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sexta-feira, 2 de dezembro de 2016

PREFEITO PRESO: DESVIO EM RIBEIRÃO VAI A R$ 5 MILHÕES

Ricardo Lapenda afirmou que esquema investigado pela 'Operação Terra Arrasada II", deflagrada nesta quinta (1º), envolve fraude em coleta de lixo.

Prefeito de Ribeirão, Romeu Jacobina foi levado para o Depatri, na Zona Oeste do Recife, nesta quinta-feira (1º) (Foto: Aldo Carneiro/Pernambuco Press)


Ricardo Lapenda afirmou que esquema investigado pela 'Operação Terra Arrasada II", deflagrada nesta quinta (1º), envolve fraude em coleta de lixo.
Por Thays Estarque, G1 PE
O Procurador do Ministério Público de Pernambuco Ricardo Lapenda afirmou, nesta quinta-feira (1º), que os desvios na Prefeitura de Ribeirão, na Zona da Mata Sul do estado, chegam a R$ 5 milhões em dois anos. O montante é referente apenas ao que está sendo investigado pela ‘Operação Terra Arrasada II’, que investiga um esquema que envolve fraude em coleta de lixo. O prefeito da cidade, Romeu Jacobina de Figueiredo (PR), e mais seis pessoas foram presas.
Na ação, realizada em parceria entre Polícia Civil de Pernambuco e Ministério Público, foram apreendidos documentos e seis armas de fogo. O armamento estava em um sítio e numa residência de um dos empresários ligados ao esquema, também preso. Foram apreendidos ainda R$ 17 mil em dinheiro na casa do empresário.
O prefeito Romeu Jacobina de Figueiredo foi preso em seu sítio, em Ribeirão, e levado por policiais ao Departamento de Repressão aos Crimes Patrimoniais (Depatri), em Afogados, na Zona Oeste do Recife. Na chegada, ele preferiu não responder às perguntas da imprensa. O G1segue tentando localizar a defesa do político.
De acordo com o procurador do MPPE, o gestor público participava de um esquema de fraudes envolvendo a coleta de lixo. Uma empresa fantasma, de propriedade do mesmo empresário que tinha as armas, desviou recursos de licitações públicas.
Lapenda explicou que o empresário trabalhava em um pequeno escritório. Lá, não havia nem espeço para acomodar cos aminhões de coleta. “A sede não comporta nenhum caminhão. O empresário ficava com o dinheiro das licitações superfaturadas e subcontratava cachambeiros através de um terceiro indivíduo”, detalhou.

Do: Blog do Magno
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