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sexta-feira, 12 de março de 2021

Autoridades médicas da Europa defendem o uso de Ivermectina no tratamento da COVID-19



O uso da Ivermectina no tratamento preventivo da Covid-19 volta a ser debatido em várias partes do mundo. Em Portugal, um grupo de médicos pediu às autoridades de Saúde a inclusão da Ivermectina no combate ao novo coronavírus.


"Nos países Africanos, morreram até hoje o que morre por dia aqui, usam Ivermectina e Hidroxicloroquina há décadas.

Austrália, onde foi feito o estudo da Ivermectina, baixíssimas mortes.

Mais tentem a sorte na UTI."

REDETV NEWS

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sexta-feira, 12 de fevereiro de 2021

Pessoas vacinadas podem eventualmente infetar sem ficarem doentes, alerta a OMS

 


A cientista-chefe da Organização Mundial da Saúde (OMS) admitiu hoje que pessoas vacinadas contra a covid-19 podem eventualmente transmitir o novo coronavírus, porque podem ficar infetadas ainda que não fiquem doentes.

Soumya Swaminathan falava na videoconferência de imprensa regular da OMS sobre a evolução da pandemia da covid-19, a partir da sede da organização, em Genebra, na Suíça.

Segundo a médica e cientista indiana, "não é claro" se as vacinas para a covid-19, já autorizadas e administradas em diversos países, incluindo Portugal, previnem a infeção pelo coronavírus SARS-CoV-2, na origem da doença respiratória, sendo necessários mais estudos.

"Pode haver infeção, mas uma carga viral inferior", disse Soumya Swaminathan, alertando para a importância de as pessoas, mesmo vacinadas, continuarem a adotar medidas de proteção, como o uso de máscara, o distanciamento físico e a lavagem frequente das mãos, pois "podem eventualmente transmitir o vírus" apesar de não ficarem doentes.

A cientista-chefe sublinhou que os ensaios clínicos revelaram "uma clara proteção" das vacinas contra a doença grave.


Por RTP


Blog do Alberto Barbosa

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terça-feira, 23 de abril de 2019

EM JATAÚBA, PE: Secretária de Saúde entrega Lembrancinha de Páscoa para Pacientes internos e funcionários da UMAAC como ação do projeto #HUMANIZASUS


Neste domingo de Páscoa a secretária de saúde Anne Gabrielle não deixou passar em branco um dia tão especial como a Páscoa para os pacientes internos e funcionários da UMAAC. Todos receberam uma pequena lembrancinha para adoçar seu domingo de Páscoa, até os mais pequeninos e recém nascido também receberam. 



A secretária de saúde relata que ações de humanização na saúde iniciaram em sua primeira gestão na saúde em 2014 com o acolhimento e classificação de ricos e pequenas ações vivenciando datas comemorativas para funcionários e pacientes principalmente no hospital, uma vez que muitas vezes nessas datas comemorativas tanto pacientes como funcionários que estão trabalhando ou internos, desejam vivenciar esse momento com sua família e não podem, a gestão vem trazendo essas ações para dentro do hospital como forma de humanização e valorização profissional. Finalizando sua fala com o desejo de uma feliz Páscoa para todos os nossos munícipes.

 
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Blog do Alberto Barbosa


ASCOM - Sec. de Saúde
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terça-feira, 13 de novembro de 2018

SEIS HORAS DE ESPERA ÔNIBUS DO TFD DE GARANHUNS QUEBROU: Um dos ônibus que fazem o Transporte Fora do Domicílio quebra na Serra das Russas


Não é brincadeira os pacientes que necessitam usar o Transporte Fora do Domicílio - TFD,  para ir fazer consultas e tratamentos na capital de Pernambuco. Há algum tempo temos recebido várias denúncias dos acontecimentos no trajeto e principalmente na chegada a Recife. O fato é que além de todos os constrangimentos que os pacientes e acompanhantes têm que passar, vem agora a falta de manutenção do transporte, onde nesta segunda-feira, (12/11), ficou quebrado por mais de seis horas em um lugar que há um fluxo intenso de veículos na Serra das Russas próximo a Vitória de Santo Antão.

