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quinta-feira, 6 de outubro de 2016

AVALIAÇÃO DAS ELEIÇÕES 2016 EM JATAÚBA NO EDITORIAL DA SEMANA


Passadas as eleições é hora de fazer as avaliações tanto para quem ganhou como também aqueles que saíram derrotados nas urnas em dois de outubro, avaliando de forma fria nem sempre quem venceu está satisfeito com o desempenho, pois às vezes não se obtém os resultados esperados, por outro lado, quem perdeu tem que identificar as falhas e consequentemente iniciar uma nova estratégia para o próximo pleito em 2020.

Em Jataúba Agreste de Pernambuco o vencedor foi o atual prefeito que conseguiu êxito na rua reeleição e pela 5ª vez comandará os destinos da cidade a partir de 01 de janeiro de 2017, no entanto o pleito de 2016 deverá deixar muitas lições e interrogações na cabeça do prefeito. Diante do contexto que se apresentou o pleito com uma oposição dividida esperava-se uma eleição fácil com uma boa margem de votos de frente, porém na prática os resultados foram bem diferentes.

Em 2012 depois de uma administração desastrosa do seu apadrinhado e compadre Sinaldo,Antônio de Roque ganhou as eleições com uma diferença de apenas 148 votos, em 2016 mesmo com uma boa administração e com a oposição dividida se juntar os votos de Mamão e Chico de Irineu a diferença cai para apenas 134 votos. 

Porque o prefeito não tem conseguido ampliar a sua vantagem em relação aos seus adversários? 

Faltou estratégia de campanha? 

Teria Antônio se acomodado achando que seria uma eleição fácil? 

Os números mostram que a oposição diminuiu a vantagem que a situação sempre obtém na zona rural, por outo lado Antônio de Roque diminui em 600 votos a vantagem da oposição na sede do município se comparar aos números de 2012.

Fato é que o sinal de alerta está aceso e o prefeito terá que reavaliar muitas coisas, como por exemplo, o nome do seu sucessor já que o mesmo não poderá ser o candidato, a escolha desse nome terá que ser pontual uma vez que qualquer erro pode ser fatal.

 Será esse um nome de alguém com experiência na política? Surgirá um nome novo?

 Vale a pena apostar em nome mais jovem? 

Essas perguntas devem com certeza está passando na cabeça do líder da situação Prefeito Antônio de Roque, pois ele sabe, esse nome precisa ser trabalhado o mais rápido possível.
Já no campo da oposição, apesar de ter sofrido a quarta derrota Mamão ressurgiu das cinzas e demonstrou força dentro do processo, mesmo com uma oposição dividida os números se mantiveram com uma leve queda com relação a 2012, resta saber o que se passa na cabeça de Mamão nesse momento, uma vez que chegou tão perto da vitória por duas vezes consecutivas.

 Com uma boa estratégia na zona rural onde cresceu com relação às eleições de 2012, o petebista precisa avaliar o que aconteceu na cidade onde em 2012 ele obteve uma vantagem de 961 caindo para 360 em 2016.

Fato é que Mamão perdeu e ganhou aliados, no entanto o peso político daqueles que saíram talvez tenha sido maior do que aqueles que vieram, seria esse um dos motivos pela queda?

 Faltou a Mamão habilidade política para somar e trazer para junto de si nomes como Chico de Irineu e Furibinha?

 A estratégia da escolha do vice teria sido errada, uma vez que na região do nome escolhido ele talvez sofreu a sua maior derrota?

 Faltou nomes de peso na proporcional?

Outro fator importante que deve ser avaliado é, onde ficou o apoio do Senador Armando Monteiro (PTB)? 

O mesmo esteve três vezes em Santa Cruz do Capibaribe e nem sequer e não apareceu em Jataúba, nem sequer fez uma gravação para o guia eleitoral ou mesmo para carro de som expressando o seu apoio a Mamão.

 Está à oposição de Jataúba pagando o preço de ter no seu palanque Diogo Moraes um deputado estadual inoperante?

 Afinal de contas o deputado que é 1° Secretário da ALEPE não destinou absolutamente nada para o município e o reflexo disso foi uma diminuição significativa de votos nas eleições de 2014, seria esse um ponto negativo?

Com relação a Chico de Irineu (PTN) e Furibinha (PT) resta esperar e saber o a experiência vivida trouxe para os dois, com uma campanha que começaram animada e cheia de expectativas os resultados nas urnas foram muito negativos para a pretensão dos dois que viram mais uma vez uma política polarizada entre Antônio de Roque e Mamão. 

Qual será o futuro de Chico e Furibinha, darão continuidade ao projeto para 2020? 

Unir-se-ão a uma das alas visando voos futuros? 

Como explicar a ausência do deputado Ricardo Teobaldo e José Augusto Maia do seu palanque, uma vez que foram os principais incentivadores da campanha?

Sem dúvidas esse é um momento de avaliações para os três que precisam identificar os erros e acertos cometidos nesse pleito, com os resultados Antônio precisa avaliar com pressa a sua sucessão, já no campo da oposição quem será o nome a ser trabalhado para 2020, Mamão ressurgiu das cinzas e ganhou fôlego e a pergunta que fica diante de todo esse processo é a seguinte.

 Abrirá ele mão de ir para mais uma disputa? 

Lançará um novo nome? 

Quem viver verá, afinal de contas 2020 é logo ali, em 2018 com certeza teremos uma noção do que virá pela frente é esperar pra ver e ficar atento afinal de contas os bastidores não param. 


J. Silva / Agreste No Ar
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