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domingo, 20 de janeiro de 2019

quarta-feira, 31 de janeiro de 2018

É HOJE: Superlua azul de sangue surge pela primeira vez em 150 anos dia 31

No dia 31 de janeiro de 2018 será possível observar no céu a segunda Superlua do ano, desta vez combinada com os fenômenos da lua de sangue e lua azul, um combo que não se repete há 150 anos. Em plena quarta-feira, evento vai contar com uma programação especial para observação.
Para aqueles que querem observar o fenômeno, ocorrerá um luau astronômico no campo de futebol da Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE), em Dois Irmãos, a partir das 18h. O evento, organizado pela equipe do departamento de física da universidade, também contará com uma peça de teatro para a Lua.
O fenômeno é chamado de Lua Azul, quando existem duas Superluas no mesmo mês, fato registrado a cada dois anos e meio. De acordo com o professor de física da UFRPE Antônio Carlos Silva haverá também um eclipse total, que configura a tal “lua de sangue”, mas desta vez, o fenômeno não será visto do Brasil. “É uma pena não podermos observar o eclipse total da superlua azul. O fenômeno só será observado da Ásia. Porém, a lua estará maior e mais brilhante, permitindo uma linda observação, apesar da lua não se transformar em um bola azul”, comenta.


Curiosamente

Com Blog do Alberto Barbosa




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sexta-feira, 21 de julho de 2017

Mancha gigante encontrada no Sol pode causar blecaute na Terra, diz NASA

Nasa/Divulgação

Uma mancha enorme encontrada no Sol pode ocasionar erupções solares perigosas para a Terra. O buraco tem cerca de 120 mil km de extensão e pode causa blecautes na Terra, além de derrubar satélites de comunicação e criar tempestades de radiação.
O observatório de Dinâmica Solar da Nasa observou a mancha, nomeada como AR2665, na última semana, mas tinha esperanças de que ela sumiria. Manchas solares são áreas mais escuras e frias na superfície do Sol, causada por interações no campo magnético do astro. Elas normalmente aparecem em áreas de atividade magnética intensa e, quando energia é liberada, erupções solares e tempestades enormes ocorrem no Sol.
Essas tempestades podem criar auroras lindas ao redor do mundo, mas também causar problemas em redes elétricas, causando blecautes em algumas áreas. “Uma nova mancha solar parece estar crescendo muito rápido. Essa é a primeira a aparecer após o sol ficar dois dias sem nenhuma mancha e é a única presente no momento. Pode ser a fonte de erupções solares, mas é cedo para prever o que vai acontecer”, declarou a NASA em depoimento, de acordo com o portal de notícias do Daily Mail. Por se tratar de uma mancha recente, os cientistas ainda não são capazes de saber o tipo exato de fenômenos que esta mancha específica causará.
Nasa/Divulgação

Curiosamente - NASA






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quarta-feira, 22 de fevereiro de 2017

Cientistas descobrem planetas com tamanhos parecidos ao da Terra em sistema a 40 anos-luz


A NASA descobriu novos planetas no sistema planetário da estrela TRAPPIST-1, localizada a 40 anos-luz do Sol. Segundo artigo publicado na revista "Nature" nesta quarta-feira (22), o sistema tem sete planetas com um tamanho próximo ao da Terra localizados em uma zona temperada, ou seja, com temperatura entre 0ºC e 100ºC.
Em maio de 2016, o astrofísico Michaël Gillon, da Universidade de Liège, na Bélgica, com a ajuda de colaboradores, havia relatado a existência de três destes exoplanetas que transitavam ao redor da estrela anã. Essa foi a primeira pista para os autores investigarem mais a fundo o sistema.
Desde a detecção desse primeiro trio de exoplanetas há quase 10 meses, os pesquisadores monitoraram a TRAPPIST-1 a partir do solo, com o Telescópio Liverpool, na Inglaterra, e do espaço, com a ajuda de equipamentos da agência espacial dos Estados Unidos. Com isso, as estimativas iniciais apontam que os seis planetas mais próximos da estrela anã têm massas que são semelhantes à da Terra, além de possivelmente terem estruturas rochosas.
De acordo com o artigo, três deles estão na chamada "zona habitável" podem conter oceanos de água em suas superfícies, o que abre a possibilidade para que o sistema tenha condições de abrigar vida.

Gillon e seus colegas apontam que as características e a interação do sétimo planeta com os mais próximos à estrela precisam ser esclarecidos. De qualquer forma, o grupo também disse que observações adicionais são necessárias para afirmar com mais certeza quais são as propriedades de cada um desses novos planetas.

