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quarta-feira, 10 de maio de 2017

Recifense leva susto com conta de água superior a R$ 150 mil


Um morador do Recife levou um susto quando abriu a conta de água do último mês: mais de R$ 150 mil. O motoboy Antônio Carlos Ferraz, 53 anos, mora apenas com a filha em uma casa no bairro da Iputinga, Zona Oeste da capital, e costuma pagar entre R$ 50 e R$ 60 à Companhia Pernambucana de Saneamento (Compesa). 

Na última sexta-feira (5), Antônio recebeu duas contas referentes ao período de 4 de abril a 5 de maio. Uma foi no valor de R$ 141,08, o que já representa o dobro do consumo normal. A outra conta veio com o aviso de que a Compesa identificou um aumento do consumo de água no último mês, o que ocasionou um acréscimo na fatura calculado em R$ 152.655,09. 

Essa conta astronômica registrou um gasto de 8.913 m³ de água. Para que o leitor tenha uma noção de quanto isso significa, uma piscina olímpica tem pelo menos 2.500 m³, ou seja, em um mês, Antônio e a filha consumiram o volume de quase quatro piscinas. Os clientes que pagam à Compesa a tarifa mínima convencional apresentam um consumo mensal de até 10 m³ de água. 

Antônio afirma que costumava a pagar esta tarifa mínima - que hoje custa R$ 40,18, mas o valor passou a aumentar, ano passado, quando a Companhia instalou o hidrômetro fora do imóvel dele. “Eles vieram aqui e colocaram [o hidrômetro] lá fora. Depois de três meses vieram trocar, porque, quem instalou, colocou ao contrário. A numeração dava menor, como se fosse um carro dando ré e a quilometragem baixava. Não estava em casa nas duas situações”, contou. 

O cliente afirma que ele e a filha passam o dia fora de casa – ele trabalhando, ela estudando - e que paga todas as contas em dia, por isso ficou surpreso com o montante que devia. Na mesma sexta, ligou para a Compesa para registrar a queixa. O fim de semana foi de angústia. “Não dormi pensando nisso, pensando que teria que vender minha casa, minha moto”, brincou. 

Na segunda (8), foi pessoalmente ao escritório da Companhia, que confirmou o erro nas duas contas. “Eles disseram que foi engano, que meu hidrômetro está dando retorno. A conta de R$ 141 eu vou ter que pagar. Eu pago e depois vou ao Procon. Eu me sinto péssimo e constrangido”, disse. 

A equipe de reportagem do portal FolhaPE contatou a assessoria da Compesa para esclarecer a denúncia, mas até o momento não recebeu resposta.

Folha PE
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