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sexta-feira, 5 de maio de 2017

AUDIÊNCIA PUBLICA EM JATAÚBA DIZ NÃO À REFORMA DA PREVIDÊNCIA, O TRABALHADOR NÃO PODE PAGA A CONTA QUE NÃO É SUA


Nos últimos messes, vivemos situações difíceis,turbulentas, direitos são perdidos a cada dia, com uma simples canetada,regredimos 40 anos, conquista suadas, de muita luta, de sangue derramado e de vidas ceifadas, esse foram as conseqüências pra conquistarmos o que esta sendo nos tirado hoje.
Todos esses pacotes de maldades que são apresentados pelo governo Michel Temer, atingem diretamente, o pequeno produtor rural, o jovem do campo, reforma do ensino médio, congelamento do salário mínimo e dos investimentos, fim das políticas publicas para o homem do campo e a tão temida reforma da previdência, que eleva a idade mínima pra aposentadoria para 65 anos.

Somos uma geração doente, mudanças drásticas no clima estão acontecendo e muitas são irreversíveis, o homem do campo não chega aos 65 anos na ativa, isso é um genocídio pra classe trabalhadora. 
Muitos municípios estão organizando atos e audiências publicas para debaterem o caso com a população e mostrar ao governo e sua corja, que esse não é o caminho pra resolver o rombo na previdência, recentemente o município de Jataúba, agreste de Pernambuco fez esse debate, puxado pelo Sindicato dos Trabalhadores Rurais em parceria com a Câmara de Vereadores e o apoio da população, do Padre Allan Sobral, e representante da Igreja Evangélica e da Rádio Jataúba FM (que transmitiu ao vivo).

Onde mostraram a todos a maldade que é a PEC da reforma da previdência, advogados trabalhistas, representantes da FETAPE, CUT e sindicatos, contribuíram com esse momento, fazendo uma breve e objetiva analise de tudo aquilo e mostrando a realidade, onde o trabalhador é quem vai pagar a conta, grande empresas devem ao governo, a exemplo do Bradesco, Itaú e a extinta Varig que deve a bagatela de 3 trilhões de reais ao cofres públicos
Isso não é justo o trabalhador, o homem e a mulher do campo pagarem por algo que não é culpa dele, o governo trabalha em prol das grandes empresas e esquecem dos mais frágeis e mais necessitados.


Gildo José / Portal do Agreste
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