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domingo, 26 de novembro de 2017

PGR pede condenação e perda de mandato da "Senadora Gleisi Hoffman presidente do PT"

gleisi-pt-hoffmann


A PGR (Procuradoria-Geral da República) pediu nesta sexta-feira (24) ao STF (Supremo Tribunal Federal) a condenação da senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR), de seu marido, o ex-ministro Paulo Bernardo, e do empresário Ernesto Rodrigues. Os réus respondem por corrupção passiva e lavagem de dinheiro no âmbito da operação Lava Jato.

No documento de 89 páginas, a procuradora-geral da República, Raquel Dodge, detalha o esquema que viabilizou o pagamento de R$ 1 milhão em propinas, que teria sido usado na campanha da atual presidente do PT ao Senado, em 2010.
Além de pedir a condenação solidária dos réus ao pagamento de R$ 4 milhões – valor equivalente a quatro vezes o valor da propina que teria sido solicitada -, Dodge solicita a perda de função pública dos envolvidos. Apenas Gleisi cumpre mandato.
Em nota, a Comissão Executiva Nacional do PT afirmou que as acusações “são totalmente falsas” e que o “Ministério Público montou a denúncia com base exclusivamente em delações contraditórias de réus interessados em obter benefícios penais”.
A condenação é referente à reparação aos danos materiais e morais causados pelos crimes praticados. A PGR diz que os prejuízos provocados pela corrupção afetam a ordem econômica e a administração pública. “Não há dúvidas que o delito perpetrado pelos imputados causou abalo moral à coletividade, interesse este que não pode ficar sem reparação.”
Ainda de acordo com a denúncia, as provas revelaram que o dinheiro veio de empresas que tinham contratos com a Petrobras.
Esta vantagem indevida era oriunda do esquema de corrupção e de lavagem de dinheiro estabelecido na Diretoria de Abastecimento da Petrobras, na época ocupada por Paulo Roberto Costa, o qual solicitava e recebia quantias ilícitas de empresas interessadas em celebrar irregularmente contratos com a estatal e em obter benefícios indevidos no âmbito das contratações. Parte destas quantias ilícitas era repassada a agentes políticos por Paulo Roberto Costa, com o auxílio de seu operador de propinas, Alberto Youssef, a fim de assegurar a sua permanência no cargo e a manutenção do esquema criminoso.”

Posteriormente, a quantia arrecadada por Paulo Roberto Costa foi repassada ao doleiro Alberto Youssef, o operador no esquema dentro da diretoria à época, que, por sua vez, encaminhou a Ernesto Rodrigues.

Ainda de acordo com Dodge, os três réus tinham conhecimento da atuação de Alberto Youssef no esquema. “Paulo Roberto Costa afirmou que Paulo Bernardo era um dos poucos ministros que sabiam que Alberto Youssef era seu operador, ou seja, que o dinheiro vinha de ilícitos da Petrobras.”
Segundo as investigações, o dinheiro – que foi entregue em espécie e de forma parcelada – não teve prestação de contas por parte da então candidata. O empresário Ernesto Rodrigues era o responsável por transportar o dinheiro de São Paulo até Curitiba.

Portal R7


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