Nesta
segunda-feira (29), o delegado-chefe das investigações do Caso Beatriz,
Marceone Ferreira, acompanhado do perito Criminal, Gilmário Lima, concedeu
entrevista coletiva na sede da 26° Delegacia Seccional de Petrolina, e explicou
que a falta de monitoramento na área da cena do crime, no depósito onde Beatriz
foi encontrada morta dentro do Colégio Nossa Senhora Auxiliadora, tem
dificultado o trabalho da polícia.
Ele
também admitiu que a falta de visibilidade das câmeras no circuito interno da
escola e no entorno do prédio tem prejudicado a identificação dos suspeitos de
terem participado da morte da menina. A câmera mais próxima do depósito estava
a 54 metros do local.
Apresentação caso Beatriz Angélica 29.03.2016 - Gilmario from Alberto Barbosa
Blog do Alberto Barbosa / Polícia Civil de Pernambuco

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