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domingo, 16 de outubro de 2022

TRIBUNAL DO NINE: Com medo do povo saber a VERDADE: Alexandre de Moraes proibi a Polícia Federal e o CADE de investigar empresas de pesquisas manipuladoras

 PF já tem em mãos provas que as pesquisas invertiam números para prejudicarem candidatos pró-Bolsonaro, Assim, evitavam que os mesmos puxassem votos pra o atual presidente. E, INDUZIAM o eleitor ao migrar o voto para Lula.

O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Alexandre de Moraes, decidiu na noite dessa quinta-feira (13) vetar a abertura de inquérito pela Polícia Federal (PF) e de procedimento administrativo pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) sobre a atuação de institutos de pesquisas eleitorais. 

Moraes justificou a decisão afirmando haver “incompetência absoluta” da PF e do Cade para investigarem os institutos de pesquisa de intenção de voto e “ausência de justa causa” para apurarem a atuação das empresas. 

O ministro tomou a decisão com base no artigo 23 do Código Eleitoral, e disse ser dever da Justiça Eleitoral “fazer cessar as indevidas determinações realizadas por órgãos incompetentes e com indicativos de abuso de poder político e desvio de finalidade”. 

Moraes determinou ainda que a Corregedoria-Geral Eleitoral e a Procuradoria-Geral Eleitoral apurem “eventual prática de abuso de poder político, consubstanciado no desvio de finalidade no uso de órgãos administrativos com intenção de favorecer determinada candidatura, além do crime de abuso de autoridade”.

No despacho, Moraes disse serem precipitados os dois procedimentos abertos por determinação do Ministério da Justiça, órgão ao qual a PF está vinculada, e o Cade. “Ambas as determinações – MJ e Cade – são baseadas, unicamente, em presunções relacionadas à desconformidade dos resultados das urnas com o desempenho de candidatos retratados nas pesquisas, sem que exista menção a indicativos mínimos de formação do vínculo subjetivo entre os institutos apontados ou mesmo práticas de procedimentos ilícitos”. 

Investigações 

Ontem (13), a PF confirmou à Agência Brasil a instauração de inquérito policial para apurar a atuação dos institutos de pesquisa de opinião pública. O objetivo seria verificar se empresas do setor atuaram irregularmente, de forma a prejudicar o presidente da República e candidato à reeleição Jair Bolsonaro (PL).

A instauração do inquérito foi solicitada pelo ministro da Justiça e Segurança Pública, Anderson Torres, ao qual a PF está subordinada. No último dia 4, ou seja, dois dias após a realização do primeiro turno das eleições gerais, Torres anunciou, no Twitter, que tinha pedido a abertura de inquérito policial para apurar supostas “condutas que, em tese, caracterizam a prática de crimes perpetrados” por alguns institutos.

No mesmo dia, o presidente do Cade, Alexandre Cordeiro Macedo, também pediu à Superintendência-Geral do órgão que analisasse se, no primeiro turno, houve erros intencionais nas sondagens de voto, caracterizando “suposta infração à ordem econômica”. A autarquia também está vinculada ao Ministério da Justiça e Segurança Pública.

Ambos os procedimentos foram motivados pela discrepância entre pesquisas de intenção de voto divulgadas na véspera do primeiro e o desempenho nas urnas acima do esperado por Bolsonaro, que tenta a reeleição. 

Encerrada a votação, Lula obteve 47,85% dos votos válidos (desconsiderados votos brancos e nulos). Um resultado que, considerando a margem de erro técnico, ficou próximo ao previsto pela maioria dos institutos de pesquisa. Já Bolsonaro alcançou 43,7%, ao menos 7 pontos percentuais superior a algumas das principais pesquisas divulgadas à véspera do primeiro turno, que apontavam uma diferença de até 14 pontos percentuais a favor do petista.

Agencia Brasil

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quarta-feira, 24 de agosto de 2022

RECEITA FEDERAL APREENDEU MAIS DE DOIS QUILOS DE PASTA BASE DE COCAÍNA NUMA AGÊNCIA DOS CORREIOS NO RECIFE, PE

 


Recife/PE – A Polícia Federal procedeu a apreensão no dia 22/08/2022 de 2,2Kg (dois quilos e duzentos gramas) de pasta base de cocaína que foram localizados pela Receita Federal do Brasil através de uma fiscalização de rotina realizada nas dependências da Unidade de Tratamento de Encomenda dos Correios no Recife/PE, ninguém foi preso.

