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segunda-feira, 17 de dezembro de 2018

Prêmio Referência se consolida como maior evento de premiação da região; Veja FOTOS

Na sua 6ª Edição, o Prêmio Referência, realizado pelo Portal de Notícias Cariri em Ação neste sábado, 15 de dezembro, em Monteiro, mais uma vez fez homenagem as empresas, profissionais, veículos de imprensa da região, agentes públicos, entidades e vários outros segmentos da sociedade.
A imagem pode conter: 3 pessoas, pessoas sorrindo, pessoas em pé
No total, o Cariri em Ação premiou representantes de 23 cidades da região, entregando a premiação àqueles que foram indicados pela população como as referências no ano de 2018, por meio de pesquisas realizadas in loco.
Para o diretor do Cariri em Ação, Marivaldo Alcântara, o Prêmio Referência premiou aqueles que foram o diferencial e que fizeram com que as pessoas as reconhecesse através de uma pesquisa séria e ética. “Nós que fazemos o Cariri em Ação, idealizador do Prêmio Referência, não poderíamos deixar de lhe prestar as nossas homenagens as pessoas e empresas que movimentam nossa sociedade”, complementou.
A imagem pode conter: 4 pessoas, pessoas sorrindo, pessoas em pé
Com a edição 2018 do evento, o Prêmio Referência, mais uma vez, mostra sua grandiosidade e mantem um padrão que lhe dá o título de maior premiação de toda a região.
VEJA FOTOS DA CERIMÔNIA DE PREMIAÇÃO:

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Dupla é detida com droga e simulacro de pistola em Jataúba-PE

Fotos: Ademilton Silva.

No início da tarde deste domingo (16), policiais do 24° BPM estavam realizando rondas pela PE-160, no município de Jataúba, quando se depararam com Carlos Henrique da Silva, de 27 anos, e João Batista da Silva, de 20 anos, os quais estavam em uma motocicleta em atitude suspeita.
De pronto, o policiamento deu ordem de parada a dupla, sendo realizada a abordagem com Carlos Henrique, foi encontrado 31 big bigs de maconha dentro de uma sacola plástica, um simulacro de pistola, um aparelho celular da marca Samsung na cor branca e R$ 47 reais em espécie, o mesmo é ex-presidiário e cumpriu pena pelo crime de latrocínio ocorrido em Jataúba, estando no regime semiaberto do presídio de Canhotinho.

Segundo informações repassadas pelos policiais, Carlos Henrique estava foragido do presídio, quando saiu pelo regime semiaberto e não mais retornou a unidade prisional, há cerca de dois meses.

Diante dos fatos, os envolvidos foram conduzidos juntamente com todo material apreendido para a Delegacia de Plantão de Santa Cruz do Capibaribe, onde foram autuados e serão apresentados em "Audiência de Custódia", no Fórum da Capital da Moda.

Do: Blog Santa Cruz Mais
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Homem tira a própria vida na zona rural de Monteiro

Um suicídio por meio de enforcamento foi registrado na zona rural do município de Monteiro, no Cariri Paraibano, o caso aconteceu no início da manhã deste domingo.
De acordo com informações, o caso aconteceu no sítio Santa Catarina, um senhor identificado por Zé Vicentinho de aproximadamente 80 anos, tirou a própria vida. O agricultou foi encontrado enforcado no roçado.
OPIPOCO
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Condutor perde controle de veículo e cai de ponte na Vila do Algodão em Taquaritinga do Norte

Durante a madrugada deste domingo (16), aconteceu um acidente em uma ponte próximo a Vila do Algodão, zona rural de Taquaritinga do Norte, no Agreste de Pernambuco.

Segundo informações repassados para nossa equipe de reportagem, o condutor estava transitando pela estrada de terra quando perdeu o controle do automóvel modelo Ford Fiesta e acabou 'sobrando' em um riacho na localidade, cenário que resultou no acidente.
No momento em que as imagens foram feitas o veículo encontrava-se sem um dos pneus pois provavelmente alguém já havia furtado o mesmo. O proprietário do automóvel não foi localizado.


Blog do Bruno Muniz
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Dois homens foram baleados às margens da BR-104 em Toritama-PE

Foto: Ademilton Silva.
Na madrugada deste domingo (16), duas pessoas foram baleadas próximo a uma localidade conhecida por "Castanholas", às margens da rodovia BR-104, na cidade de Toritama/PE.

Segundo informações repassadas para nossa equipe de reportagem, as vítimas foram identificadas como sendo Leonaldo Josué da Silva, e João Batista da Silva, sendo que a pessoa de Leonardo, seria o alvo principal dos atiradores, sendo atingido por dois dos disparos na região do pescoço. João Batista, que é andarilho e estava dormindo no local, foi atingido por uma bala perdida, a qual atingiu na boca.

