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quinta-feira, 19 de julho de 2018

Ministério da Saúde confirma 677 casos de sarampo no Brasil



Nesta quarta-feira, o Ministério da Saúde confirmou 677 casos de sarampo no Brasil. De acordo com a pasta, o país enfrenta dois surtos da doença, localizados em Roraima (444 casos) e no Amazonas (216 casos). Também foram confirmados casos em São Paulo (1), Rio Grande do Sul (8), Rondônia (1) e Rio de Janeiro (7), todos importados da Venezuela. Isso teria sido comprovado pela identificação do genótipo do vírus (D8), que é o mesmo que circula no país vizinho.

Até o dia 17 de julho, 2.724 casos ainda estavam em investigação, sendo 2.529 no Amazonas, 160 em Roraima, 33 no Rio de Janeiro e dois no Rio Grande do Sul. Todos importados, de acordo com o ministério., que permanece acompanhando a situação, além de realizar medidas de vacinação de bloqueio, mesmo em casos suspeitos.

Nesta quarta-feira, o Ministério da Saúde confirmou 677 casos de sarampo no Brasil. De acordo com a pasta, o país enfrenta dois surtos da doença, localizados em Roraima (444 casos) e no Amazonas (216 casos). Também foram confirmados casos em São Paulo (1), Rio Grande do Sul (8), Rondônia (1) e Rio de Janeiro (7), todos importados da Venezuela. Isso teria sido comprovado pela identificação do genótipo do vírus (D8), que é o mesmo que circula no país vizinho.

Até o dia 17 de julho, 2.724 casos ainda estavam em investigação, sendo 2.529 no Amazonas, 160 em Roraima, 33 no Rio de Janeiro e dois no Rio Grande do Sul. Todos importados, de acordo com o ministério., que permanece acompanhando a situação, além de realizar medidas de vacinação de bloqueio, mesmo em casos suspeitos.

Esquema vacinal

Para a vacinação infantil, a primeira dose é aplicada aos 12 meses de idade e a próxima aos 15 meses (quando é utilizada a vacina combinada à vacina varicela). Também podem se vacinar gratuitamente indivíduos de até 29 anos (duas doses, com intervalo mínimo de trinta dias) e indivíduos entre 30 e 49 anos (uma dose).

Quem já completou o esquema acima, conforme preconizado para sua faixa etária, não precisa receber a vacina novamente. Pessoas que já tiveram sarampo, caxumba e rubéola — com diagnóstico confirmado — também estão imunizadas contra essas doenças. Mas, se houver dúvida quanto à infecção anterior, recomenda-se a vacinação.


Embora as vacinas façam parte do Calendário Nacional de Vacinação e estejam disponíveis durante o ano inteiro nos postos de saúde, no momento, o ministério intensificou a vacinação de crianças, público mais suscetível à doença. Adultos não vacinados também devem receber o imunizante, principalmente nos locais onde há surto confirmado. O Ministério da Saúde ressalta que não há necessidade de corrida aos postos de saúde. 

Sarampo

O sarampo é uma doença infectocontagiosa grave, altamente transmissível. O contágio acontece através de secreções respiratórias. O período de incubação do vírus varia de oito a doze dias e a transmissão inicia-se antes do aparecimento da doença, perdurando até o quarto dia após o aparecimento das erupções.

Os sintomas incluem indisposição inicial, com duração de três a cinco dias, febre alta, mal-estar, coriza, conjuntivite, tosse e falta de apetite. Nesse período, manchas brancas características da doença podem ser observadas na face interna das bochechas. As manchas vermelhas na pele iniciam-se atrás da orelha e se espalham para a face, pescoço, membros superiores, tronco e membros inferiores. A febre persiste com o aparecimento do exantema (manchas).

As complicações mais comuns são: otite média aguda, pneumonia bacteriana, laringite e laringotraqueite. Em casos mais raros há manifestações neurológicas, doenças cardíacas, miocardite, pericardite e panencefalite esclerosante subaguda (complicação rara que acomete o sistema nervoso central após sete anos da doença).

O tratamento é sintomático e podem ser utilizados antitérmicos, hidratação oral, terapia nutricional com incentivo ao aleitamento materno e higiene adequada dos olhos, pele e vias aéreas superiores. A vacina é a forma mais eficaz de prevenção.


M.S
VEJA.COM


Com Blog do Alberto Barbosa



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