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quarta-feira, 26 de outubro de 2016

GRUPO DE VAQUEJADA JATAUBENSE ''KIBEBI'' PARTICIPA DAS MANIFESTAÇÕES CONTRA A PROIBIÇÃO DAS VAQUEJADAS EM BRASÍLIA

O grupo de vaquejada Jataubense ''KIBEBI'' participaram das manifestação contra a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), que julgou ilegal a prática da vaquejada no país. A caminhada ocorreu na Esplanada dos Ministérios, área central da capital. 
Caminhão do Grupo Jataubense de vaquejada KIBEBI
Conversamos com um dos integrantes do grupo ''KIBEBI'', o professor e amante do esporte vaquejadaJosé Odbel, mais conhecido do povo Jataubense, e de todos vaqueiros Nordestino ''Bel de Zé Dida'', o mesmo não foi a Brasilia porque sofreu um acidente, e está se recuperando para voltar a fazer o que mais gosta, correr boi com todos seus amigos vaqueiros.

''Bel'' relatou que Mediante algumas acontecimentos, essa movimentação foi pra mostrar à sociedade o que é realmente uma vaquejada. ''A vaquejada é um encontro de famílias, vaquejada é tradição, é cultura, é renda'', falou um dos mais apaixonado por vaquejada.
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Confira o que Bel nos relator, ''não fui a Brasília porque sofri um acidente e quebrei dois dedos do pé e a tíbia do tornozelo já faz dezoito dias e estou se recuperando! Mandei meu caminhão e não medi esforços para defender uma cultura pela qual sou apaixonado, minha preocupação maior não é porque sou dono de animais ou porque faço evento mais sim pelo impacto financeiro que aconteceria com o nordeste caso fosse proibido. O movimento foi muito importante para mostrar a força de nós nordestinos e serviu para mostrar que vaquejada não tem nada haver com maus tratos aos animais, vaquejada é cultura, esporte e principalmente fonte de renda para mais de 600 mil pessoas diretamente que vive em prol da vaquejada e indiretamente é incalculável as fontes de renda em nossa região. Mais foi apresentada uma pec 270 que vai passar pelos deputados e senadores com fé em Deus vai ser aprovada, a vaquejada não quer ser extinta ela quer se adequar às novas regras. Não é a vaquejada de 30 anos atrás. É a nova vaquejada, com regras, com o estatuto. É isso que a gente quer da sociedade dos grupos de defesa dos animais”. Para ele, a proibição não vai resolver os problemas e pode levar a prática para o anonimato. 
''Bel'' também falou ''quero aqui a oportunidade de agradecer ao Vereador Galego de Antônio de Roque, pela força e principalmente ter acompanhado nossa comitiva até Brasília, valeu mesmo Galego em nome de toda vaqueirama muito obrigado, quero aqui lembrar que a vaquejada é uma forma de sustento para muitas famílias e proibir a prática vai causar impacto em pequenas e grandes cidades a trabalhadores como tratadores, vaqueiros e motoristas etc''.

Vejam o vídeo onde Bel muito emocionado fala sobre a não inda a Brasília, e acreditando que vai dar tudo certo com a não proibição da vaquejada
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Lembrando que ''Bel'' além de ser professor, e proprietário do parque KIBEBI, é o presidente do circuito de vaquejada PE/PB. 

Conversando com um vaqueiro onde seu pai é um dos responsáveis de ter trazido o esporte de vaquejada ao município de Jataúba. 
 O vaqueiro Valdim de Manoel de Higino nos relatou que a vaquejada faz parte da sua história e de sua família e diz ser um elemento cultural para muitos nordestinos. Segundo Valdim, a vaquejada mudou ao longo dos últimos anos e hoje são tomados cuidados para evitar maus-tratos aos animais.
 “Existe toda uma vida por trás disso. Eu nasci e me criei dentro dela, meu avô era vaqueiro, meu pai é vaqueiro. Não envolve só o emprego, envolve toda uma cultura, raiz, criação. Já houve maus-tratos; quando comecei a correr existia a pista dura que maltratava o boi, hoje a pista é de areia, existia chiar o boi que era derrubar e arrastar e isso hoje não acontece mais. Antigamente existia correr bezerro e hoje, na vaquejada regularizada, isso é proibido. Agora usamos o protetor de cauda”, disse um vaqueiro apaixonado pela vaquejada.


Ruy Siqueira/Portal do Agreste
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