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quinta-feira, 7 de setembro de 2017

Fim de Linha: confissão de Palocci é mortal para Lula


Em depoimento, Palocci entrega todos os esquemas de: "Como o condenado por roubar dinheiro público, Lula fazia comandava e demandava" a Organização Criminosa. O "Verdadeiro Chefe da Quadrilha de Bandidos" sugadores do dinheiro público.

Pelo que os advogados relataram, nessa quarta-feira (6) Antonio Palocci deu um tiro mortal em Lula em depoimento ao juiz Sérgio Moro.
Revelou que Lula e o PT fizeram um “pacto de sangue” com a Odebrecht para o recebimento de um pacote de propina no valor de R$ 300 milhões, a ser pago durante o primeiro governo Dilma.
Desse montante, R$ 4 milhões foram destinados pessoalmente a Lula.
Palocci confirmou a delação de Marcelo Odebrecht sobre o Instituto Lula e outras propinas que teriam sidos pagas ao PT e a Lula.
Disse que havia um grupo no PT para tratar disso, tendo se reunido inclusive na casa de Lula. Participaram dele, além de Lula e do próprio Palocci, Paulo Okamoto, Roberto Teixeira e José Carlos Bumlai.

Tem peso testemunho de Palocci contra Lula

O testemunho do ex-ministro da Fazenda Antonio Palocci Filho contra o ex-presidente Lula tem peso forte devido à proximidade política e pessoal entre os dois.
Palocci disse em depoimento hoje em Curitiba que Lula deu aval a um pacto com a Odebrecht para a empreiteira dar R$ 300 milhões ao PT.
Mesmo fora dos governos Lula e Dilma, Palocci atuou como arrecadador de finanças para a cúpula petista. É uma figura importante no partido.
Esse testemunho é sinal de que o ex-ministro deve mesmo fechar um acordo de delação premiada.
A admissão de Palocci de que houve um pacto com a Odebrecht tem potencial para criar mais dificuldades jurídicas e políticas a uma nova candidatura presidencial de Lula.
E acontece no momento em que o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, apresentou uma denúncia ao Supremo acusando o ex-presidente de chefiar uma organização criminosa.

Magno Martins
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