Os dois foram socorridos para o Hospital Nossa Senhora de Fátima, na Capital do Jeans, onde receberam os atendimentos médicos e foram transferidos para outra unidade hospitalar na cidade de Palmares, mata norte do estado de Pernambuco.

O caso será investigado por policiais civis da delegacia de Toritama, sob-comando da delegada Érica Feitosa. A população se tiver informações sobre o caso repassem para a delegacia do município.

Do: Blog Santa Cruz Mais
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Grave acidente é registrado na PE-145 no Sítio Estrago, Brejo da Madre de Deus



Um grave acidente é registrado na PE-145 no Sítio Estrago no Brejo da Madre de Deus, no começo da noite deste domingo dia (16).

Um homem conhecido como Edinho, vinha com sua esposa no sentido Brejo, quando por motivos ainda desconhecidos se chocou com um homem não identificado que seguia a pé na PE.




Segundo informações colhidas no local pela equipe do Blog Divulga Brejo, o homem que estava a pé não se feriu com gravidade, teve apenas ferimentos leves, já Edinho levou uma forte pancada na cabeça, e sua esposa também ficou ferida.

O SAMU foi acionado e chegou no local com uma equipe da UPA Mestre Camarão, e socorreram as vítimas para a UPA citada.


Blog Divulga Brejo
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Bolsonaro terá de concluir transposição e definir gestão da água, obra foi corrompida pelo PT