A ação teve como objetivo combater o tráfico de drogas - especialmente sintéticas, despachadas através de encomendas via postal. Nessas ações algumas encomendas postais são selecionadas e abertas por servidores da Receita Federal na presença de servidores dos Correios e caso seja encontrada algum indício de irregularidade em sua importação ou comercialização efetua-se a sua retenção para os devidos procedimentos legais.

A droga foi despachada como sendo uma encomenda de roupas na cidade de Guarulhos/SP e tinha dois destinos a cidade de Guaribas/PI e em Arapiraca/AL. Cada um destinatário iriam receber cerca de 1,1Kg (um quilo e cem gramas) de Pasta base de cocaína. A Polícia Federal prosseguirá nas investigações visando identificar todos os envolvidos que podem responder por tráfico de drogas e associação para o tráfico, com penas prevista de 3 a 15 anos de reclusão.


ASCOM - PRF-PE

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terça-feira, 26 de abril de 2022

CAÇA AOS BANDIDOS CORRUPTOS DO NORDESTE: PF realiza operação mirando a compra de respiradores pelo Consórcio Nordeste

A Polícia Federal deflagrou operação nesta terça-feira para colher provas em uma investigação sobre desvios na compra de respiradores pelo consórcio de governadores do Nordeste.

Os investigadores cumprem busca e apreensão contra empresários, laranjas e lobistas envolvidos no suposto esquema. O caso tramita no Superior Tribunal de Justiça (STJ) porque o governador da Bahia, Rui Costa, presidente do consórcio à época dos fatos, é investigado por ter dado autorização à aquisição dos aparelhos, que nunca foram entregues. Rui Cota já negou irregularidades na sua atuação. Não há mandados contra governadores na operação.

A apuração mira em um contrato feito pelo consórcio, no valor de cerca de R$ 45 milhões, para a compra de 300 respiradores que nunca foram entregues.

Uma operação chegou a se deflagrada em 2020 pelo Ministério Público da Bahia, mas o caso foi enviado ao STJ depois que surgiram indícios da participação de Rui Costa e outros Governadores nos fatos.

O Globo

G1

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sábado, 27 de julho de 2019

Manuela D’Ávila confirma que passou contato de Glenn Greenwald a hacker


Em nota divulgada à imprensa, a ex-deputada Manuela D’Ávila (PCdoB) confirmou que passou o contato do jornalista Glenn Greenwald, do site The Intercept Brasil, a alguém que dizia ter “obtido provas de graves atos ilícitos praticados por autoridades brasileiras”. A ex-parlamentar relatou ter sido comunicada pelo Telegram de uma invasão em seu aplicativo, no dia 12 de maio. Depois, alguém entrou em contato, dizendo estar no exterior, e com a intenção de divulgar o material coletado.
Manuela afirmou estar sendo alvo de armadilha montada por seus adversários. “Por isso, apesar de ser jornalista e por estar apta a produzir matérias com sigilo de fonte, repassei ao invasor do meu celular o contato do reconhecido e renomado jornalista investigativo Glenn Greenwald.”
Na nota, Manuela informa que desconhece a identidade do invasor de seu celular. “Estou, por isso, orientando os meus advogados a procederem a imediata entrega das cópias das mensagens que recebi pelo aplicativo Telegram à Polícia Federal”, informou.

