avenida Paulista. A escolha da cidade foi de Alckmin, que articulou a organização com o prefeito local, José Aprígio, do Podemos, partido que integra as coligações de Rodrigo Garcia (PSDB), em âmbito estadual, e de Simone Tebet (MDB), na disputa nacional. Aprígio fez um discurso longo, repleto de elogios a Lula e a Fernando Haddad, candidato ao governo de São Paulo.

No palco estavam também autoridades de outros municípios da região, inclusive de legendas adversárias, como o prefeito de Cotia, Rogério Franco, do PSD, partido da coligação do bolsonarista Tarcísio de Freitas (Republicanos) na eleição estadual; o ex-prefeito de Embu das Artes Jorge Costa, do PDT de Ciro Gomes; e o ex-prefeito de Itapecerica da Serra Geraldo Cruz, do PTB, partido alinhado a Jair Bolsonaro.

Muitas autoridades no palco, pouca gente no chão. O terreno escolhido para o comício, às margens da rodovia Régis Bittencourt, foi preparado para receber pelo menos 10 mil pessoas, mas só uma pequena parte do espaço foi ocupada pelo público. Moradores de prédios vizinhos fotografaram o comício do alto e ironizaram a baixa presença de público.

Além do prefeito de Taboão, discursaram: Lula, Haddad, Márcio França (candidato ao Senado pelo PSB), Juliano Medeiros (presidente do PSOL) e o deputado federal Márcio Macedo (PT-SE), tesoureiro da campanha do ex-presidente. Nenhum deles sequer mencionou os atos que aconteceriam naquele mesmo dia na Avenida Paulista e em outros locais do país.

Outro comício que teve uma quantidade de público aquém do esperado foi o do Vale do Anhangabaú, em 20 de agosto. Amplamente convocado pela campanha, a ideia era reeditar uma espécie de “Diretas Já”, com representantes de diversos partidos diferentes no palco e uma multidão no vale.

A expectativa era trazer 50 mil pessoas, mas o ato reuniu menos de 10 mil, segundo um cálculo feito pelo grupo de pesquisa ‘Monitor do debate político’, da EACH (Escola de Artes Ciências e Humanidades) da USP.


G1 GLOBO SP

MAGNO MARTINS



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13-09: Lula e Bolsonaro empatam tecnicamente, diz Paraná Pesquisas: Registro no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) é BR-05388/2022

 No 2º turno, de acordo com a empresa, petista vence com 47,4% das intenções de voto contra 41,2% do presidente ...

Lula (PT) e Bolsonaro (PL) durante o 1º debate presidencial de 2022, realizado pela Band. Diferença entre os 2 é de 3,1 pontos percentuais, segundo Paraná Pesquisas .

Levantamento do Instituto Paraná Pesquisas, divulgado nesta 3ª feira (13.set.2022), mostra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) com 39,6% das intenções de voto no 1º turno. Logo a seguir vem o presidente Jair Bolsonaro (PL), com 36,5%. Os candidatos estão tecnicamente empatados dentro da margem de erro (2,2 p.p.). 

Na última pesquisa do instituto, divulgada há uma semana, o petista e o chefe do Executivo já estavam empatados. O placar era de 40,2% a 36,4% para o ex-presidente. 

O levantamento ouviu 2.020 eleitores de 8 a 12 de setembro de 2022. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais. em um intervalo de confiança de 95%. O registro no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) é BR-05388/2022. A pesquisa custou R$ 50.000,00 e foi paga com recursos próprios. Eis a íntegra do levantamento (648 KB).


Na sequência de Lula e Bolsonaro estão:

Ciro Gomes (PDT) – 7,4% (no último levantamento, tinha 7,3% das intenções de voto); 
Simone Tebet (MDB) – 4,7% (tinha 4,1%); 
Felipe D’Ávila (Novo) – 0,5% (tinha 0,3%); 
Soraya Thronicke (União Brasil) – 0,4% (tinha 0,6%); 
Pablo Marçal (Pros) – 0,4% (tinha 0,5%); 
Vera Lúcia (PSTU) – 0,1% (tinha 0,3%); 
Sofia Manzano (PCB) – 0,1% (tinha 0,1%); 
Leonardo Péricles (UP) – 0,1% (tinha 0,1%); 
Eymael (DC) – 0%.

