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domingo, 27 de novembro de 2016

Sertão de Pernambuco: População vivendo com medo e a sensação de abandono por parte das autoridades

inseguranca-publica
Os freqüentes assaltos a mão armada, arrombamentos em estabelecimentos comerciais, assaltos a carro forte, explosões de caixas eletrônicos de agencias bancarias, tudo isso somados a outros tipos de crime, tem transformado o sertão de Pernambuco em uma região perigosa pra se viver.  O clima é de medo entre os moradores de cidades que convivem diariamente com essa situação, o que mais revolta a população é o silencio das autoridades, ninguém demonstra indignação diante de um quadro que só tem se agravado nos últimos dias.
Os moradores das cidades de Parnamirim, Santa Maria da Boa Vista, Terra Nova, Salgueiro, Orocó, Lagoa Grande, Petrolina, Cedro, Cabrobó, Belém do São Francisco e outras da região com quem temos conversado, falam uma linguagem universal: Cadê os deputados da região? “Nossos representantes na assembléia legislativa ou na câmara federal. O sertão tem até um senador da república, mas ninguém fala nada e até parece que eles não estão sabendo de nada”. Argumentou um comerciante de Orocó. Em Belém do São Francisco ouvimos uma dura critica a política de segurança pública do governador Paulo Câmara. Inconformado com toda essa situação um cidadão disse: “Paulo Câmara está conseguindo destruir o que Jarbas e Eduardo, conseguiram construir na área de segurança para a população de Pernambuco”.
Assaltos não é uma forma de violência que pode ser considerado o mais prejudicial, no entanto, afetam e muito, diretamente a vida do cidadão, sem falar que por causa dos assaltos o clima de insegurança é visivelmente percebido entre os moradores dessas cidades. A rotina de vida do cidadão obedece a uma nova realidade, todos vivem apreensivos e são prisioneiros em suas próprias casas, o comercio não é diferente porque sofre com a ausência do cliente que tem medo de sair de casa, por outro lado ainda tem que fechar mais cedo com medo exatamente dos assaltos.
Em cidades de pequeno porte como Orocó, por exemplo, a situação é dramática tanto para a população quanto para os comerciantes. A única agencia bancaria da cidade foi arrombada duas vezes em menos de dois anos, a movimentação financeira tem que ser feita em agencias de outras cidades, com isso perde-se tempo, põe em risco a vida de pessoas e como conseqüência, o comercio cada vez mais esvaziado enfrenta enfraquecimento e acúmulo de prejuízos.

Do: Didi Galvão
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