Pelos menos 6 horas de espera, até que um guincho aparecesse para o "resgate do ônibus" porque as pessoas continuaram no local por mais tempo. "Não é fácil pra nós que precisamos desse transporte para fazer tratamento em Recife, já é um absurdo ter que sair da nossa cidade para nos tratar tão longe e ainda passar por tudo isso. Mas só temos que agradecer ao governo do estado por nos tratar como bichosUma pessoa que tira as cirurgias e não paga devidamente aos médicos para realizarem esse tipos de trabalho, não merece respeito. Agora ainda temos que aguentar esse infeliz durante mais quatro anos. Dessa vez ele explode uma bomba dentro dos ônibus do TFD." Indignado desabafou um acompanhante que sofre todos os meses para ir a Recife com uma pessoa da família.

O Portal Agreste em Alerta está a disposição da Secretaria da Saúde de Garanhuns, para que seja resolvido essa situação urgentemente, pois não é a primeira vez que denúncias são feitas por usuários. Além de tudo às pessoas reclamam que não há casa de apoio para quem necessita ficar mais dias para agilizar o tratamento.


Do Portal em Alerta
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quarta-feira, 30 de maio de 2018

GRAVE: Mais de 80% dos pacientes com câncer não estão conseguindo chegar ao HUOC, por causa da paralisação dos caminhoneiros

Hospital Universitário Oswaldo Cruz

desabastecimento de combustíveis vem atingindo em cheio os tratamentos médicos em várias unidades do Recife. O problema não está na falta de insumos hospitalares, nem de medicamentos, mas no transporte de muitos pacientes que não têm conseguido transporte para chegar às unidades. A situação ainda é pior para aqueles que moram no Interior. No Centro de Oncologia (Ceon) do Hospital Universitário Oswaldo Cruz (HUOC), localizado no bairro de Santo Amaro, na área central do Capital, mais de 80% dos pacientes vem faltando ao ambulatório desde a segunda-feira (28) para a realização de consultas, exames e quimioterapia. O que deve agravar a situação da doença.

Encontrou dificuldades para chegar a hospitais? Manda informações e fotos para o WhatsApp do Portal FolhaPE, no (81) 9.8187-9290.

“O fluxo ainda está bem reduzido. No ambulatório de oncologia circulam, em média, 300 pessoas numa segunda-feira típica, mas nesta segunda tivemos cerca de 50 apenas”, contabilizou a gestora do Ceon, Cristiana Tavares. Segundo ela, a grande maioria dos pacientes é de regiões fora da RMR e dependem de ônibus e carros para chegar até o serviço. A médica reforçou que todos os estoques do Ceon estão completos. No Hospital das Clínicas (HC), ligado à Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), o percentual de falta dos pacientes também é alto: 70% dos homens e mulheres atendidos lá não compareceram nos últimos dias.

Em nota, o HC informou que os ambulatórios estão mantendo as consultas já agendadas, conforme disponibilidade de cada clínica. Durante esse período de desabastecimento de combustíveis, as internações estão sendo realizadas respeitando os casos graves ou aqueles que podem ter evolução negativa para a saúde do paciente, como as cirurgias oncológicas, as urgências e emergências da Maternidade de Gravidez de Alto Risco, entre outros. 

As cirurgias no HC são realizadas respeitando a lista de prioridades de cada chefia de clínica e verificando a disponibilidade da Unidade de Processamento de Materiais Esterilizados e de suprimentos do dia. Cada chefia de clínica está priorizando as altas possíveis de pessoas internadas, cabendo ao hospital o compromisso de fornecer a medicação para que o paciente faça o uso em casa, quando for o caso. Quanto a suprimentos e insumos, o HC está abastecido e segue monitorando dia a dia os seus estoques.



