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segunda-feira, 7 de maio de 2018

Michel Temer libera mais de R$ 4 bilhões para estados e municípios

O presidente Michel Temer anunciou, neste domingo (6), por meio de sua conta oficial no Twitter, que assinou a liberação de crédito suplementar no valor de R$ 4 bilhões para estados e municípios. Os recursos são resultado das compensações financeiras pela produção de petróleo e gás natural. “Estes recursos irão beneficiar a população brasileira”, destacou Temer, em seu comunicado.
Segundo o Palácio do Planalto, a sanção do projeto de lei será publicada na edição dessa segunda-feira 07, do Diário Oficial da União.
O crédito suplementar havia sido aprovado no último dia 25, pelo Congresso Nacional, e prevê, além da compensação financeira decorrente da exploração de petróleo e gás, no valor de R$ 4,3 bilhões, a compensação pela utilização de recursos hídricos na geração de energia elétrica, no valor de R$ 6,7 milhões, e devolução de R$ 18,3 bilhões de Imposto Territorial Rural.
Os recursos a serem repassados são oriundos de excesso de arrecadação de impostos pela União. Na justificativa do projeto de lei, o governo havia assegurado que as transferências não afetam o alcance da meta fiscal prevista para este ano, que projeta um déficit primário de R$ 159 bilhões.

EXAME










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domingo, 23 de abril de 2017

Mega-Sena acumula e próximo sorteio pode pagar R$ 97 milhões

Veja as dezenas sorteadas: 09 - 34 - 42 - 45 - 46 - 59.
Foto: Fotos Públicas/Reprodução. (Veja as dezenas sorteadas: 09 - 34 - 42 - 45 - 46 - 59.
Foto: Fotos Públicas/Reprodução.)

Pela nona vez seguida, os apostadores viram a Mega-Sena acumular. Ninguém acertou as seis dezenas do concurso 1.923, sorteadas na noite deste sábado em São Fidélis, no Rio de Janeiro. Sem ganhadores, a Mega pode pagar R$ 97 milhões no próximo sorteio, marcado para 26 de abril.

Veja as dezenas sorteadas: 09 - 34 - 42 - 45 - 46 - 59.

A Quina teve 110 acertadores, e cada um levou R$ 50.376,11. Outras 9351 apostas acertaram a Quadra, e vão receber R$ 846,56 cada.



APOIO:






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quarta-feira, 14 de setembro de 2016

GOVERNADORES DE 14 ESTADOS AMEAÇAM CALAMIDADE PÚBLICA




BRASÍLIA - Os governadores de pelo menos 14 estados do Norte e Nordeste avisaram ao ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, que entrarão em estado de calamidade pública em até duas semanas caso o governo não apresente uma solução em separado para a crise financeira desses locais. Eles deixaram claro ainda que possuem uma bancada grande no Congresso Nacional e que estão dispostos a pressionar pela causa em votações importantes. O ministro reafirmou o discurso dos últimos meses: não há espaço fiscal para uma ajuda extra.

Esses governos regionais demandam por uma ajuda extra da União por meio da compensação das perdas do Fundo de Participação dos Estados (FPE). Eles argumentam que o projeto de lei que renegocia as dívidas dos estados com a União e alonga os pagamentos por 20 anos, que já está no Congresso Nacional, não os auxilia, uma vez que essas regiões têm dívidas baixas.

O secretário de Fazenda do Rio Grande do Norte, André Horta, explica que os estados já estão com sérias dificuldades financeiras a vários meses e só não decretaram calamidade ainda porque esperavam um auxílio pela União.

— Os estados já estão em calamidade. Só seguraram o decreto para não complicar ainda mais a situação do governo. Viemos apresentar essa situação para que o governo decida o que vai fazer sobre isso — disse.

O governador da Paraíba, Ricardo Coutinho (PSB), disse que a medida é uma forma de pressionar o governo federal:

— Seria péssimo para o país, mas nós precisamos de uma resposta — declarou.

Pelo cálculo dos estados, as perdas com o FPE somam R$ 14 bilhões. Os governadores pedem R$ 7 bilhões. Esse fundo reúne parte dos recursos arrecadados com alguns tributos, como o Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), que são repassados aos estados. Com as desonerações concedidas nos últimos anos pela União, contudo, esses repasses foram diretamente afetados.

Meirelles lembrou aos governadores que a União vive uma situação fiscal complicada. Ele ponderou que os estados terão uma parte a receber com a arrecadação da repatriação de recursos no exterior, mas preferiu não se comprometer com uma expectativa de valores.

OUTROS ESTADOS

O governador do Rio de Janeiro, Luiz Fernando Pezão (PMDB), também compareceu à reunião. O Rio decreto estado de calamidade em junho por receio de colapso nas áreas da saúde, segurança, educação e mobilidade urbana e acabou recebendo um socorro de R$ 2,9 bilhões para viabilizar a realização dos Jogos Olímpicos. Segundo participantes do encontro, Pezão participou da reunião em solidariedade aos demais estados.

A ideia dos governadores era se reunir com o presidente da República, Michel Temer. O chefe de Estado, no entanto, não pode recebe-los e delegou a tarefa a Meirelles. Eles também se encontraram com a ministra do Supremo Tribunal Federal (STF), Cármen Lúcia, e com o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia.

Governadores da região Centro-Oeste também compareceram à reunião. Eles pedem ao governo o pagamento dos valores do fundo de apoio à exportação (FEX), pago para compensar as perdas com a desoneração de exportações. O governador do Distrito Federal, Rodrigo Rollemberg, afirmou que a situação dos estados é muito grave e que, sem ajuda, vários dos serviços podem colapsar. Embora o DF não esteja entre os que ameaçam estado de calamidade, Rollemberg afirma precisar de pelo menos R$ 1 bilhão para fechar as contas este ano.

— Se a gente não conseguir recursos, vamos ter que suspender serviços. Queremos recursos de onde o governo achar que der, precisamos de ajuda. O ministro disse que não pode prometer nada, pediu para que esperássemos uma reação da economia. A situação é tão difícil que eu tenho medo de que alguns estados não aguentem esperar.


O GLOBO


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