PROMOÇÃO REDE SKY

PROMOÇÃO REDE SKY
PARCERIA NOS EVENTOS

TEMPO EM JATAÚBA - PE

III EXPOR JATAÚBA FEST 2026

Mostrando postagens com marcador Baixou o Preço. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Baixou o Preço. Mostrar todas as postagens

sábado, 3 de agosto de 2019

Petrobras vai reduzir preço do gás de cozinha em até 12% para residências

Foto: Pedro Ventura/Agência Brasil

A Petrobras reduziu o preço do gás de cozinha (GLP) vendido nas refinarias às distribuidoras para botijões de 13 quilos de R$ 26,20 para R$ 24,06. O novo preço entra em vigor na próxima segunda-feira (5) nas unidades da empresa. Segundo o Sindicato Nacional das Empresas Distribuidoras de Gás Liquefeito de Petróleo (Sindigás), a queda do GLP residencial oscilará entre 6,5% e 12% nas refinarias.
De acordo com a Petrobras, para ser comercializado em botijões de 13 quilos, o gás de cozinha tem o preço de venda formado pela média das cotações dos gases butano e propano no mercado europeu, mais uma margem de 5%. Os reajustes passaram a ser trimestrais em janeiro do ano passado.
Segundo a companhia, o preço do GLP vendido para as indústrias e o comércio caiu 13%. O Sindigás informou que a redução do GLP empresarial ficou entre 11% e 17%, dependendo do polo de suprimento. A redução do GLP empresarial também entra em vigor na segunda-feira.
As empresas associadas ao Sindigás foram infornadas pela Petrobras na tarde de hoje (2) da queda no preço do GLP residencial (embalagens de até 13 quilos) e empresarial (destinado a embalagens acima de 13 quilos). A redução passa a valer a partir de segunda-feira, dia 5 de agosto, nas unidades da petroleira. De acordo com as informações recebidas da Petrobras, a queda do GLP residencial oscilará entre 6,5% e 12%, e a queda do GLP empresarial entre 11% e 17%, dependendo do polo de suprimento.
Em nota, o sindicato informou que o ágio praticado pela Petrobras está em cerca de 31% em relação ao preço do mercado internacional. “Esse ágio vem pressionando ainda mais os custos de negócios que têm o gás liquefeito de petróleo entre seus principais insumos, impactando de forma crucial, empresas que operam com uso intensivo de GLP”, diz o Sindigás.


Agência Brasil








Compartilhar:

terça-feira, 22 de maio de 2018

Petrobras reduzirá preços de diesel e gasolina nas refinarias a partir de quarta-feira



SÃO PAULO (Reuters) - A Petrobras reduzirá os preços de diesel e gasolina nas refinarias a partir de quarta-feira, comunicou a estatal nesta terça-feira, em meio a discussões dentro do governo sobre a alta dos preços dos combustíveis e protestos de caminhoneiros.
Com a política de preços para os combustíveis da Petrobrás adota desde o ano passado, que altera quase diariamente o preço médio nas refinarias, os preços da gasolina e do diesel subiram nesta terça-feira, 22, mas terão queda já na quarta-feira, 23. A próxima redução será a primeira após cinco dias de altas consecutivas.
Com o reajuste que entrará em vigor nesta terça, o preço médio do litro da gasolina sem tributo nas refinarias será de R$ 2,0867, com alta de 0,90% em relação à média atual de R$ 2,0680. O valor médio nacional do litro do diesel subiu para R$ 2,3716, 0,97% maior do que a medida atual de R$ 2,3488.
Já com a queda na quarta-feira, 23, o preço médio do litro da gasolina sem tributo nas refinarias será de R$ 2,0433, com queda de 2,08% em relação à média atual de R$ 2,0867. No mês de maio, o combustível acumula alta de 13,6%. O valor médio nacional do litro do diesel caiu para R$ 2,3351, 1,54% menor do que a medida atual de R$ 2,3716. No mês, o produto acumula alta de 10,6%.
Desde que a Petrobrás iniciou sua nova política de preços para os combustíveis, em 3 de julho do ano passado, o óleo diesel subiu 56,5% na refinaria, segundo cálculos do Centro Brasileiro de Infraestrutura (CBIE) – passou de R$ 1,5006 para R$ 2,3488 (sem contar os impostos). O aumento acompanhou a cotação do petróleo no mercado internacional, exatamente a intenção da estatal. Mas, para os caminhoneiros, essa alta vem tornando sua atividade inviável. 
O governo fez uma reunião na noite desta segunda-feira para discutir a questão, mas não conseguiu chegar a uma decisão. Nesta terça, 22, haverá mais rodadas de reuniões. A primeira delas será pela manhã, no Ministério da Fazenda, onde o ministro da Fazenda, Eduardo Guardia, receberá o presidente da Petrobrás, Pedro Parente, e o ministro de Minas e Energia, Moreira Franco. Eles deverão tentar encontrar uma forma de evitar oscilações tão frequentes no preço da gasolina e do diesel no mercado doméstico.
Sobe e desce. A Petrobrás repassa a variação da cotação do petróleo no mercado internacional, para cima ou para baixo. Desde que alterou sua política de preços, em julho do ano passado, a estatal passou a promover reajustes quase diários dos combustíveis. 
A companhia refuta que seja responsável pela alta de preços ao consumidor e diz que o valor cobrado pela empresa corresponde a cerca de um terço dos preços praticados nas bombas. Maior parte do valor cobrado pelo consumidor final engloba principalmente tributos, estaduais e municipais, além da margem de lucro para distribuidoras e revendedores.
Segundo a estatal, as revisões podem ou não refletir para o consumidor final - isso depende dos postos. Mas os donos de postos também apoiam a reivindicação dos caminhoneiros, pois dizem estar perdendo margens com os aumentos de preços. 
Portal UOL







Compartilhar:

sábado, 3 de junho de 2017

Após redução da Petrobras, preço médio da gasolina cai nos postos, diz ANP

Após redução da Petrobras, preço médio da gasolina cai nos postos, diz ANP

O preço médio da gasolina caiu pela terceira semana seguida, segundo dados divulgados nesta sexta-feira (2) pela Agência Nacional de Petróleo (ANP). 

