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segunda-feira, 9 de janeiro de 2017

FUTEBOL: Copa do Mundo terá 48 países a partir de 2026


Em reunião prévia com dirigentes de todos os continentes neste domingo (8), em Zurique (Suíça), a "Fifa decidiu que a Copa do Mundo terá 48 seleções, e não mais 32, a partir da edição de 2026".
O acordo deste domingo foi informal, e deverá ser oficializado na próxima terça-feira (10), também em Zurique. Ainda não foi definido como será feita a divisão das 16 novas vagas entre as federações continentais. Uma possibilidade é que a América do Sul, que tem apenas dez seleções, fique com seis vagas na Copa e com chance de conquistar mais uma na repescagem.
Outra decisão que deverá ser tomada até terça-feira diz respeito ao novo formato de disputa. O presidente da Fifa, Gianni Infantino prefere um formato que tem 16 equipes já pré-classificadas para o grupo de 32 equipes. Outros 32 países disputariam mais 16 vagas em uma espécie de torneio eliminatório. A partir daí, se manteria a fórmula da Copa do mundo atual. Outra possibilidade são 16 grupos de três times, com dois primeiros classificados por chave para o mata-mata, que ganharia mais uma fase.
Apesar do inchaço do torneio, que passará a ter 80 jogos em vez dos atuais 64, a ideia da Fifa é realizar a Copa com a mesma duração atual (32 dias). Se aprovado o formato de 16 grupos, uma seleção que chegar à final disputaria sete jogos, assim como no modelo de 32 times.
A expansão da Copa para 48 seleções já foi criticada por personalidades do futebol como Pep Guardiola, técnico do Manchester City, e Joachim Löw, treinador da Alemanha. Uma das preocupações é que o torneio tenha uma queda de nível técnico com a entrada de mais equipes.
O principal defensor do aumento de vagas foi o presidente Gianni Infantino. Há duas explicações para isso: 1) a estimativa da Fifa é de que o crescimento da Copa proporcionará um aumento entre US$ 750 milhões e US$ 1 bilhão nos contratos de televisão do Mundial. 2) Incrementar o número de vagas por continente agrada mais países e portanto membros do Congresso da Fifa, que elegeu Infantino ao cargo e que decidirá se ele continua.
No caso do aumento de renda de televisão, isso significaria que a Fifa subiria em 20% as suas receitas por ciclo de Mundial, que atualmente giram em torno de US$ 5 bilhões. Em relação a agrados políticos, a Conmebol, por exemplo, deve passar a ter 6,5 vagas, isto é, classificaria quase o continente inteiro já que são dez países na região.

Assessoria FIFA

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