Folha PE
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terça-feira, 17 de abril de 2018

Câncer é a principal causa de mortes em 516 municípios do Brasil


O câncer já é a principal causa de morte em 10% das cidades brasileiras — 516 dos 5.570 municípios do Brasil. Se o cenário permanecer o mesmo, a tendência é que, até 2029, os tumores malignos sejam responsáveis pela maioria dos óbitos no país. O levantamento, baseado em dados do Sistema de Informação de Mortalidade (SIM), com base no DataSus, foi divulgado ontem pelo Observatório de Oncologia do movimento Todos Juntos Contra o Câncer, em parceria com o Conselho Federal de Medicina (CFM).
Os dados mostram que as cidades onde a neoplasia é a principal responsável pela morte estão localizadas nas regiões mais desenvolvidas do país, justamente onde a expectativa de vida e o Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) são maiores. Dos 516 municípios onde os tumores matam mais, 80% ficam no Sul (275) e Sudeste (140). No Nordeste, estão 9% (48); no Centro-Oeste, 7% (34); e no Norte, 4% (19).

Para a coordenadora do movimento e presidente e da Associação Brasileira de Linfoma e Leucemia (ABRALE), Merula Steagall, há a suspeita de que o número pode estar sendo subnotificado nas regiões mais pobres e com menos estrutura de diagnóstico. “Em lugares que não têm muita estrutura, podem ter mortes que não tenham sido registradas, porque sequer chegaram a um diagnóstico precoce. Os pacientes que conseguiram ser diagnosticados e tratados, em regiões mais avançadas, foram notificados”, explicou.

A especialista alertou ainda para a necessidade de se investir em exames de prevenção para conseguir identificar o câncer ainda em estágio inicial. Contudo, o tempo de espera na rede pública, desde o diagnóstico até o início do tratamento, é de oito meses — seis meses até a descoberta da doença e até 60 dias para a intervenção médica. “Não é o ideal, mas 80% da população ainda consegue atingir essa meta. Mais importante que investir em unidades de saúde, é ampliar os centros especializados”, acrescentou.

Tabela 1. Quantidade de municípios onde o câncer é a principal causa de morte, segundo região do Brasil e Unidade da Federação – 2015


Região
Municípios
Estado
Municípios
CENTRO-OESTE
34
Goiás
16
Mato Grosso
16
Mato Grosso do Sul
2
NORDESTE
48
Bahia
11
Ceará
4
Maranhão
1
Paraíba
15
Pernambuco
1
Piauí
3
Rio Grande do Norte
11
Sergipe
2
NORTE
19
Acre
1
Amazonas
3
Pará
1
Rondônia
2
Roraima
1
Tocantins
11
SUDESTE
140
Espírito Santo
3
Minas Gerais
84
Rio de Janeiro
1
São Paulo
52
SUL
275
Paraná
40
Rio Grande do Sul
140
Santa Catarina
95


O Rio Grande do Sul é a unidade da Federação com o maior número de municípios onde o câncer é a primeira causa de morte: 140. Enquanto em todo o país as mortes por tumores malignos representam 16,6% do total, no território gaúcho esse índice chega a 33,6%. O Distrito Federal e o Amapá, por sua vez, não contabilizaram nenhuma morte por neoplasia em 2015, ano-base para a pesquisa. Já no Rio de Janeiro, somente uma cidade aparece no levantamento: Cambuci, no Norte Fluminense. Nesta cidade, a taxa de morte por câncer registrada foi de 19 a cada 10 mil habitantes.

