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segunda-feira, 25 de março de 2019

O SANTO DA ESQUERDA BRASILEIRA:Terrorista Battisti confessa que era realmente um assassino


Cesare Battisti, ex-integrante do grupo terrorista Proletários Armados pelo Comunismo (PAC), admitiu pela primeira vez sua participação nos quatro homicídios pelos quais foi condenado à prisão perpétua.
Battisti confessou os crimes perante Alberto Nobili, que coordena o órgão antiterrorismo do Ministério Público de Milão, pouco mais de dois meses depois de ter sido extraditado à Itália para cumprir sua pena.
Segundo Nobili, a admissão confirma tudo o que está na sentença contra Battisti, incluindo os quatro homicídios e “uma maré de roubos e furtos para autofinanciamento”.
“Eu falo apenas de minhas responsabilidades, não delatarei ninguém. Estou ciente do mal que fiz e peço desculpas aos familiares [das vítimas]”, afirmou Battisti, de acordo com o procurador, que acrescentou que a confissão é um “reconhecimento importante ao trabalho dos magistrados”.
Nobili é responsável pelo inquérito que investiga as supostas ajudas recebidas por Battisti em seu período de fuga. Em sua admissão de culpa, o italiano disse ao procurador que usara suas declarações de inocência para “obter apoios da extrema esquerda na França, no México, no Brasil e do próprio Lula”. “Não tive nenhuma cobertura oculta”, acrescentou
A confissão foi feita no último fim de semana, na penitenciária da Sardenha onde ele cumpre pena de prisão perpétua. “Battisti admitiu ter participado diretamente dos quatro homicídios, sendo que foi o executor material em dois deles”, reforçou Francesco Greco, chefe do Ministério Público de Milão.
Os crimes – Cesare Battisti foi condenado na Itália por terrorismo e participação em quatro assassinatos cometidos na década de 1970, período marcado por uma intensa violência política e conhecido como “Anos de Chumbo”.
A primeira vítima foi Antonio Santoro, um marechal da polícia penitenciária de 52 anos. Ele vivia uma vida tranquila com a mulher e três filhos em Údine, mas, em 6 de junho de 1978, foi morto pelo PAC.
Segundo os investigadores, os assassinos o esperaram na saída da prisão e o balearam. A Justiça diz que Battisti e uma cúmplice foram os autores dos disparos, e os dois teriam trocado falsas carícias até o momento do atentado.
Em 16 de fevereiro de 1979, o grupo fez uma ação dupla, assassinando o joalheiro Pierluigi Torregiani, em Milão, e o açougueiro Lino Sabbadin, em Mestre, parte de Veneza que fica em terra firme. Tanto Torregiani quanto Sabbadin haviam matado ladrões a tiros em tentativas de roubo, e os atentados teriam sido uma vingança.
O açougueiro também era militante do partido neofascista Movimento Social Italiano (MSI). “A admissão é um passo adiante, uma confirmação de sua culpa. Espero que ele não tenha admitido os homicídios por outros motivos, talvez para obter uma indulgência que ele não merece”, disse à ANSA Adriano Sabbadin, filho de Lino Sabbadin. Ele reconheceu que não esperava a confissão.
A quarta vítima foi o policial Andrea Campagna, morto a sangue frio em 19 de abril de 1979, em Milão.
Fuga – Battisti foi condenado em contumácia e passou quase 40 anos foragido. Boa parte desse período foi vivido no Brasil, onde ele chegou a ganhar refúgio do então ministro da Justiça, Tarso Genro. A decisão seria revogada pelo Supremo Tribunal Federal (STF), mas Luiz Inácio Lula da Silva, no último dia de seu segundo mandato, decidiu autorizar sua permanência no país.

