
Em entrevista concedida no programa Cidade Notícia, da Polo FM, o presidente da Compesa, Roberto Tavares, falou sobre vários assuntos de interesse da região quanto ao abastecimento de água a municípios que sofrem com a seca.
Entre os temas abordados. estão a polêmica em torno da perenização do Rio Capibaribe e as cobranças quanto a falta de prazos e ações concretas para a melhoria do abastecimento em Santa Cruz do Capibaribe, Jataúba e Região.

Roberto Tavares foi questionado a conclusão das obras da prometida Adutora do Alto Capibaribe, prevista para trazer água do Rio Paraíba, que recebe águas da transposição. As obras ainda não foram iniciadas, mas que, segundo ele, esse início será possibilitado com a chegada de recursos via empréstimos com a Caixa Econômica.
“São empréstimos que a Compesa está tomando para pagar ao longo dos próximos anos, mas esses empréstimos tem uma obra muito importante para essa região, que é essa adutora. (…) Vamos entrar em Santa Cruz do Capibaribe vamos ramificar Jataúba, Toritama, Taquaritinga do Norte e outras cidades que antes eram atendidas por Jucazinho, como Vertentes, Vertente do Lério, Santa Maria do Cambucá e Frei Miguelinho” – frisou.
Questionado sobre o novo prazo que as obras dessa adutora poderiam ser iniciadas ou concluídas, Roberto Tavares não pontuou prazos, mas citou que a licitação para que a contratação da empresa responsável pelas obras deve ser lançada nos próximos dias.
/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2017/M/a/9FZIZwSrqhtrX516swaw/whatsapp-image-2017-05-25-at-12.46.37.jpeg)
“Ainda neste mês de janeiro, teremos uma boa novidade porque eu estive com o Governador Paulo Câmara e ele me disse que, ainda nesta primeira quinzena, quer lançar essa licitação da Adutora do Alto Capibaribe” – frisou.
Ainda sobre a questão dos bairros desabastecidos, o mesmo citou que essa mudança no abastecimento, com maior oferta de água, vai depender da chegada de maior oferta de água a Barragem do Prata com a conclusão de outra etapa da Adutora do Agreste.
Perenização do Rio Capibaribe continua inviável, afirma presidente
Roberto voltou a enfatizar sua posição contrária a ideia e condicionou a inviabilidade desse sistema a fatores como: falta de um projeto, limitação geográfica, custo alto e com menos eficiência do que o próprio sistema da Adutora do Alto Capibaribe.
Ney Lima


0 comentários:
Postar um comentário