Brancos e nulos são 6%. Os que não sabem ou não responderam correspondem a 4%. Apesar de ter pontuado na pesquisa, a candidatura de Pablo Marçal foi indeferida pelo TSE. Ele perdeu uma batalha interna para oficializar o abrigo partidário à sua campanha. Com a decisão da Corte, declarou apoio a Bolsonaro.

2º TURNO Em um eventual 2º turno entre Lula e Bolsonaro, o petista venceria com 47,4% contra 41,2% do atual presidente. Brancos, nulos ou nenhum somam 7,9%. Os que não sabem ou não responderam são 3,6%.


PODER 360

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Lula sobe 2 pontos e vence no 1º turno com 51% dos votos válidos, diz pesquisa do IPEC

Pesquisa Ipec divulgada nesta segunda-feira (12), encomendada pela Globo, mostra o ex-presidente Lula (PT) com 46% das intenções de voto e o presidente Jair Bolsonaro (PL) com 31% na eleição para a Presidência da República em 2022.

Em relação ao levantamento anterior do Ipec, de 5 de setembro, Lula oscilou dentro da margem de erro, de dois pontos percentuais para cima ou para baixo –antes, tinha 44%; Bolsonaro se manteve com o mesmo percentual de então.

Segundo o Ipec, o resultado reforça um cenário de estabilidade na disputa

Ciro Gomes (PDT) vem em seguida, com 7% das intenções. Na pesquisa anterior, ele tinha 8% –também uma oscilação dentro da margem de erro. Simone Tebet (MDB) se manteve com os 4% do Ipec da semana passada.

Felipe d’Avila (Novo) e Soraya Thronicke (União Brasil) se mantiveram com 1%. Vera (PSTU), Constituinte Eymael (DC), Léo Péricles (UP), Padre Kelmon (PTB), Sofia Manzano (PCB) foram citados, mas não chegam a 1% cada um. Pablo Marçal (Pros) deixou de constar no levantamento do Ipec porque o TSE indeferiu a candidatura dele.

  • ótimo ou bom (82%, contra 79% em 5 de setembro);
  • entre evangélicos (48%, ante 46% na semana passada);
  • entre os que vivem no Sul (41%, ante 39% na semana passada) e Centro-Oeste (39%, ante 40% no levantamento anterior);
  • entre homens (mantém-se com 36%);
  • entre quem tem ensino médio (segue com 35%).

2º turno

O Ipec também pesquisou a intenção de votos no segundo turno. Lula vence por 53% a 36% no cenário pesquisado. O instituto diz não ser possível afirmar neste momento se o petista pode ou não vencer a eleição no primeiro turno.

Lula (PT): 53% (52% na pesquisa anterior, de 5 de setembro)
Bolsonaro (PL): 36% (36% na pesquisa anterior)

Votos válidos

Votos válidos excluem os votos em branco e os nulos. Lula lidera a disputa:

Lula (PT): 51% (50% na pesquisa anterior, de 5 de setembro)
Bolsonaro (PL): 35% (35% na pesquisa anterior)
Ciro (PDT): 8% (9% na pesquisa anterior)
Tebet (MDB): 4% (4% na pesquisa anterior)
d’Avila (Novo): 1% (1% na pesquisa anterior)
Thronicke (União Brasil): 1% (1% na pesquisa anterior)

Pesquisa espontânea

Na resposta espontânea, em que não são mostrados os nomes dos candidatos, os números de Lula e Bolsonaro seguem próximos da estimulada. Lula tem 44% (ante 42% em 5/9) e Bolsonaro, 30% (mesmo índice do levantamento anterior).