Vermelho

Em depoimento à Polícia FederalWalter Delgatti Neto — conhecido como Vermelho, um dos presos pela Operação Spoofing — detalhou como conseguiu os contatos de autoridades. Afirmou ter chegado a Glenn Greenwald através de Manuela D’Ávila. O hacker disse também que não editou as mensagens de membros da Lava Jato antes de repassá-las ao Intercept. Afirmou acreditar que não é possível fazer a edição das mensagens do Telegram em razão do formato utilizado pelo aplicativo. O suspeito relatou ainda “que nunca recebeu qualquer valor, quantia ou vantagem em troca do material disponibilizado ao jornalista Glenn Greenwald”.
Procurado pela reportagem, Greenwald não quis comentar o depoimento em que Delgatti Neto citou o nome de Manuela – em 2018, ela foi candidata a vice-presidente na chapa encabeçada por Fernando Haddad (PT). O jornalista afirmou que não daria informações que pudessem identificar o intermediário sem que tivesse uma autorização prévia.
Leia a íntegra da nota de Manuela D’Ávila:
NOTA À IMPRENSA
Tomando ciência, pela imprensa, de alusões feitas ao meu nome na investigação de fatos divulgados pelo “The Intercept Brasil”, e por me encontrar no exterior em atividades programadas desde o início do corrente ano, esclareço que:
1. No dia 12 de maio, fui comunicada pelo aplicativo Telegram de que, naquele mesmo dia, meu dispositivo havia sido invadido no Estado da Virginia, Estados Unidos. Minutos depois, pelo mesmo aplicativo, recebi mensagem de pessoa que, inicialmente, se identificou como alguém inserido na minha lista de contatos para, a seguir, afirmar que não era quem eu supunha que fosse, mas que era alguém que tinha obtido provas de graves atos ilícitos praticados por autoridades brasileiras. Sem se identificar, mas dizendo morar no exterior, afirmou que queria divulgar o material por ele coletado para o bem do país, sem falar ou insinuar que pretendia receber pagamento ou vantagem de qualquer natureza.
2. Pela invasão do meu celular e pelas mensagens enviadas, imaginei que se tratasse de alguma armadilha montada por meus adversários políticos. Por isso, apesar de ser jornalista e por estar apta a produzir matérias com sigilo de fonte, repassei ao invasor do meu celular o contato do reconhecido e renomado jornalista investigativo Glenn Greenwald.
3. Desconheço, portanto, a identidade de quem invadiu meu celular, e desde já, me coloco a inteira disposição para auxiliar no esclarecimento dos fatos em apuração. Estou, por isso, orientando os meus advogados a procederem a imediata entrega das cópias das mensagens que recebi pelo aplicativo Telegram à Polícia Federal, bem como a formalmente informarem, a quem de direito, que estou à disposição para prestar quaisquer esclarecimentos sobre o ocorrido e para apresentar meu aparelho celular à exame pericial.

Com Informações: Veja.com
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IMPRENSA MARROM DO NORDESTE ESCONDE: Manuela D’Ávila fez a ponte entre Glenn Greenwald e o hacker



A reportagem de VEJA confirmou que a ex-deputada Manuela D’Ávila (PCdoB-RS) foi a pessoa que colocou Walter Delgatti Neto, suspeito de hackear celulares de autoridades, em contato com o jornalista Glenn Greenwald, do site The Intercept Brasil, que publicou conversas entre integrantes da força-tarefa da Operação Lava-Jato e o atual ministro da Justiça, Sergio Moro.

Delgatti, conhecido como Vermelho, um dos presos pela Operação Spoofing, também afirmou que não editou as mensagens de membros da Lava Jato antes de repassá-las ao Intercept. Ele disse acreditar que não é possível fazer a edição das mensagens do Telegram em razão do formato utilizado pelo aplicativo.

No depoimento ao qual VEJA teve acesso, o hacker disse “que nunca recebeu qualquer valor, quantia ou vantagem em troca do material disponibilizado ao jornalista Glenn Greenwald”.

Procurado pela reportagem, Greenwald não quis comentar o depoimento em que Delgatti Neto citou o nome de Manuela – em 2018, ela foi candidata a vice-presidente na chapa encabeçada por Fernando Haddad (PT). O jornalista afirmou que não daria informações que pudessem identificar o intermediário sem que tivesse uma autorização prévia. 

O responsável pelo Intercept se limitou a dizer que a pessoa responsável pela intermediação é de esquerda, tem formação em jornalismo e não exerce a profissão. Manuela é formada em jornalismo.

Na quinta, 25, Greenwald disse a VEJA que um intermediário indicou o seu nome ao homem que se apresentou como hacker. Ele reiterou não saber a identidade da fonte e negou que o hacker tenha pedido dinheiro em troca das mensagens.

