Promoção Magazine Luiza e Você

SEU FUTURO COMEÇA AQUI !

SEU FUTURO COMEÇA AQUI !
Aulas durante a semana e aos sábados!

REDE SKY! APOIO NA TRANSMISSÃO FESTA DE SÃO SEBASTIÃO 2018

REDE SKY! APOIO NA TRANSMISSÃO FESTA DE SÃO SEBASTIÃO 2018
APOIO NA TRANSMISSÃO FESTA DE SÃO SEBASTIÃO 2018 EM FULL-HD

TEMPO EM JATAÚBA - PE

quinta-feira, 23 de novembro de 2017

Pernambuco tem 71% dos municípios em situação de risco para transmissão de arboviroses


Com a proximidade do verão e a expectativa de chuvas, os alertas contra o mosquito Aedes aegypti transmissor da dengue, zika e chikungunya também aumentam. Na última semana, por exemplo, foi confirmada a segunda morte por dengue esse ano em Pernambuco.
De janeiro a novembro de 2017, foram 4.443 casos de dengue confirmados em Pernambuco e 14.574 notificados. No mesmo período de 2016, o número de casos suspeitos foi de 113.151, o que representa uma redução de 87,1%. Também esse ano foram notificados 4.331 casos de chikungunya, com 1.197 confirmações, e 690 de zika.
Apesar dessa melhora nos índices, 153 municípios pernambucanos estão em situação de risco elevado para transmissão de arboviroses, o que representa 83% de todo o estado. “Então, é preciso manter a vigilância e fazer o dever de casa. Aqui na UPAE nós temos uma equipe de manutenção que faz a vistoria de toda a nossa unidade, e é preciso que cada um faça sua parte”, ressalta a coordenadora de enfermagem, Graziella Franklin.
As arboviroses são um problema de saúde pública. Isso sem falar da relação entre a infecção pelo vírus da zika na gestação e a ocorrência da microcefalia em neonatos; da síndrome de Guillain-Barré; e do impacto econômico gerado por essas epidemias, que incluem os custos diretamente ligados à assistência, diminuição da produtividade e evasão de recursos oriundo das perdas com o turismo.
“A sociedade civil, assim como os serviços de saúde, educação e governo devem continuar engajados nessa luta. Os casos de dengue no Brasil caíram em torno de 90%, mas todos os esforços de prevenção e combate ao Aedes aegypti devem ser mantidos. O cuidado dever ser constante com relação à eliminação de locais com água parada e possíveis criadouros do mosquito. Aqui no HDM nós fazemos esse trabalho de conscientização e esperamos que a nossa campanha também ressoe na região”, finaliza a diretora de atenção à saúde, Tatiana Cerqueira. 

Saiba quais os cuidados para eliminar focos do Aedes aegypti

Manter tampados caixas d’água, jarras, cisternas, poços ou qualquer outro reservatório de água.

Manter lixeiras tampadas e secas.

Evitar jogar lixo em terrenos baldios.

Colocar no lixo todo objeto que possa acumular água.

O lixo deve ser colocado em sacos plásticos bem fechados.

Lavar bebedouros de animais com uma bucha pelo menos uma vez por semana e trocar a água diariamente.

Cobrir e guardar pneus em locais secos, protegidos das chuvas.

Guardar garrafas secas de cabeça para baixo e não deixar no quintal objetos que acumulem água.

Encher pratos de plantas com areia.

Retirar a água acumulada sobre a laje.

Manter as calhas d’água limpas.


Portal SES - Secretaria Estadual de Saúde

Blog do Alberto Barbosa




Compartilhar:
←  Anterior Proxima  → Inicio