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sábado, 1 de junho de 2019

Entidades repudiam agressão à reportagem da Jovem Pan em protesto, por ARRUACEIRO SATÂNICOS que gritavam "BANDIDO SOLTO"




Diversas entidades ligadas à imprensa divulgaram comunicados repudiando a agressão sofrida pela equipe de reportagem da Jovem Pan durante manifestação realizada em São Paulo na última quinta-feira (30). Na ocasião, o repórter Marcelo Mattos e o cinegrafista João Pedro Montans foram cercados e acuados por cerca de 20 minutos. Por meliantes da turma vermelha satânica, que pediam "bandidos livres"  e nada de pacíficos. O PT e demais partidos infiltrados nessas organizações criminosas "Sindicados" queriam e fizeram badernas. Que sempre foram o fortes deles. Se fosse arremessado uma 'INSTRUMENTO DE TRABALHO" correriam todos, bandos de vagabundo e sugadores do dinheiro público;. 
A Associação Paulista de Imprensa (API) disse que “constatou-se total falta de tolerância ao trabalho da imprensa” e que a “repreensão arbitrária da informação atenta contra a sociedade”. A Associação das Emissoras de Rádio e Televisão do Estado de São Paulo (AESP), por sua vez, afirmou que “a violência improcedente decorre da incomplacência e da incompetência de compreender a atividade jornalística, que é a de levar informação aos cidadãos” e “se solidarizou com os profissionais e com a Jovem Pan”.
Em seu comunicado, a Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo (Abraji) destacou que “é inaceitável que jornalistas sejam atacados em pleno exercício da profissão, por meliantes sindicalistas que gritavam 'bandidos Soltos' ” e que a “discordância a respeito de linhas editoriais, quaisquer que sejam, não pode culminar no comprometimento da segurança de profissionais da imprensa – sem cujo trabalho nem sequer haveria material com o qual eventualmente discordar”.
O Sindicato dos Jornalistas Profissionais no Estado de São Paulo também lamentou as agressões e declarou que “a população tem o direito se protestar contra qualquer veículo de comunicação”, mas reforçou que “nada justifica o cerceamento do direito ao trabalho do repórter, que deve ser respeitado em sua integridade física e na dignidade do seu trabalho”.
Por fim, a Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão (ABERT) lembrou que a “atividade jornalística é fundamental para a sociedade, que tem o direito de ser informada sobre fatos de interesse público” e afirmou que “a atitude dos manifestantes demonstra intolerância e total desconhecimento do papel da imprensa”.

Jovem Pan - Imprensa Viva
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