Greenwald também havia dito a VEJA que teve acesso aos diálogos no início de maio. Em depoimento, Delgatti confirma que procurou Manuela no domingo em que se celebrou o Dia das Mães deste ano, no dia 12 daquele mês. O primeiro contato com o jornalista, segundo Delgatti, ocorreu neste mesmo dia.

Pessoas próximas a Manuela informaram que ela está em viagem pela Europa.

O caminho de "Vermelho" até Glenn Greewald

(Arte/VEJA)
Informações: Veja.com



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quarta-feira, 24 de julho de 2019

Operação da Polícia Federal prende quatro hackers que teriam invadido celular de Moro


A Polícia Federal prendeu nesta terça-feira (23) quatro hackers suspeitos de terem invadido os celulares do ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro, e do procurador Deltan Dallagnol, chefe da força-tarefa da Operação Lava-Jato em Curitiba. A PF ainda não divulgou detalhes da investigação.
Foram cumpridas 11 ordens judiciais, das quais sete de busca e apreensão e quatro de prisão temporária nas cidades de São Paulo (SP), Araraquara (SP) e Ribeirão Preto (SP). 
As investigações estão sob sigilo. A operação  se chama Spoofing — "um tipo de falsificação tecnológica que procura enganar uma rede ou uma pessoa fazendo-a acreditar que a fonte de uma informação é confiável quando, na realidade, não é".
A reportagem apurou que a PF chegou aos suspeitos por meio da perícia criminal federal, que conseguiu rastrear os sinais da invasão dos telefones.
Para investigadores, o grau de capacidade técnica dos hackers não era alto.
A investigação, segundo a reportagem apurou, ainda não conseguiu estabelecer com exatidão se o grupo sob investigação em São Paulo tem ligação com o pacote de mensagens privadas dos procuradores da Lava-Jato obtido pelo site The Intercept Brasil. 
Uma possível relação entre os dois assuntos não foi confirmada oficialmente pela PF. Segundo o órgão, "as investigações seguem para que sejam apuradas todas as circunstâncias dos crimes praticados".
As ordens judiciais foram expedidas pelo juiz federal de Brasília Vallisney de Souza Oliveira. O delegado da PF à frente do caso é Luís Flávio Zampronha, que em 2005 e 2006 presidiu o inquérito policial que apurou o escândalo do mensalão.
O inquérito em curso foi aberto em Brasília para apurar o ataque a aparelhos de Moro, do desembargador Abel Braga, relator da Lava-Jato no Tribunal Regional Federal da 2ª Região ( TRF2), do juiz federal no Rio Flávio Lucas e dos delegados da PF em São Paulo Rafael Fernandes e Flávio Reis.

O caso de autoridades da Lava-Jato em Curitiba está sendo tratado em inquérito aberto pela Polícia Federal no Paraná.

O que disse Moro

Em junho, Moro esteve na Comissão de Constituição e Justiça do Senado para dar explicações sobre sua atuação como juiz da Lava-Jato em face das revelações feitas pelo Intercept. Durante a sessão, o ministro deu detalhes do ataque hacker de que foi vítima.
Afirmou que, em 4 de junho, por volta das 18h, seu próprio número o telefonou três vezes. Segundo a Polícia Federal, os invasores não roubaram dados do aparelho do ministro - apenas o procurador Deltan Dallagnol teve informações captadas durante o ataque que sofreu.
Moro afirmou ainda que deixou de usar o Telegram, de onde as mensagens vazadas foram extraídas, em 2017, quando houve notícias de ataques hackers nas eleições dos Estados Unidos e ele começou a desconfiar da segurança do aplicativo, que tem origem russa.
O ministro diz que apagou o aplicativo Telegram de seu aparelho e que não tem mais os arquivos das conversas. Em junho, a força-tarefa da Lava-Jato no Paraná divulgou nota afirmando que os procuradores da operação desativaram suas contas no aplicativo e excluíram os históricos de conversas após sofrerem ataques hackers neste ano.

O que disse o Telegram

Segundo o Telegram, se o usuário não acessar o aplicativo por seis meses, a conta é destruída automaticamente. O usuário pode ainda alterar em configurações esse prazo para de um mês a no máximo um ano.
A empresa também afirma que, caso um usuário tenha apagado a conta no aplicativo, todos os dados, como mensagens, grupos e contatos associados, são apagados do sistema. Quem volta a utilizá-lo aparece como um novo usuário, sem histórico de mensagens ou grupos de conversa de volta.