  • Lula (PT): 44% (42% na pesquisa anterior, em 5 de setembro)
  • Bolsonaro (PL): 30% (30% na pesquisa anterior)
  • Ciro (PDT): 5% (4% na pesquisa anterior)
  • Tebet (MDB): 2% (2% na pesquisa anterior)
  • D’Avila (Novo): 0% (0% na pesquisa anterior)
  • Thronicke (União Brasil): 0% (0% na pesquisa anterior)
  • Constituinte Eymael (DC): 0% (0% na pesquisa anterior)
  • Sofia Manzano (PCB): 0% (não foi citada na pesquisa anterior)
  • Léo Péricles (UP): não foi citado
  • Padre Kelmon (PTB): não foi citado
  • Vera (PSTU): não foi citada
  • Branco/nulo: 7% (7% na pesquisa anterior)
  • Não sabe/não respondeu: 12% (13% na pesquisa anterior)


Fonte: G1

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quinta-feira, 8 de setembro de 2022

PoderData: Lula lidera com 43% dos votos contra 37% de Bolsonaro, Pesquisa está registrada sob o número BR-03760/2022

 A pesquisa está registrada no TSE sob o número BR-03760/2022



Nesta quarta-feira (7), foi divulgado o levantamento do PoderData que mostra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva com 43% das intenções de votos, na sequência aparece o presidente e candidato à reeleição Jair Bolsonaro (PL) com 37%. 

No levantamento anterior, Lula tinha 44% das intenções de voto e Bolsonaro tinha 36%. O petista tem uma vantagem de 6 pontos percentuais.

A margem de erro da pesquisa do PoderData é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos. O grau de confiança é de 95%. 

Neste levantamento, Ciro Gomes (PDT) tem 8%, seguido de Simone Tebet (MDB), com 5%. O candidato do PDT manteve a pontuação da pesquisa anterior, já a candidata do MDB subiu 1 ponto percentual. 

Constituinte Eymael (DC), Felipe d’Avila (Novo), Leonardo Péricles (UP), Pablo Marçal (Pros), Roberto Jefferson (PTB), Sofia Manzano (PCB), Soraya Thronicke (União Brasil) e Vera Lúcia (PSTU) não tiveram menções suficientes para pontuarem. 

Pablo Marçal e Roberto Jefferson foram mencionados na pesquisa já que no período de realização do levantamento, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) ainda não havia vetado as candidaturas. 

Os eleitores que votarão em branco ou nulo são 3%. Os que não sabem somam 2%.

A coleta da pesquisa aconteceu entre 4 e 6 de setembro, com 3.500 eleitores entrevistados por telefone em 317 cidades. O levantamento foi registrado no Tribunal Superior Eleitoral sob o protocolo BR-03760/2022.

Pesquisa estimulada – 1º turno



VOTOS VÁLIDOS



Lula (PT): 43%
Bolsonaro (PL): 37%
Ciro Gomes (PDT): 8%
Simone Tebet (MDB): 5%
Branco/Nulo: 3%
Não sabem: 2%
Os demais não tiveram menções suficientes para pontuarem.

Pesquisa estimulada – 2º turno

Em um eventual segundo turno entre Lula e Bolsonaro, se as eleições fossem hoje, o petista venceria com 52% dos votos contra 40% do atual presidente.

Lula 52% x 40% Bolsonaro
Branco/nulo: 7%
Não sabem: 1%


Poder360

Band Eleições

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terça-feira, 6 de setembro de 2022

Paraná Pesquisas aponta empate técnico entre Lula e Bolsonaro no 1º turno: Registrado no TSE com o número BR-09446/2022.

Pesquisa lançada nesta terça-feira (6/9) mostra líderes pela corrida ao Planalto empatados dentro da margem de erro


Lula tem 40,2% das intenções de voto no primeiro turno contra 36,4% de Bolsonaro - (crédito: EVARISTO SA / AFP)

Em pesquisa divulgada nesta terça-feira (6/9) pelo Paraná Pesquisas, Luiz Inácio Lula da Silva (PT) aparece na liderança pela presidência da República com 40,2% das intenções de voto no primeiro turno. Jair Bolsonaro (PL), candidato à reeleição, aparece na sequência com 36,4% das menções na pesquisa estimulada. Os dois líderes estão empatados dentro da margem de erro, que é de 2,2 pontos percentuais.

