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quarta-feira, 8 de setembro de 2021

Manifestações pró Bolsonaro se espalham por capitais: BRASÍLIA, SÃO PAULO, RIO DE JANEIRO, BAHIA, NATAL, ESPÍRITO SANTO … CONFIRA!

 Manifestações pró Bolsonaro se espalham por capitais: BRASÍLIA, SÃO PAULO, RIO DE JANEIRO, BAHIA, NATAL, ESPÍRITO SANTO ... CONFIRA! – A Trombeta

AVENIDA PAULISTA- SÃO PAULO

As maiores concentrações ocorreram em Brasília, que teve uma manifestação com milhares de pessoas pró-governo na Esplanada dos Ministérios durante toda a manhã, no Rio de Janeiro, em ato que começou no fim da manhã, COPACABANA FOI INUNDADA PELOS CARIOCAS, São Paulo, onde os organizadores marcaram o evento para essa tarde, MAIS DE TRÊS MILHÕES DE PESSOAS INVADIRAM A AVENIDA, Salvador surpreendeu em record de público, FAROL DA BARRA FICOU VERDE E AMARELO, Natal virou uma tsunami nesta manhã, Recife, Fortaleza etc etc

CONFIRA OS PRINCIPAIS CLIQUES:

Manifestantes pró-Bolsonaro ocupam seis quarteirões da Paulista - Notícias  - R7 Brasil
AVENIDA PAULISTA
Brasil tem manifestações a favor do governo Bolsonaro no Dia do Trabalhador
AVENIDA PAULISTA
Pode ser uma imagem de uma ou mais pessoas, ao ar livre e texto que diz "Natal/RN"
Pode ser uma imagem de ao ar livre
SALVADOR- BAHIA
Pode ser uma imagem de multidão e ao ar livre
Salvador
Pode ser uma imagem de uma ou mais pessoas, pessoas em pé, ao ar livre e multidão
BRASÍLIA
Pode ser uma imagem de uma ou mais pessoas, ao ar livre e multidão
RIO DE JANEIRO
Pode ser uma imagem de em pé, multidão e ao ar livre
RIO DE JANEIRO
Pode ser uma imagem de uma ou mais pessoas, pessoas em pé, ao ar livre e multidão
Brasília
Pode ser uma imagem de ao ar livre
ESPÍRITO SANTO
A Trombeta News
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quinta-feira, 7 de dezembro de 2017

NUNCA NA HISTÓRIA DESSE PAÍS: Copom reduz juros básicos para 7% ao ano, o menor nível da história


Pela décima vez seguida, o Banco Central (BC) baixou os juros básicos da economia. Por unanimidade, o "Comitê de Política Monetária (Copom) reduziu ontem (6), a taxa Selic em 0,5 ponto percentual, de 7,5% ao ano para 7% ao ano". A decisão era esperada pelos analistas financeiros.

Com a redução de hoje, a Selic atinge o menor nível desde o início da série histórica do Banco Central, em 1986. De outubro de 2012 a abril de 2013, a taxa foi mantida em 7,25% ao ano, anteriormente o nível mais baixo da história, e passou a ser reajustada no governo da Dilma Rousseff  gradualmente até alcançar 14,25% ao ano em julho de 2015 os mai altos da história. Somente em outubro do ano passado, já no governo Temer, o Copom voltou a reduzir os juros básicos da economia.

Apesar do corte, o Banco Central está afrouxando menos a política monetária. De abril a setembro, o Copom havia reduzido a Selic em 1 ponto percentual. O ritmo de corte caiu para 0,75 ponto em outubro e 0,5 ponto na reunião de hoje. Em nota, o BC informou que a inflação está se comportando como o esperado e indicou que pode continuar a cortar os juros básicos na próxima reunião do Copom, no fim de janeiro.

“Para a próxima reunião, caso o cenário básico evolua conforme esperado, e em razão do estágio do ciclo de flexibilização, o Comitê vê, neste momento, como adequada uma nova redução moderada na magnitude de flexibilização monetária. Essa visão para a próxima reunião é mais suscetível a mudanças na evolução do cenário e seus riscos que nas reuniões anteriores. Para frente, o Comitê entende que o atual estágio do ciclo recomenda cautela na condução da política monetária”.

A Selic é o principal instrumento do Banco Central para manter sob controle a inflação oficial, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o IPCA ficou em 0,42% em outubro. Nos 12 meses terminados em outubro, o índice acumula 2,7%, abaixo do piso da meta de inflação, que é de 3%.

Até o ano passado, o Conselho Monetário Nacional (CMN) estabelecia meta de inflação de 4,5%, com margem de tolerância de 2 pontos, podendo chegar a 6,5%. Para este ano, o CMN reduziu a margem de tolerância para 1,5 ponto percentual. A inflação, portanto, não poderá superar 6% neste ano nem ficar abaixo de 3%.

Inflação

No Relatório de Inflação, divulgado no fim de setembro pelo Banco Central, a autoridade monetária estima que o IPCA encerrará 2017 em 3,2%. De acordo com o boletim Focus, pesquisa semanal com instituições financeiras divulgada pelo BC, a inflação oficial deverá fechar o ano em 3,03%, mesmo com os aumentos recentes nos preços dos combustíveis.

Até agosto do ano passado, o impacto de preços administrados, como a elevação de tarifas públicas; e o de alimentos como feijão e leite contribuiu para a manutenção dos índices de preços em níveis altos. De lá para cá, no entanto, a inflação começou a cair por causa da recessão econômica e da queda do dólar.

Crédito mais barato

A redução da taxa Selic estimula a economia porque juros menores barateiam o crédito e incentivam a produção e o consumo em um cenário de baixa atividade econômica. Segundo o boletim Focus, os analistas econômicos projetam crescimento de 0,89% do Produto Interno Bruto (PIB, soma dos bens e serviços produzidos pelo país) em 2017. A estimativa está superior à do último Relatório de Inflação, divulgado em setembro, no qual o BC projetava expansão da economia de 0,7% este ano.

A taxa básica de juros é usada nas negociações de títulos públicos no Sistema Especial de Liquidação e Custódia (Selic) e serve de referência para as demais taxas de juros da economia. Ao reajustá-la para cima, o Banco Central segura o excesso de demanda que pressiona os preços, porque juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Ao reduzir os juros básicos, o Copom barateia o crédito e incentiva a produção e o consumo, mas enfraquece o controle da inflação.

Agência Brasil




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