O Antagonista/Metrópole
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segunda-feira, 24 de junho de 2019

Cerca de 8 toneladas de maconha são apreendidas em São Caetano; essa é a maior apreensão da droga em PE


Cerca de 8 toneladas de maconha foram apreendidas pelas polícias Rodoviária Federal e Militar na noite deste sábado (22) em São Caetano, no Agreste de Pernambuco. De acordo com a PRF, a droga foi encontrada em dois caminhões na BR-232 e vinha do Sul do Brasil.

Ainda segundo a PRF, essa apreensão de maconha é a maior já realizada em Pernambuco. Policiais abordaram os caminhões e pediram que os motoristas levassem os veículos até o posto de São Caetano. Durante o caminho, o motorista e o passageiro de um dos caminhões pularam do veículo em movimento. O motorista, de 45 anos, foi preso, mas o passageiro conseguiu fugir.

O outro motorista, também de 45 anos, foi preso. A droga foi encontrada em fundos falsos nas carrocerias dos veículos. A Polícia Civil vai investigar o caso.


Fonte:G1
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sexta-feira, 10 de maio de 2019

POLÍCIA ERRADICA 69 MIL PÉS DE MACONHA DURANTE OPERAÇÃO NO SERTÃO DE PERNAMBUCO

Equipes utilizaram viaturas, barco e helicóptero para chegar aos locais do plantio; 5,5 mil mudas foram destruídas.



As polícias Rodoviária Federal, Civil e Militar erradicaram 69 mil pés de maconha na quinta-feira (09), em Orocó e Cabrobó, no Sertão de Pernambuco. Ao todo, as plantações poderiam produzir mais de 5 toneladas da droga pronta para o consumo. Essa é a terceira etapa da Operação Macambira III, que integra a Operação Lábaro.


Para chegar aos locais de cultivo das plantas, que eram realizados em ilhas e no continente, as equipes utilizaram viaturas, um barco e o helicóptero da PRF, que identificou plantações com as características das que cultivam “cannabis sativa”. Além dos pés de maconha, foram destruídos mais de cinco mil mudas do entorpecente e equipamentos utilizados no plantio.


Os policiais realizaram buscas nas plantações e no entorno das roças, mas ninguém foi localizado. O delegado do 12º Departamento de Repressão ao Narcotráfico da Polícia Civil (DENARC), Dark Blacker, participou das incursões e irá investigar os responsáveis pelas plantações.

Operações

A Operação Macambira tem como objetivo reforçar o combate a ilícitos no bioma da Caatinga e conta com policiais especializados na progressão neste tipo de terreno. A iniciativa integra a Operação Lábaro, que teve início no mês de março e segue até o final do ano em todo o país. O objetivo é intensificar o enfrentamento ao crime, além de reforçar a segurança nas rodovias federais e áreas de interesse da União.



G1 Caruaru e Região
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Michel Temer se entrega à Policia Federal em São Paulo

O ex-presidente da República, Michel Temer, chegou na tarde desta quinta-feira (9) à sede da Polícia Federal em São Paulo. A justiça já havia determinado que o emedebista se entregasse até às 17h de hoje, após o Tribunal Regional Federal da 2ª Região (TRF-2) revogar seu habeas corpus.
Temer foi preso preventivamente acusado de integrar uma quadrilha que cometeu crimes de corrupção relacionados à construção da Usina Nuclear Angra 3. A pedido da defesa, após ser preso, Temer foi levado para a sede da Superintendência da Polícia Federal no Rio de Janeiro.
As prisões foram determinadas pelo juiz federal Marcelo Bretas, da 7ª Vara Federal Criminal, que julga os processos relacionados à Lava Jato no Rio de Janeiro.
Veja.com
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quinta-feira, 9 de maio de 2019

