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terça-feira, 2 de outubro de 2018

O presidiário "Lula" sabia sobre crimes na Petrobras desde 2007, diz Palocci


O ex-ministro Antonio Palocci afirma que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva sabia que os diretores da Petrobras Renato Duque e Paulo Roberto Costa estavam envolvidos em crimes na estatal. A informação foi divulgada no acordo de delação premiada de Antonio Palocci, que estava em sigilo até esta segunda-feira (1º).
Segundo o documento, Lula chamou Palocci para uma reunião em fevereiro de 2007 "para, bastante irritado, dizer que havia tido ciência de que os Diretores da Petrobras Renato Duque e Paulo Roberto Costa estavam envolvidos em diversos crimes no âmbito das suas diretorias". Palocci confirmou a situação e o ex-presidente perguntou quem eram os responsáveis pelas indicações dos diretores. 
O ex-ministro diz que Lula era o responsável pelas indicações e que relembrou ao ex-presidente que "ambos os diretores estavam agindo de acordo com parâmetros que já tinham sido definidos pelo próprio Partido dos Trabalhadores e pelo Partido Progressista". 
Ao ser chamado para a conversa, Palocci disse acreditar que Lula agiu com irritação no caso porque "as práticas ilícitas dos diretores da estatal tinham chegado aos seus ouvidos e ele queria saber qual era a dimensão dos crimes, bem como sua extensão, e também se o colaborador [Palocci] aceitaria sua versão de que não sabia das práticas ilícitas que eram cometidas em ambas as diretorias, uma espécie de teste de versão, de defesa, com um interlocutor, no caso, o colaborador". 
Palocci afirma, em delação, que mesmo sabendo sobre os ilícitos, Lula "não tomou medidas posteriores para tirar os diretores dos cargos ocupados". 
Segundo Palocci, Lula começou a ter "sonhos mirabolantes" na mesma época e o país começava a sofrer com "efeito antecipado da chamada 'maldição do petróleo'". Este período foi o que diretores da estatal celebravam contratos e partidos começavam a "formatar seus planos lícitos e ilícitos". 
A defesa de Lula afirma que a decisão de Moro de liberar o sigilo da delação "reforça o caráter político dos processos e da condenação injusta imposta ao ex-presidente Lula". Leia o posicionamento na íntegra: 
"A conduta adotada hoje pelo juiz Sérgio Moro na Ação Penal nº 5063130-17.2016.4.04.7000 apenas reforça o caráter político dos processos e da condenação injusta imposta ao ex-presidente Lula.
Moro juntou ao processo, por iniciativa própria (“de ofício”), depoimento prestado pelo Sr. Antônio Palocci na condição de delator com o nítido objetivo de tentar causar efeitos políticos para Lula e seus aliados, até porque o próprio juiz reconhece que não poderá levar tal depoimento em consideração no julgamento da ação penal. Soma-se a isso o fato de que a delação foi recusada pelo Ministério Público. Além disso, a hipótese acusatória foi destruída pelas provas constituídas nos autos, inclusive por laudos periciais.
Palocci, por seu turno, mentiu mais uma vez, sem apresentar nenhuma prova, sobre Lula para obter generosos benefícios que vão da redução substancial de sua pena — 2/3 com a possibilidade de “perdão judicial”  e da manutenção de parte substancial dos valores encontrados em suas contas bancárias".
O advogado de Antônio Palocci, Tracy Reinaldet, diz que "continuará colaborando com a Justiça, esclarecendo os fatos que são objeto do processo e apresentando suas provas de corroboração.



R7
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