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domingo, 28 de outubro de 2018

Pesquisas indicam maior fragmentação da história nos governos estaduais


O resultado das últimas pesquisas de intenção de voto para governador nos Estados em que haverá 2º turno aponta 1 recorde de fragmentação: 12 partidos devem comandar ao menos uma unidade federativa. Em 2014, o recorde de fragmentação até agora, foram 10 siglas governando ao menos 1 Estado.
Três siglas devem eleger mandatários estaduais pela 1ª vez: PSC, PSL e Novo. Romeu Zema (Novo) lidera a corrida em Minas Gerais, o PSC lidera em 2 Estados com Wilson Witzel (Rio) e Wilson Lima (Amazonas), já a legenda de Jair Bolsonaro pode vencer em Roraima, com Denarium, e Rondônia, com Coronel Marcos Rocha.
As eleições de 2018 já trouxeram outros recordes de fragmentação. O número de siglas com representantes eleitos para a Câmara (30) e para o Senado (21) também foi o maior da história. Na Câmara, o total de legendas deve cair para 21 por causa da cláusula de desempenho.
Segundo as pesquisas de intenção de voto, o PSDB deve recuar no número de Estados que comandará. O partido chegou a ter 8 governadores em 2010. Mas neste ano não conseguiu emplacar nenhum candidato no 1º turno. Está na disputa do 2º em 3 lugares: Mato Grosso do Sul, São Paulo e Rio Grande do Sul. O único em que a sigla lidera é o último Estado, com o ex-prefeito de Pelotas Eduardo Leite. Antonio Anastasia (MG) aparece na 2ª posição e João Doria (SP) está empatado com Márcio França (PSB), de acordo com os levantamentos divulgados neste sábado (27.out).
O PT conseguiu se manter dentro da média e deve ficar com 4 governadores. Três deles se elegeram no 1º turno: Camilo Santana (CE), Rui Costa (BA) e Wellington Dias (PI). No 2º turno, a senadora Fátima Bezerra lidera a corrida no Rio Grande do Norte. O partido lidou com o revés de não conseguir reeleger Fernando Pimentel em Minas Gerais.
Este ano também marcou o retorno do DEM ao comando dos Estados. Em 2014, o partido não elegeu nenhum governador. Agora, Ronaldo Caiado (GO) venceu no 1º turno. E o partido ainda disputa o 2º no Pará, com Márcio Miranda, e no Rio de Janeiro, com Eduardo Paes.
Caso todos os atuais primeiros colocados nas pesquisas fossem, de fato, eleitos governadores, PT e PSB seriam os partidos com o maior número de chefes estaduais –4 cada 1.
Eis como ficaria o mapa de com as unidades federativas coloridas conforme o líder numérico nas pesquisas (desconsiderando empates na margem de erro):

Poder360
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