Justiça determina que Michel Temer volte à prisão

O Tribunal Regional Federal da 2ª Região (TRF-2) votou, nesta quarta-feira (08) pela revogação do habeas corpus do ex-presidente Michel Temer e de seu amigo, João Baptista Filho, conhecido como ‘Coronel Lima’.
Eles estão soltos desde 25 de março, quando uma decisão liminar garantiu a liberdade dos alvos.
O habeas corpus do ex-governador do Rio, Moreira Franco, foi mantido, assim como para outros cinco acusados.
O ex-presidente e o ex-ministro foram presos em 21 de março acusados de receber cerca de R$ 1 milhão em propina em meio a obras relacionadas à Usina de Angra Três, por meio de empresas de fachada, e lavagem de dinheiro. A pedido da força-tarefa da Lava Jato, a Justiça Federal determinou a prisão preventiva de mais sete pessoas.
Veja.com
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terça-feira, 7 de maio de 2019

PARAIBANOS SÃO PRESOS EM PERNAMBUCO: Quatro pessoas são detidas por tráfico de drogas em Escada, PE


A Polícia Federal em Pernambuco procedeu a autuação em flagrante de quatro traficantes presos por Policiais Rodoviários Federais-PRF, no dia 04/05/2019, por volta das 4:30h – identificados como: PEDRO HENRIQUE DE LIMA ALBUQUERQUE, 36 anos, sem ocupação, casado, natural e residente na Paraíba (possui antecedentes criminais – já foi preso por receptação, mas foi absolvido), CARLOS HENRIQUE DUTRA DIAS, 23 anos, desempregado, solteiro, natural e residente em Goiás (possui antecedentes criminais – já foi preso por tráfico drogas, posse de arma de fogo e receptação), VALDEMIR GALDINO DA SILVA, 39 anos, autônomo, casado, natural e residente na Paraíba (não possui antecedentes criminais)  e DÉBORA CAROL RIBEIRO, 25 anos, desempregada, solteira, natural e residente em Araçatuba/SP (não possui antecedentes criminais).

As prisões aconteceram por Policiais Rodoviários Federais às 04:30h em patrulhamento de rotina no na BR 101 Sul na altura de Escada/PE – quando abordaram dois veículos (Chevrolet Onix de Placas QSH-4970 de João Pessoa-PB e Chevrolet S-10 de placas IUI-2358 de Sousa-PB) em atitude suspeita ao ultrapassarem as viaturas dos policiais rodoviários, razão pela qual ambos os veículos foram parados e percebeu-se a coincidência de terem a mesma placa da Paraíba. No momento da abordagem foi feita uma entrevista prévia e percebeu-se que os ocupantes estavam demonstrando muito nervosismo, mãos trêmulas e dificuldade em responder aos questionamentos dos policiais. Razão pela qual foi feita uma vistoria minuciosa nos veículos onde percebeu-se que por baixo da carroceria da S-10 havia um invólucro de maconha e ao prosseguir na busca foram encontrados escondidos em diversas partes da lataria do mesmo veículo 71 (setenta e um) tabletes de maconha que totalizou um peso bruto de aproximadamente 59Kg (cinquenta e nove) quilos.


O veículo ônix vinha fazendo a função de batedor durante todo o trajeto à frente da S-10 informando sobre a presença ou não de Policiais na estrada razão pela qual os seus ocupantes (PEDRO e VALDEMIR) também foram presos.

Terminado os trabalhos ostensivos e tendo sido a droga encontrada os quatro suspeitos, receberam voz de prisão em flagrante, foram informados dos seus direitos e garantias constitucionais e em seguida foram levados para a Superintendência da Polícia Federal no Cais do Apolo, para as formalidades legais de Polícia Judiciária, tendo sido autuados em flagrante pela prática contida nos artigos 33 e 35 da Lei 11.343/2006 (tráfico interestadual de entorpecentes e associação) e, caso venham a ser condenados poderão pegar penas que variam de 8 a 25 anos de reclusão). Após a autuação, os presos realizaram exame de corpo de delito no IML-Instituto de Medicina Legal e foram enviados para a audiência de Custódia na Cidade de Vitória de Santo Antão/PE, onde ficarão à disposição da Justiça Estadual.

Além da droga, também foram apreendidos os dois veículos, R$: 9.426 reais, 05(cinco) aparelhos celulares, além de vários documentos.