Detalhes preliminares

  • O sistema da TRAPPIST-1 fica na constelação de Aquário. Essa estrela é mais fria e vermelha que o Sol, de um tipo muito comum na Via Láctea.
  • Ele contém sete planetas, que foram chamados de b, c, d, e, f, g e h.
  • O telescópio espacial Spitzer, da Nasa, observou a TRAPPIST-1 durante 21 dias em 2016.
  • O trânsito do planeta h, mais longe da estrela anã, só foi visto pelo Spitzer uma vez.
  • O planeta b precisa de 1,5 dia da Terra para completar a órbita do TRAPPIST-1.
  • Os maiores planetas, o g e o b, são cerca de 10% maiores que a Terra.
  • Já os menores, o d e o h, são cerca de 25% menores que o nosso planeta.


G1/Ciências e Saúde
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sexta-feira, 10 de fevereiro de 2017

Os 3 fenômenos astronômicos que ocorrem simultaneamente entre sexta e sábado


É hora de tirar do armário binóculos e telescópios porque entre a noite desta sexta-feira e a madrugada de sábado três fenômenos astronômicos vão ocorrer quase que simultaneamente: um eclipse lunar parcial, uma Lua de Neve e a passagem do cometa 45P.

O eclipse lunar ocorre quando a Terra fica entre a Lua e o Sol. Este alinhamento faz com que a sombra da Terra seja projetada sobre a Lua.
O que poderá ser observado neste fim de semana é conhecido como eclipse lunar penumbral: a Lua cheia vai perder um pouco do seu brilho intenso, como se houvesse um filtro ou véu na frente do disco lunar.
Segundo a Nasa, a agência espacial americana, o eclipse vai poder ser visto esta noite na Europa, África, oeste da Ásia e no leste das Américas do Sul e do Norte.
No Brasil, o fenômeno poderá ser observado de 20h34 até 0h53, pelo horário de Brasília de acordo com a Nasa.
Agora ou daqui a 5 anos
E o que é a Lua de Neve?
Este é o nome dado no hemisfério norte à primeira Lua cheia de fevereiro, época das tempestades de neve.
Entre algumas tribos indígenas da América do Norte, a Lua de Neve também é chamada de Lua da Fome, porque nesta época do ano é difícil caçar e conseguir alimentos.
Poucas horas depois do eclipse, será a vez do cometa 45P passar a cerca de 12 milhões de quilômetros da Terra - a menor distância desde 2011.
Descoberto em 1948, este cometa aparece a cada cinco anos e tem estado visível desde dezembro, de acordo com os astrônomos.
Quem quiser observá-lo esta noite vai notar uma luz tênue se movendo no céu. Se perder a chance, só em 2022...

Do: G1
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segunda-feira, 9 de janeiro de 2017

Casa Branca considera real risco de colisão de um asteroide com a Terra

Kevin Gill/Flickr


O governo dos Estados Unidos considera real o risco de colisão de um asteroide com a Terra. De acordo com informações do jornal do Reino Unido, The Sun, a casa Branca, inclusive, elaborou e divulgou um plano estratégico para lidar com um evento desse tipo. O documento “National Near-Earth Object Preparedness Strategy” ressalta que é improvável um impacto que ameace a vida na Terra nos próximos séculos, porém, o risco de impactos menores com dimensões catastróficas é real.
Esse é o primeiro plano oficial realizado pelo governo dos Estados Unidos para lidar com objetos espaciais próximos ao nosso planeta. Dados do Departamento de Defesa dos Estados Unidos mostram que, entre 1994 e 2013, 556 asteroides de pequenas proporções, com diâmetro entre um e 50 metros, penetraram a superfície terrestre.
O "asteroide de maior proporção a cair recentemente na Terra atingiu a superfície em 2013, na cidade de Chelyabinsk, na Rússia". Com 20 metros de diâmetro, liberou uma energia mais de 20 vezes maior que a liberada pelas primeiras bombas atômicas criadas. Também na Rússia, na cidade de Tunguska, um asteroide com 40 metros de diâmetros destruiu dois mil quilômetros quadrados de floresta. E, estimativas do governo dos EUA aponta que há cerca de 10 milhões de objetos nessas proporções próximos ao planeta Terra. “Um evento similar em uma área metropolitana poderia resultar em milhões de feridos e mortos”, diz o documento.
Por lei, a NASA é obrigada a identificar todos os asteroides com mais e 140 metros de diâmetro que ameaçam colidir com a Terra. Com essas proporções, eles tem potencial de destruição maior que a mais poderosa das armas nucleares já testadas.



