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quinta-feira, 27 de maio de 2021

JORNAL O PODER: A MAIS LIDA - AUMENTAM MORTES DEPOIS DA 2ª DOSE

 


O posicionamento de figuras de referência médica, a maioria muito bem remunerada pelos grandes laboratórios, e da quase totalidade da grande mídia, apresentando a vacina como a solução definitiva para todas as situações, começa a causar grandes estragos. Sobe a cada dia o número de pessoas que se consideravam a salvo depois da janela imunológica da segunda dose e estão sucumbindo ao coronavírus. Seria uma razão para todos calçarem as sandálias da humildade. Ao invés disso, a intolerância só aumenta.

Sobre o assunto, disparou em leitura e compartilhamentos o artigo DESAFIO LANÇADO, de José Nivaldo Junior, reproduzido a seguir.

Com o meu artigo, publicado na edição de ontem de O PODER BRASIL (O FIO DO GENOCÍDIO), também postado no nosso www.jornalopoder.com.br), registrando a primeira morte de pessoa conhecida após a janela imunológica da segunda dose da Coronavac, nossa equipe passou a receber registros dramáticos. Já são muitos os casos de pessoas que se consideraram protegidas pela vacina mas estão infectadas. Algumas, para usar a linguagem médica, intubadas e até indo a óbito.

CONDIÇÕES DE ISOLAMENTO

Enquanto senadores despreparados (até a Folha de São Paulo reconhece, na edição de hoje, o que dizemos há tempo) fazem um tragicômico espetáculo na CPI, a Covid continua ganhando a guerra. Os governos dos Estados, pressionados, sem imaginação, sem coragem e sem base científica recorrem ao anúncio de novas medidas restritivas sem pé nem cabeça. É um faz de contas. Os governos fingem que agem, o povão nem se dá a esse trabalho: simplesmente desobedece. Por impossibilidade de ficar em casas desconfortáveis, sem esgoto, sem água encanada. Não precisa muita ciência, basta observar: uso de máscaras, manter o distanciamento, higienizar, funciona.
Mandar as pessoas para casa, nessas condições, não funciona.

A COVID SE PROPAGA

Uma das razões da expansão da doença é a lentidão no resultado dos testes nos hospitais públicos e postos de saúde do País inteiro. O empresário Bruno Braga fez um levantamento com funcionários de suas empresas, localizadas em diversos municípios do Estado de Pernambuco. Descobriu que os exames demoram para informar resultados entre 8 e 15 dias. No intervalo, mesmo sintomáticas, as pessoas continuam circulando e disseminando o vírus. Num gesto de cidadania estabeleceu que qualquer funcionário com algum sinal da doença fique em casa, recebendo integralmente o salário, até o completo esclarecimento e encaminhamento adequado do caso. Eis uma iniciativa que devia imediatamente ser adotada pelos órgãos públicos. Ajudaria sem dúvida a frear a expansão, neste momento ainda descontrolada da doença.

MÉDICOS ABANDONADOS

Outro fator, e não é por acaso: os médicos, constrangidos, pressionados e até processados como resultado da campanha contra "medicamentos sem comprovação cientifica", praticamente baniram a cloroquina e raramente prescrevem a combinação Ivermectina/Azitromicina. Como os críticos do tratamento só cuidaram de combater o que estava sendo usado mas não ocuparam um minuto em buscar alternativas, os pacientes mesmo diagnosticados, saem atualmente dos postos de saúde com Dipirona e algum cachete para dor de cabeça. Sob o silêncio cúmplice dos "zelosos" guardiões da pureza científica. Coincidência ou não, o resultado dessa caça às bruxas foi o recrudescimento da Covid e consequente pressão sobre a rede hospitalar. Isso não é ciência exata, é ciência social, amparada nas mais insuspeitas referências. Estou pronto para o debate público do assunto com quem quer que seja. E deixo o desafio lançado.
Afinal, como dizia Karl Marx, "a prática é o critério da verdade".


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