Em seus interrogatórios a maioria dos presos resolveram fazer uso de seu direito constitucional em só falar diante do Juiz. As investigações apontam que a droga foi trazida de Campo Grande/MS e tinha como destino final João Pessoa/PB e que foi oferecida uma proposta pelo ex-namorado (sem maiores informações) da mulher presa para receber R$ 6 mil reais para dirigir o veículo até o nordeste e que ela havia aceitado por se encontrar desempregada e passando por situação financeira difícil. E ao chegar em Campo Grande/MS se encontrou com um outro suspeito (CARLOS) o qual seguiram viagem com a droga já escondida na lataria do veículo. Pela forma de apresentação a droga é oriunda do Paraguai.


Com Informações: ASCOM - PRF/PE
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quinta-feira, 18 de abril de 2019

“POLÍCIA FEDERAL APREENDE 5.3KG (CINCO QUILOS E TREZENTOS GRAMAS) DE COCAÍNA NO AEROPORTO INTERNACIONAL DOS GUARARAPES E PRENDE UMA BRASILEIRA POR TRÁFICO INTERESTADUAL DE ENTORPECENTES”.





A Polícia Federal em Pernambuco, prendeu em flagrante no dia 15/04/2019, por volta das 9h, no Aeroporto Internacional dos Guararapes/Gilberto Freyre IVANUBE DA SILVA CRUZ, solteira,  30 anos, ajudante de cozinha, natural de Rio Branco/AC e residente em Porto Velho/RO-(possui antecedentes criminais-já foi presa por tráfico de drogas).

A prisão aconteceu durante fiscalização de rotina destinada a reprimir o tráfico internacional e doméstico de entorpecentes no Aeroporto Internacional dos Guararapes – Gilberto Freyre. Os Policiais Federais ao selecionarem algumas bagagens oriundas de um voo vindo de Manaus/AM para serem submetidas ao aparelho de raios-x e perceberam que uma das malas selecionadas continha em seu interior alguns tabletes com conteúdo orgânico. A mala seguiu seu curso normal na esteira e quando a sua proprietária a retirou os policiais a convidaram para comparecer até à sala de imigração a fim de que fosse submetida a uma entrevista preliminar.

A passageira acabou ficando muito nervosa, impaciente e inquieta quando os federais começaram a lhe fazer algumas perguntas e não soube explicar o local em que iria ficar hospedada em Recife e quanto tempo permaneceria no estado. A ação teve seu desfecho final quando os policiais federais ao procederem a abertura de sua mala identificaram 05 (cinco) tabletes que ao passar pelo exame narcoteste resultou positivo para cocaína, totalizando um peso bruto de 5.3Kg (cinco quilos e trezentos gramas). Além da droga também foram apreendidos documentos e 01 (um) aparelho celular.*

Terminado os trabalhos investigativos e tendo sido a droga encontrada, a suspeita recebeu voz de prisão em flagrante foi informada dos seus direitos e garantias constitucionais e em seguida levada para a sede da Polícia Federal no Cais do Apolo, onde acabou sendo autuada pela prática do crime contido no artigo 33 c/c artigo 40 inciso V da Lei nº 11.343/2006 (tráfico interestadual de entorpecentes) e caso seja condenada poderá pegar penas que variam de 5 a 15 anos de reclusão.  Após a autuação, a presa realizou Exame de Corpo de Delito no IML-Instituto de Medicina Legal, passou pela audiência de custódia onde foi CONFIRMADA A SUA PRISÃO PREVENTIVA para em seguida ser conduzido para a Colônia Penal Feminina do Bom Pastor, onde ficará à disposição da Justiça Estadual/PE.

Em seu interrogatório a presa deu poucos detalhes sobre sua participação no tráfico de drogas, limitando-se a dizer que recebeu a droga no Aeroporto de Porto Velho/RO para ser entregue a um traficante de Recife/PE e pelo serviço de transporte iria receber a quantia de R$ 3 mil reais.