Do: Diário de Pernambuco/Curiosamente
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quarta-feira, 2 de novembro de 2016

VIDA EM MARTE FOI DESCOBERTA HÁ 40 ANOS, DIZ ESTUDO

Nasa / Creative Commons
A vida em Marte pode ter sido descoberta há mais tempo do que pensamos: exatos 40 anos atrás. Amostras testadas pela sonda Viking, lançada no planeta vermelho na década de 1970, podem ter detectado a presença de micro-organismos, mas um estudo da Arizona State University e do Natural Institute of Health, dos Etados Unidos, publicado no jornal científico Astrobiology afirma que a controvérsia entre cientistas e possíveis problemas com a sonda serviram de justificativa para que a descoberta fosse colocada de lado.
Ainda na década de 1970, quando as sondas Vikings estavam prestes a serem lançadas no planeta vermelho, cientistas pensaram em um experimento capaz de comprovar a vida em Marte. Criaram uma solução de nutrientes que, interagindo com organismos presentes no solo, liberariam moléculas. Para ter certeza da veracidade do teste, solos diversos, desde o deserto do Atacama até solo da Antártida foram testados. Em marte, assim como na Terra, o solo também interagiu com os nutrientes, liberando moléculas radioativas.
O problema é que um segundo teste feito na terra não conseguiu encontrar reação semelhante, desacreditando cientistas. “É necessário pelo menos um milhão de células microbiais para detectar qualquer matéria orgânica. Os testes feitos na terra depois falharam sucessivamente, mas isso pode ter acontecido por causa da quantidade de perclorato no solo, que destruiu a matéria orgânica”, defende Gilbert Levin, um dos responsáveis pelo estudo.
“Você pode não concordar com o estudo, mas não pode denegrir o trabalho feito pelos cientistas. Você pode dizer que não há provas suficientes, mas, para nós, isso é só uma defesa tênue, já que ninguém questionaria esse resultado se ele tivesse sido obtido na terra”, afirma Levin em entrevista ao jornal científico PHYS.

Do: Curiosamente/Diário de Pernambuco
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quinta-feira, 8 de setembro de 2016

NASA TENTARÁ DESTRUIR NA PRÓXIMA SEMANA ASTEROIDE QUE PODE ACABAR COM A TERRA

(FOTO:  Pixabay)

No dia 8 deste mês, a NASA lançará a missão OSIRIS-REx, com o objetivo de investigar o asteroide Bennu, que poderá colidir e destruir a Terra em 120 anos.
“É o começo de uma viagem de sete anos para trazer amostras cristalinas do asteroide Bennu. A equipe construiu uma nave espacial incrível e estamos bem munidos para investigar Bennu e voltar com nosso tesouro científico”, afirmou o pesquisador principal da missão, Dante Lauretta. De acordo com pesquisas anteriores, Bennu poderá apresentar precursores moleculares para originar vida. Além disso, o conhecimento sobre sua estrutura e propriedades físicas e químicas permitirá aos especialistas ajudar a diminuir o impacto do asteroide.  
 Acredita-se que a nave alcançará Bennu em agosto de 2018 para reunir material de sua superfície e regressará em setembro de 2023. Durante a viagem, OSIRIS-REx orbitará por um ano ao redor do Sol e utilizará o campo gravitacional do planeta para se impulsionar até o asteroide.    

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domingo, 28 de agosto de 2016

Cientistas descobrem planeta habitável mais próximo da Terra.



Um grupo de cientistas descobriu um planeta semelhante a Terra. O Proxima b fica ao redor da estrela mais próxima do Sol, a Proxima Centauri, a pouco mais de quatro anos-luz de distância.

O pequeno planeta é rochoso e 30% mais massivo que a Terra. Isso, segundo os cientistas, permitiria a existência de água em estado líquido, fator primordial para o desenvolvimento da vida.

As avaliações permitiram concluir que o novo planeta completa uma volta ao redor de sua estrela a cada 11,2 dias, a uma distância de cerca de 7 milhões e meio de quilômetros. Isso equivale a cerca de 5% a distância entre a Terra e o Sol.

Se o planeta tiver atmosfera, a temperatura pode variar em um intervalo de menos de 30 graus Celsius no lado escuro e 30 graus no lado exposto para sua estrela, de acordo com os cálculos dos astrônomos.
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