Cesare Battisti, ex-integrante do grupo terrorista Proletários Armados pelo Comunismo (PAC), admitiu pela primeira vez sua participação nos quatro homicídios pelos quais foi condenado à prisão perpétua.
Battisti confessou os crimes perante Alberto Nobili, que coordena o órgão antiterrorismo do Ministério Público de Milão, pouco mais de dois meses depois de ter sido extraditado à Itália para cumprir sua pena.
Segundo Nobili, a admissão confirma tudo o que está na sentença contra Battisti, incluindo os quatro homicídios e “uma maré de roubos e furtos para autofinanciamento”.
“Eu falo apenas de minhas responsabilidades, não delatarei ninguém. Estou ciente do mal que fiz e peço desculpas aos familiares [das vítimas]”, afirmou Battisti, de acordo com o procurador, que acrescentou que a confissão é um “reconhecimento importante ao trabalho dos magistrados”.
Nobili é responsável pelo inquérito que investiga as supostas ajudas recebidas por Battisti em seu período de fuga. Em sua admissão de culpa, o italiano disse ao procurador que usara suas declarações de inocência para “obter apoios da extrema esquerda na França, no México, no Brasil e do próprio Lula”. “Não tive nenhuma cobertura oculta”, acrescentou
A confissão foi feita no último fim de semana, na penitenciária da Sardenha onde ele cumpre pena de prisão perpétua. “Battisti admitiu ter participado diretamente dos quatro homicídios, sendo que foi o executor material em dois deles”, reforçou Francesco Greco, chefe do Ministério Público de Milão.
Os crimes – Cesare Battisti foi condenado na Itália por terrorismo e participação em quatro assassinatos cometidos na década de 1970, período marcado por uma intensa violência política e conhecido como “Anos de Chumbo”.
A primeira vítima foi Antonio Santoro, um marechal da polícia penitenciária de 52 anos. Ele vivia uma vida tranquila com a mulher e três filhos em Údine, mas, em 6 de junho de 1978, foi morto pelo PAC.
Segundo os investigadores, os assassinos o esperaram na saída da prisão e o balearam. A Justiça diz que Battisti e uma cúmplice foram os autores dos disparos, e os dois teriam trocado falsas carícias até o momento do atentado.
Em 16 de fevereiro de 1979, o grupo fez uma ação dupla, assassinando o joalheiro Pierluigi Torregiani, em Milão, e o açougueiro Lino Sabbadin, em Mestre, parte de Veneza que fica em terra firme. Tanto Torregiani quanto Sabbadin haviam matado ladrões a tiros em tentativas de roubo, e os atentados teriam sido uma vingança.
O açougueiro também era militante do partido neofascista Movimento Social Italiano (MSI). “A admissão é um passo adiante, uma confirmação de sua culpa. Espero que ele não tenha admitido os homicídios por outros motivos, talvez para obter uma indulgência que ele não merece”, disse à ANSA Adriano Sabbadin, filho de Lino Sabbadin. Ele reconheceu que não esperava a confissão.
A quarta vítima foi o policial Andrea Campagna, morto a sangue frio em 19 de abril de 1979, em Milão.
Fuga – Battisti foi condenado em contumácia e passou quase 40 anos foragido. Boa parte desse período foi vivido no Brasil, onde ele chegou a ganhar refúgio do então ministro da Justiça, Tarso Genro. A decisão seria revogada pelo Supremo Tribunal Federal (STF), mas Luiz Inácio Lula da Silva, no último dia de seu segundo mandato, decidiu autorizar sua permanência no país.
Resultado de imagem para BATTISTI E LULA
Em liberdade, Battisti iniciou uma existência tranquila em Cananeia (SP), teve um filho e contou com apoio constante de militantes de esquerda que defendiam sua inocência.
Em todo o seu período de fuga, Battisti sempre se declarou inocente e dizia ser vítima de um “processo político”. Após o então presidente Michel Temer ter ordenado sua extradição, em dezembro passado, ele fugiu para a Bolívia, onde seria detido no mês seguinte.
Atualmente, Battisti cumpre pena de prisão perpétua na penitenciária de Oristano, na Sardenha, em regime de isolamento diurno por seis meses. Ele tenta converter a sentença para 30 anos de prisão, pena máxima da legislação brasileira.


Portal S1
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domingo, 5 de novembro de 2017