ASCOM - PF
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sábado, 13 de abril de 2019

“POLÍCIA FEDERAL PRECEDE AUTUAÇÃO EM FLAGRANTE DE DUAS MULHERES PRESAS PELA POLÍCIA MILITAR (21º BPM-VITÓRIA/PE) QUANDO ESTAVAM TENTANDO APLICAR GOLPE CONTRA A AGÊNCIA DO INSS DE ESCADA/PE”




A Polícia Federal em Pernambuco autuou em flagrante no dia 10/04/2019, por volta das 16h, JUDITH MARIA BATISTA DE LIMA, 66 anos, viúva, aposentada e residente em Garanhuns/PE e JOSEFA DE FÁTIMA BARROS, 33 anos, casada, agricultora, natural e residente em Buíque/PE.

As prisões aconteceram quando as duas suspeitas estavam na agência do INSS de Escada/PE tentando reativar um benefício previdenciário de amparo ao idoso que havia sido cancelado por fraude no dia 12/03/2019, usando para isso documentos falsificados em nome de JUDITH BARBOSA MILITÃO DA SILVA.

A idosa havia apresentado uma informação de que seu benefício havia sido suspenso e que queria reativá-lo para receber os valores atrasados do mês janeiro, o qual não havia sacado. Os servidores da agência perceberam que em tal benefício constava dois pedidos de transferência para cidades da Paraíba e que foram apresentadas para saques identidades de mesmo número e nome do titular, porém com fotos diferentes da apresentada; Ao ser constatada a fraude as duas mulheres foram detidas e a Polícia Militar foi acionada comparecendo na agência onde efetuou as prisões.

Terminado os trabalhos ostensivos ambas receberam voz de prisão em flagrante, foram informadas dos seus direitos e garantias constitucionais e sem seguida foram encaminhadas para a Superintendência da Polícia Federal no Cais do Apolo, bairro do Recife Antigo para os procedimentos de Polícia Judiciária onde acabaram sendo autuados pela prática contida no artigo 304 do Código Penal (uso de documento falso), e caso sejam condenadas poderão pegar penas que variam de 2(dois) a 6(seis)anos de reclusão, além de multa.

Em seu interrogatório a idosa informou que por estar passando por situação financeira difícil para comprar os remédios de diabetes resolver aceitar a proposta de um aliciador (não deu detalhes) para que fosse até a agência previdenciária sacar valores de benefícios fraudulentos e para isso receberia por cada benefício fraudulento de R$ 300,00 (trezentos reais). Disse também que recebia toda a documentação pronta e que não é a primeira vez que fazia esse tipo de saque ilegal. Por fim disse que recebeu a quantia de valores atrasados também na agencia do INSS de Monteiro/PB e que JOSEFA a estava acompanhando. Já a segunda mulher informou que também foi aliciada e que seu papel seria apenas o de acompanhar a idosa para retirar os valores de seu benefício e para isso receberia a quantia de R$ 200,00 (duzentos) reais.

As duas fizeram exame de Corpo de Delito do IML-Instituto de Medicina Legal em seguida foram encaminhadas para a audiência de custódia onde a idosa de 66 anos teve a sua prisão preventiva confirmada sendo encaminha para a Colônia Penal Feminina e a outra suspeita foi liberada.


Diário de Pernambuco
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quinta-feira, 4 de abril de 2019

EX-GOVERNADOR DO PT DE MINAS GERIAS, VIRA RÉU EM AÇÃO PENAL E RESPONDERÁ PROCESSO POR LAVAGEM DE DINHEIRO: IMPRENSA MARROM ESCONDEU DO POVO


O ex-governador de Minas Gerais Fernando Pimentel (PT) se tornou réu em ação penal na qual passará a responder pelas acusações de lavagem de dinheiro e tráfico de influência em benefício próprio, num processo relativo a investigações sobre atos praticados nas eleições de 2014.

O processo que estava parado no Superior Tribunal de Justiça foi enviada para a Justiça Eleitoral de Minas Gerais. Pimentel caiu no radar das investigações da Operação Acrônimo, que apontaram que o petista teria cometido os crimes durante o tempo em que atuou como ministro da Indústria, Comércio Exterior e Serviços no governo da ex-presidente Dilma Rousseff.

Segundo o G1, "Além dele, outras quatro pessoas são acusadas na ação, por suposto envolvimento em emissão de notas fiscais falsas para lavar dinheiro de propina. A defesa de Fernando Pimentel disse que só vai se manifestar nos autos".



G1 MG

Imprensa Viva
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