Tabela 2. Quantidade de óbitos nos 516 municípios, segundo sexo, região do Brasil e Unidade da Federação – 2015

Região
Estado
Masculino
Feminino
CENTRO-OESTE
Mato Grosso
66
58%
47
42%
Goiás
42
52%
39
48%
Mato Grosso do Sul
1
25%
3
75%
NORDESTE
Alagoas
12
60%
8
40%
Bahia
160
59%
113
41%
Rio Grande do Norte
52
58%
37
42%
Piauí
31
57%
23
43%
Pernambuco
31
55%
25
45%
Maranhão
34
54%
29
46%
Sergipe
8
53%
7
47%
Paraíba
77
51%
74
49%
Ceará
28
49%
29
51%
NORTE
Amazonas
22
73%
8
27%
Roraima
5
71%
2
29%
Acre
12
71%
5
29%
Rondônia
12
67%
6
33%
Tocantins
100
55%
81
45%
Pará
15
54%
13
46%
SUDESTE
Espírito Santo
38
69%
17
31%
Rio de Janeiro
19
66%
10
34%
Minas Gerais
694
57%
519
43%
São Paulo
703
56%
547
44%
SUL
Paraná
689
60%
461
40%
Santa Catarina
1016
56%
788
44%
Rio Grande do Sul
1633
56%
1293
44%
Total
5500
57%
4184
43%

Infartos

Em 2015, o número de mortes por câncer aumentou 90%, se comparado com os dados registrados em 1998. No mesmo período, houve uma alta de 36% entre as vítimas de doenças cardiovasculares. Ou seja, o crescimento das mortes por câncer foi quase três vezes mais rápido do que daquelas provocadas por infartos ou derrames. A oncologista clínica do Instituto Onco-Vida Andreza Souto explica que a neoplasia cresceu muitos nesses últimos anos, porque é uma doença que está diretamente ligada à longevidade. ''A relação da genética com o câncer é entre 5% e 10%. É uma doença multifatorial, que depende de bons hábitos de vida, prevenção e acesso à saúde básica”, ressaltou.

Tabela 3. Quantidade de óbitos nos 516 municípios, segundo faixas etárias – 2015


Faixa Etária
Quantidade de Óbitos
0 a 9 anos
56
10 a 19 anos
71
20 a 29 anos
109
30 a 39 anos
252
40 a 49 anos
690
50 a 59 anos
1700
60 a 69 anos
2408
70 a 79 anos
2474
80 anos e mais
1925


Para o 1º secretário do CFM, Hermann von Tiesenhausen, é importante refletir e discutir sobre o avanço da doença no país, especialmente no momento em que os candidatos a cargos eletivos elegem suas prioridades para essas eleições. “Este diagnóstico revela um grave problema de saúde pública. É preciso conter essa epidemia e manter a obediência aos princípios constitucionais que regulam a assistência nas redes pública, suplementar e privada no Brasil.”

Tabela 4. Quantidade CACONs e UNACONs, segundo região do Brasil e Unidade da Federação – 2017.


Região
Estado
CACON/UNACON
CENTRO-OESTE
Distrito Federal
21
4
Goiás
5
Mato Grosso do Sul
7
Mato Grosso
5
NORDESTE
Alagoas
59
5
Bahia
15
Ceará
8
Maranhão
4
Paraíba
4
Pernambuco
10
Piauí
3
Rio Grande do Norte
8
Sergipe
2
NORTE
Acre
11
1
Amazonas
1
Amapá
1
Pará
4
Rondônia
1
Roraima
1
Tocantins
2
SUDESTE
Espirito Santo
138
8
Minas Gerais
33
Rio de Janeiro
28
São Paulo
69
SUL
Paraná
67
24
Santa Catarina
15
Rio Grande do Sul
28
Total
296
296


Faixa Etária
Quantidade de Óbitos
0 a 9 anos
56
10 a 19 anos
71
20 a 29 anos
109
30 a 39 anos
252
40 a 49 anos
690
50 a 59 anos
1700
60 a 69 anos
2408
70 a 79 anos
2474
80 anos e mais
1925
 


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