Ciro Gomes (PDT) e Simone Tebet (MDB) também estão empatados tecnicamente, considerando a margem de erro da pesquisa. O pedetista tem 7,3% das intenções de voto contra 4,1% da candidata do MDB.

O último cenário divulgado pelo Paraná Pesquisas mostrou Lula com 41,3% e Bolsonaro com 37,1% das intenções de voto em 31 de agosto.

A pesquisa foi feita com 2020 eleitores, em 164 cidades de todos os estados brasileiros entre 31 de agosto e 5 de setembro. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) com o número BR-09446/2022.

Correio Brasiliense

Estado de Minas

Diário de Pernambuco

Band TV News


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Bolsonaro tem 39% e Lula, 38% para a Presidência, diz pesquisa Gerp: A pesquisa foi registrada no TSE sob o número BR-09102/2022.

 


O presidente Jair Bolsonaro (PL) tem 39%  e o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) tem 38% das intenções de voto para a Presidência da República, de acordo com um levantamento publicado pela Gerp nesta segunda-feira (5). Eles estão tecnicamente empatados.

Para a pesquisa da Gerp foram ouvidos 2.095 eleitores de 144 cidades do país entre 29 de agosto e 1º de setembro. A margem de erro é de 2,18 pontos percentuais, para mais ou para menos. A pesquisa foi registrada no TSE sob o número BR-09102/2022.

No cenário induzido, em que o nome dos candidatos é apresentado aos entrevistados, Bolsonaro tem 39% das intenções de voto, enquanto Lula tem 38%. Em relação à pesquisa anterior feita pelo instituto, Bolsonaro avançou um ponto percentual e Lula se manteve estável. Veja os números da pesquisa publicada nesta segunda:

Jair Bolsonaro (PL): 39%
Lula (PT): 38%
Ciro Gomes (PDT): 11%
Simone Tebet (MDB): 6%
Felipe D'Avila (Novo): 1%
Pablo Marçal (PROS), Soraya Thronicke (União Brasil), Vera Lucia (PSTU), Roberto Jefferson (PTB), Constituinte Eymael (DC), Sofia Manzano (PCB) e Leonardo Péricles (UP): 0%
Nenhum deles: 2%
Não sabe: 3%

No levantamento espontâneo, sem a apresentação de uma relação de candidatos, Lula está na frente, com 35%, enquanto Bolsonaro é o segundo, com 31%. Veja:

Lula (PT): 35%
Jair Bolsonaro (PL): 31%
Ciro Gomes (PDT): 7%
Simone Tebet (MDB): 3%
Felipe D'Avila (Novo): 1%
Nenhum deles: 2%
Não sabe/não respondeu: 21%


Votos por região, gênero, faixa etária e renda familiar

De acordo com a Gerp, Bolsonaro lidera as intenções de voto no cenário induzido em três regiões do país: Sul (48%), Centro-Oeste (55%) e Norte (41%). No Sudeste e no Nordeste, quem vence é Lula, com 39% e 47%, respectivamente.

O levantamento mostra, ainda, que Bolsonaro tem a preferência do eleitorado masculino, com 44% das intenções, ao passo que Lula tem mais votos entre mulheres, com 42%.

O petista tem mais votos do que Bolsonaro entre pessoas com idade entre 16 e 17 anos (59%), 18 e 24 anos (44%), 25 e 34 anos (42%) e 45 e 59 anos (40%). Já Bolsonaro lidera entre pessoas de 35 a 44 anos (42%) e com mais de 60 anos (54%).

Com relação à renda familiar mensal, Lula tem mais intenções de voto de pessoas que ganham um salário mínimo (51%), de um a dois salários mínimos (43%) e de 20 a 30 salários mínimos (46%). Bolsonaro é o preferido de quem recebe de cinco a 10 salários mínimos (43%), de 10 a 20 salários mínimos (41%) e mais de 30 salários mínimos (52%). Os dois estão empatados com o público que ganha de dois a cinco salários mínimos (38%).

Veja.com

R7

Metrópoles

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