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segunda-feira, 30 de julho de 2018

Bebê sobrevive a grave acidente e polícia tenta identificar a mãe


A mãe do bebê estava sem documentos e morreu no local do grave acidente de trânsito



A Polícia Civil de São Paulo tenta identificar a mãe de um bebê que nasceu após um grave acidente de trânsito na Rodovia Régis Bittencourt (BR-116), em Cajati, na região do Vale do Ribeira, interior de São Paulo, na última quinta-feira (26). A mulher morreu na colisão e, no momento da fatalidade, ela estava sem documentos e até este domingo (29) ainda não foi identificada. O Instituto Médico Legal (IML) de Registro colheu as digitais do corpo da vítima e irá utilizar as amostras para conhecer a identidade dela.
Tábuas caíram sobre a mãe do bebê
Divulgação/Arteris

Segundo o condutor do veículo, um caminhoneiro, a mãe da criança tinha pego uma carona com ele em um porto de combustíveis em São José dos Pinais, no Paraná, e ofereceu uma carona até o ABC Paulista.
Segundo informações do Portal G1, no acidente, as tábuas de madeira transportadas pelo caminhão caíram em cima da passageira, que teve o abdômen rompido, que causou o “parto” da criança. O bebê foi encontrado pelas equipes de emergência em meio aos destroços do acidente. O recém-nascido foi socorrido até o Hospital Regional, na cidade de Pariquera-Açu, onde permanece em observação.
O motorista do caminhão conseguiu sobreviver e foi autuado em flagrante por homicídio culposo, quando não há intenção de matar. Ele contou à polícia, em depoimento, que não lembra o que poderia ter causado o acidente e disse que não sabia quem era a mulher, mas achava que seu primeiro nome era Ingrid.   

Situação do recém-nascido

A criança, uma menina, nasceu com 3,12 kg e 46 centímetros e saudável, apesar das circunstâncias. Por não haver informações sobre a identidade da mãe, investigadores da polícia e conselheiros tutelares começaram a procurar familiares e o pai da recém-nascida.
Delegacias de cidades ao Sul de São Paulo, e também do Paraná, foram acionadas para prestar apoio às buscas. Caso não seja encontrado algum familiar, o corpo da mãe será encaminhado ao cemitério para ser enterrado como indigente, e a menina levada até um abrigo municipal para que possa ser adotada. Por enquanto, o corpo segue no IML de Registro.

G1



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