Réu confesso: Ex-padastro estuprou e matou a menina Alanna Ludmila


Preso, "Robert Serejo Oliveira, ex-padrasto de Alanna Ludmila é réu confesso". Ele assumiu autoria do crime em depoimento na tarde de hoje. Sem expressar arrependimento ou comoção, Serejo afirmou que se dirigiu à casa da vítima com intenção de matá-la, sem contar com auxílio de terceiros para execução do plano. O criminoso será encaminhado para o Centro de Triagem de Pedrinhas e seguirá para área de isolamento.
Segundo a delegada responsável pelos casos de feminicídio, Viviane Azambuja, a intensão de Robert sempre foi matar a vítima. ”Ele chamou a menina pela janela, como ela não atendeu, ele pulou o muro e, com uma chave, teve acesso. Abriu a grade dos fundos e adentrou. Segundo informações do próprio Robert, ela estava saindo do banheiro somente de blusa e toalha. Ele a agarrou e encobriu os gritos da vítima com a própria mão. Em seguida, a violentou sexualmente e finalizou com a morte por asfixia, já que colocou sacos plásticos na cabeça de Ludmila”, informou a delegada.
Confira a coletiva na íntegra:
 Tentativa de fuga
Robert foi encontrado na manhã deste sábado, quando tentava fugir para o interior do estado e acabou embarcando em uma van na qual os sargentos Burgos e César, lotados no 6º BPM, estavam a caminho de um evento esportivo no município de Pirapemas. Robert  foi reconhecido pelos policias que, imediatamente, solicitaram que o motorista parasse o veículo na barreira policial da BR-135. Deu-se a captura. O réu trajava a mesma roupa de quando prestou o primeiro depoimento, na madrugada desta quinta-feira, dia 2, após o desaparecimento da pequena Ludmila.

Comoção e sentimento de justiça marcam enterro de Alanna Ludmila

Com muita comoção e revolta, familiares e amigos deram o último adeus à  Alanna Ludmila na manhã deste sábado, dia 4. "O corpo da menina foi velado na Unidade Integrada Marly Sarney, no Maiobão, em Paço do Lumiar, região Metropolitana de São Luís-MA". Centenas de pessoas, vizinhos, amigos mais próximos e curiosos, sensibilizados com a perda, passaram pelo local. A família, no entanto, precisou lidar com a revolta de populares, causada pela divulgação de informações ainda não confirmadas pela Polícia e boatos espalhados pelas redes sociais.

Robert Oliveira, ex-padrasto de Alanna, é o principal suspeito de ter cometido o crime
Ao fim do sepultamento e num ato de conforto à família, os presentes cantaram novamente em homenagem à menina Alanna, desta vez a canção “Noites Traiçoeiras”. Durante toda a ocasião, o sentimento era também de busca por justiça. Os cartazes expunham a foto de Robert Serejo, ex-padrasto da menina e principal suspeito de ter cometido o crime, que foi encontrado no final da manhã deste sábado, 04. 
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sexta-feira, 20 de outubro de 2017

‘Eu amei matar seus filhos’, diz padastro que matou adolescente de 17 anos


Jazonias Araújo da Silva, 56, foi preso na terça-feira, 17, por uma guarnição da Polícia Militar em uma lanchonete às margens do Rio do Sangue sentido a Juara confessou a autoria do assassinato de seu enteado Cristian Marques de 17 anos e da tentativa do irmão dele de 15 anos na cidade de Juína, Mato Grosso.
Após analisar as provas e a confissão do acusado, o juiz Vagner Dupim Dias, deferiu o pedido de prisão que foi representado pelo delegado de polícia José Carlos Damian. Porém não foi só os crimes praticado por ele que chocou a população e deixou a família abalada e destruída com tamanha violência. Não contente com a crueldade e covardia, o acusado enviou na noite do velório de Cristian, mensagens via aplicativo WhatsApp para a mãe do menino.
 E ai Lu! Você gostou de ver seus dois filhos mortos? Gostou? Eu amei matar- disse. Ao ouvir esse áudio, familiares ficaram sem chão e muito abalados. Segundo a família, ela foi enviada por Jazonias próximo de onde ocorria o velório do enteado. Havia outro corpo sendo velado na AME, ao ver os dois caixões, Jazonias teve a conclusão que teria ceifado a vida dos meninos.
Também afirmaram que ouviram aos fundos (som ambiente), da mensagem no whatsApp, a voz de um tio das vítimas que estava no velório. Essas mensagens foram visualizadas e ouvidas somente no dia seguinte quando o assassino foi preso pela PM.
Em outra mensagem ele diz que está indo embora. -“Bom Lu, adeus para você. Eu tô indo embora e você vai ficar só na saudade”. O inquérito policial deverá ser concluído nos próximos dias, outras pessoas poderão ser ouvidas pela polícia. Jazonias foi encaminhado ontem à noite para o CDP e ficará à disposição da justiça.
Fonte: Juína News


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