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terça-feira, 14 de agosto de 2018

EM BUÍQUE-PE: Menino luta para manter saúde

Wilson Jesus da Silva Paz, de 13 anos, luta contra o hiperinsulinismo desde os 8

De volta para casa, no município de Buíque, Agreste de Pernambuco, Wilson Jesus da Silva Paz está melhor após sair do internamento no Recife. O menino de 13 anos é portador de hiperinsulinismo, doença que causa episódios de hipoglicemia no sangue (quando a glicose cai), como uma “diabetes ao contrário”. Com três caixas do medicamento diazóxido (25 mg) em mãos, a luta continua por recursos para manter a alimentação de que Wilson necessita: refeições de duas em duas horas e suplementação à noite para evitar hipoglicemia durante o sono. 

pedido da família é de um auxílio financeiro para garantir a atenção necessária ao menino. Interessados em ajudar no tratamento podem entrar em contato com a mãe dele, Raquel, por meio do telefone (87) 99679-2520. Também podem depositar diretamente na conta dela: Raquel da Silva Pereira Paz; Caixa Econômica Federal; agência 4996; conta poupança: 6443-1; operação 013; CPF 076.490.234-27

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As frutas são necessárias todos os dias, além das refeições habituais, e a suplementação à noite. Usamos das marcas Nutren, Sutain ou Sustagem”, diz a mãe. Além da dificuldade de encontrar os produtos em Buíque, cada lata da suplementação custa entre R$ 40 e R$ 50. “A (médica) endocrinologista do Hospital das Clínicas calculou que o custo seria de R$ 3.000 por mês, somente com o diazóxido”, comenta Raquel.
medicamento fornece e normaliza os níveis de glicose no sangue. “O remédio, na verdade, é um anti-hipertensivo que tem como efeito secundário o aumento da glicose no sangue”, explica a pediatra. Recentemente, a família de Wilson conseguiu, a partir de petição judicial, que o Estado forneça o medicamento. No entanto, o remédio que o Governo fornecerá é de 25mg, enquanto o receitado pelos médicos, segundo a mãe, é de 100mg. 

Wilson faz ainda uso de outros remédios e precisa de mais cuidados por causa de uma gastrite hemorrágica, uma esofagite (inflamação no esôfago) e um episódio de trombose. “Não houve uma causa específica, mas o médico explicou que pode ter sido pelo uso de antibióticos e pela própria doença”, explica a mãe. A Secretaria Estadual de Saúde (SES) já informou que a compra do fármaco está em trâmite, mas que “enfrenta problemas com a distribuição do fornecedor farmacêutico”. E ressaltou que a aquisição do medicamento é feita de acordo com a posologia indicada no processo judicial.

Além de rara, a doença trouxe uma série de complicações para a vida do garoto. Ele e sua família tiveram de mudar, pois moravam em um sítio, longe dos hospitais. A casa nova não possui forro ou piso e isso tem ajudado no comprometimento da saúde do menino, devido a problemas respiratórios que foram desenvolvidos a partir do uso extenso de uma bomba de infusão.


FOLHA PE
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