A queda acontece uma semana após a redução dos preços nas refinarias pela Petrobras.   Segundo o levantamento, o valor médio por litro passou de R$ 3,606 para R$ 3,590 - um recuo de 0,44%. No dia 25, a Petrobras anunciou queda de 5,4% do preço da gasolina nas refinarias. O repasse ou não da redução do preço aos consumidores dependem dos postos de gasolina.  Já o preço médio do diesel passou de R$ 3,019 para R$ 3,006 por litro, uma queda de 0,43%. Nas refinarias, a queda anunciada pela Petrobras foi de 3,5%.  

No último comunicado, a Petrobras sinalizou ainda que os preços de combustíveis podem ser revistos com frequência ainda maior.   A Petrobras pratica desde outubro uma nova política de definição de preços dos combustíveis, com reuniões mensais para definir os valores da gasolina e do diesel nas refinarias.  

Um reajuste da companhia nas refinarias não necessariamente significa uma mudança no preço nos postos, pois as distribuidoras podem repassar ou não essa variação (como ocorreu algumas vezes).  Outras variáveis também podem influir no preço da gasolina, como o preço do etanol, já que a gasolina comum deve ter 27% de etanol anidro – e o preço do álcool combustível varia de acordo com a safra da cana-de-açúcar. 


O Globo


Compartilhar:

quarta-feira, 9 de novembro de 2016

TEMER: PETROBRAS ANUNCIA QUEDA NO PREÇO DA GASOLINA E DO DIESEL PELA SEGUNDA VEZ, NAS REFINARIAS

A Petrobras anunciou nesta terça-feira (8) uma nova redução dos preços da gasolina e do diesel nas refinarias. A queda do preço do diesel será de 10,4% do e da gasolina, de 3,1%.
Em outubro, a Petrobras já havia reduzido o preço da gasolina e do diesel, na primeira queda desde 2009. No entanto, a redução não foi passada pelos postos aos consumidores.
Segundo a Petrobras, se a redução desta terça for integralmente repassado nas bombas ao consumidor final, o preço do diesel pode cair 6,6%, ou cerca de R$ 0,20 por litro. Já o efeito sobre os preços da gasolina seria de queda de 1,3% ou R$ 0,05 por litro.
A empresa, no entanto, lembra que a queda do preço para o consumidor final não é direta, e “dependerá de repasses feitos por outros integrantes da cadeia de petróleo, especialmente distribuidoras e postos de combustíveis”.
Em outubro, quando a Petrobras anunciou a primeira redução, o presidente da estatal, Pedro Parente, já havia adiantado que novas reduções poderiam ser anunciadas. “Pode-se esperar um maior número de reajustes. A expectativa é que a gente possa fazer uma avaliação mais rápida dos nossos preços”, disse na ocasião.
Nesta terça, a Petrobras informou que metodologia definida pela empresa “prevê a revisão dos preços cobrados nas refinarias pelo menos uma vez por mês”, com objetivo de “implementar uma política de preços competitivos que reflita os movimentos do mercado internacional de petróleo em períodos mais curtos”.
G1
Compartilhar:

terça-feira, 23 de agosto de 2016

COM TEMER: GASOLINA FICA MAIS BARATA E FAZ INFLAÇÃO SEMANAL DESACELERAR




gasolina porto alegre (Foto: Reprodução/RBS TV)

O preço da gasolina caiu e contribuiu para que a inflação medida pelo Índice de Preços ao Consumidor - Semanal (IPC-S) desacelerasse da segunda para a terceira prévia de agosto, segundo a Fundação Getulio Vargas (FGV). De 0,48%, a variação de preços recuou para 0,39%.
Dos oito grupos de despesas pesquisados pela FGV, cinco registraram taxas menores, com destaque para os preços relativos ao grupo de gastos com transportes (de 0,36% para 0,18%).
Também registraram altas menores saúde e cuidados pessoais (de 0,91% para 0,67%), vestuário (de 0,32% para -0,06%), comunicação (de 0,55% para 0,32%) e despesas diversas (de 0,19% para 0,03%).
Na contramão, ganhou força a variação de alimentação (de 0,69% para 0,70%) e educação, leitura e recreação (de 1,10% para 1,11%)
O grupo habitação não registrou variação pela segunda prévia consecutiva.
Veja a variação de preços de alguns itens:
Tarifa de eletricidade residencial (de -1,67% para -1,42%)
Conserto de eletrodomésticos (de 1,13% para 0,68%)
Frutas (de -0,07% para 2,43%)
Passeios e férias (de -1,51% para -1,30%)
Artigos de higiene e cuidado pessoal (de 2,58% para 1,57%)
Roupas (de 0,28% para -0,06%)
Tarifa de telefone móvel (de 1,86% para 1,30%)
Tarifa postal (3,53% para 1,44%)
Gasolina (de 0,82% para -0,01%)

Do: G1 Economia
Compartilhar:
Proxima  → Inicio