Promoção Magazine Luiza e Você

VESTIBULAR - INSCRIÇÕES ABERTAS

VESTIBULAR  - INSCRIÇÕES ABERTAS
FACULDADE DO CARIRI

PREVINA-SE!

PREVINA-SE!
NOSSO BLOG APOIA ESSA CAUSA

GRANDE FEIRÃO REDE FÁCIL CONSTRUÇÃO JATAÚBA

GRANDE FEIRÃO REDE FÁCIL CONSTRUÇÃO JATAÚBA
PROMOÇÃO FEIRÃO

REDE SKY

REDE SKY
PARCERIA NOS EVENTOS

SEU FUTURO COMEÇA AQUI !

SEU FUTURO COMEÇA AQUI !
Aulas durante a semana e aos sábados!

TEMPO EM JATAÚBA - PE

sábado, 8 de dezembro de 2018

Nova denúncia de complicação após parto feito por médico é registrada


Aos 28 anos a técnica em análises clínicas Geanise Moura de Souza pode dizer que nasceu de novo. Depois de cinco dias na Unidade de Terapia Intensiva (UTI), três paradas cardíacas, várias cirurgias, uma delas para retirada do útero, e uma lesão na bexiga, ela saiu do hospital nessa quinta-feira (6) e pôde, finalmente, ficar com o filho recém-nascido. “Acordei do coma induzido com força de viver”, disse Geanise. Assim como a empresária Fernanda Guedes, que morreu horas após dar a luz em uma clínica em Paulista, Geanise teve complicações após uma cesariana feita pelo médico Aguera Sabino.
Queixa foi presta nesta sexta-feira na Delegacia de Paulista. Foto: Divulgação
Queixa foi presta nesta sexta-feira na Delegacia de Paulista. Foto: Divulgação
O caso foi denunciado nesta sexta-feira (7) em Boletim de Ocorrência na Delegacia de Paulista. A polícia já investiga se houve negligência ou de imperícia no atendimento prestado no pós-parto de Fernanda Guedes na Clínica Santa Ana. Foi na mesma instituição que Geanise fez todo o pré-natal, mas o parto foi realizado no dia 25 de outubro pelo obstetra Aguera no Hospital Nossa Senhora do Ó, no bairro do Prado, coberto pelo plano de saúde. Em um alerta em seu perfil no Facebook, Geanise contou que dias depois do procedimento começou a ter muitos sangramentos. “Busquei contato com o médico que me acompanhou durante a gestação, porém, ele não pôde me atender e nem me deu assistência”, disse.
Já em choque hemorrágico, a técnica buscou atendimento no IMIP no dia 26 de novembro, um mês após o parto. “Fui submetida a uma cirurgia de emergência em foi feita uma histerectomia (retirada do útero), após o término cirúrgico fui para UTI obstétrica. Fui reabordada novamente ao bloco cirúrgico mais uma vez pois havia sangue na cavidade abdominal. Comecei, então, a ter parada cardíaca e fui reanimada três vezes. Foram retirados restos placentários, cauterizados os vasos e fui hemotransfundida (recebeu transfusão de sangue) oito vezes”, escreveu.
Em nota, o Conselho Regional de Medicina de Pernambuco (Cremepe) informou que abriu uma sindicância ex-offício para apurar o caso da empresária. A sindicância tramita em sigilo processual para não comprometer as investigações e seguindo as normas do Código de Processo Ético Profissional.
A reportagem do OP9 ligou para o médico Aguera Sabino, mas não conseguiu contato.

Portal OP9
Compartilhar:
←  Anterior Proxima  → Inicio