Mais de 2.000 km após a sua nascente, o rio São Francisco se aproxima da elevação da chapada do Araripe, que se entende do Ceará a Pernambuco. Diante do obstáculo, o rio forma uma baía, faz uma curva à direita e, nesse sentido, margeia Bahia, Sergipe e Alagoas até se encontrar com o mar.Assim, o rio conhecido como o da integração nacional deixa de percorrer o semiárido, área de forte desigualdade social e baixos índices de desenvolvimento humano.
É nessa região, no município de São José de Piranhas (PB), onde as árvores da caatinga são muito secas e a terra levanta uma nuvem de poeira a cada veículo que passa, que mora o agricultor Francisco dos Santos, 33.
Com uma cisterna em casa, abastecida a cada 20 dias, ele espera que a obra de transposição do São Francisco alivie a seca que o obriga a ir ao Maranhão e ao Pará em busca de empregos temporários.
Ele conta que gostaria de usar a água do São Francisco, cujo leito passa a 180 km dali, para plantar tomate, alface e coentro e vendê-los na feira.
Implantar de fato a transposição do São Francisco é o principal desafio do futuro presidente Jair Bolsonaro (PSL) no combate à seca. ​
O projeto foi pensado por d. Pedro 2º, mas a obra só foi iniciada no governo Lula (PT), em 2005. No início da construção, falava-se de um conjunto de até 700 km de canais, ao custo de R$ 4,5 bilhões (R$ 9,55 bilhões a preços corrigidos pela inflação).
A obra chega ao fim de 2018 com 477 km, ao custo de R$ 11,7 bilhões. Quando estiver pronta, deve beneficiar cidades de Pernambuco, Ceará, Paraíba e Rio Grande do Norte.
A transposição já deveria ter sido entregue e os motivos dos atrasos são muitos: de falhas de projeto a desistências de empreiteiras e investigações por desvio de verbas.
O primeiro passo para entregar a transposição é finalizar os dois eixos principais. Há dois canais, com represas e estações de bombeamento que captam a água do São Francisco e a interiorizam por caminhos diferentes, enchendo açudes e regularizando rios sertão afora.
O primeiro canal, o Eixo Leste, foi inaugurado em 2017 pelo presidente Michel Temer (MDB). Ele parte de Floresta (PE), atravessa Pernambuco e, logo ao chegar à Paraíba, abastece o açude Poções, onde as águas seguem por rios. Assim, o São Francisco consegue abastecer Campina Grande (PB), a 300 km do seu leito.
Ainda em estágio de pré-operação, o Eixo Leste pode beneficiar 4,5 milhões de pessoas em 168 municípios.
O segundo canal, ainda em obras, é o Eixo Norte, o maior deles. Ele tem capacidade para abastecer 7,1 milhões de pessoas e 223 cidades.
O Eixo Norte parte da cidade de Cabrobó (PE) e segue por 260 km até chegar a represas, hoje vazias, na Paraíba. Dali, a água abastece rios que chegam ao Rio Grande do Norte. O eixo está com 97% de suas obras prontas e deve ser entregue no início de 2019.
Bolsonaro terá a oportunidade de inaugurá-lo e acenar à região do país onde obteve menor votação. Faltará ainda terminar a segunda fase da transposição, com mais cinco ramais secundários (só um está em obras).
Outro desafio será incentivar os governos estaduais a fazer estruturas para receber a água dos canais principais, de modo que a água da obra federal chegue às cidades.
O Ceará, por exemplo, tem obras avançadas de um conjunto de canais próprios que partem de uma das represas da transposição federal. Dali, levam a água a regiões como a do Cariri. Um desses canais abastece também um rio seco que deságua no reservatório de Fortaleza.
Ao longo do Eixo Norte, Pernambuco e Paraíba não têm projetos próprios. Os estados privilegiaram obras no Eixo Leste e agora começam a pensar em como aproveitar a água bombeada.
Entretanto, a conclusão da obra civil ainda não é suficiente para encher as represas no semiárido. Isso porque, segundo especialistas ouvidos pela Folha, é muito frágil o arranjo institucional que une o governo federal, os governos dos quatro estados envolvidos e as entidades locais.
Definir melhor esse desenho é o segundo desafio de Bolsonaro, e exigirá articulação com governadores de partidos que formam oposição na esfera federal.
“Imagine que a obra da transposição é uma cabeça. Mas, sem inteligência, essa cabeça não vai a lugar nenhum”, compara o ex-secretário de recursos hí­dricos do Ministério da Integração Nacional e hoje consultor Rômulo Macedo.
Para se ter uma ideia do tamanho da tarefa, a transposição tem autorização para captar 26,4 mil litros de água por segundo (na soma dos dois eixos). O volume equivale a 43% do consumo administrado pela Sabesp (companhia paulista de saneamento) da Grande SP.
Caso a represa de Sobradinho, que fica logo antes dos pontos de captação no rio, esteja cheia (com pelo menos 94% do volume), o bombeamento pode chegar a 114 mil litros por segundo, quase o dobro do utilizado em SP.
Hoje a operação está nas mãos da federal Codevasf (Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba), entidade que cria e mantém projetos de irrigação na bacia do rio São Francisco.
Quem acompanha de perto a companhia tem dúvidas sobre a sua capacidade de tocar a empreitada. O departamento voltado para a transposição conta com 27 profissionais. Trabalhos operacionais, diz o governo federal, serão feitos por terceirizadas.
“A operação e a manutenção têm que ser de ponta, sabendo quando se deve bombear a água e em quais circunstâncias, para que não se tenha desperdício e para que a água não chegue cara na ponta, ao consumidor”, afirma Macedo.
Também é preciso saber quem pagará pelo bombeamento da água. Isso porque a transposição é uma operação custosa que atenderá cidades em regiões mais pobres.
Jerson Kelman, ex-presidente da ANA (Agência Nacional de Águas) e da Sabesp (companhia paulista de água), diz que o financiamento da operação é crucial para o sucesso da transposição.
“Não se atrelou o desejo pela água nos estados com o compromisso firme do pagamento da operação do sistema. O compromisso foi feito, mas foi um ato político. Se o governo não atentar para a sustentabilidade [econômica] dessa estrutura, vai se deteriorar.”
O risco de que, sem o custeio devido, a obra vire um elefante branco é percebido também por Rômulo Macedo. “Uma obra hidráulica tem que funcionar sempre. Senão, ela se degrada. Ainda mais sob o sol do Nordeste”, analisa.
Quando o assunto é pagar pelo recebimento da água, os estados é que são responsáveis. Podem arcar com esses custos, diluindo-os em suas despesas, ou repassá-los ao consumidor da água, por meio de contas mensais.
Para Kelman, o primeiro modelo é equivocado, pois fica excessivamente preso à gestão fiscal. O risco é ainda maior na atual fragilidade financeira que vivem Rio Grande do Norte e Paraíba. “A operação não pode depender de recursos fiscais. Se for assim, vai faltar a gasolina para o caminhão que leva o óleo até uma bomba, vai faltar de tudo.”
Para ele, a melhor solução é a segunda, que visa cobrar os custos de quem utiliza a água. O problema é que, se o repasse ao consumidor não for feito de maneira que proteja as populações mais pobres, a falta de água continuará presente na vida do sertanejo.
Esse é o temor do agricultor Isaquiel de Souza, 43, morador de uma vila rural de Cajazeiras (PB). Os R$ 357 vindos do Bolsa Família são praticamente a única renda da família de quatro membros.
Como muitos vizinhos que convivem com poços de água salobra (imprópria para consumo e até para lavar roupas), Isaquiel está ansioso pela chegada do São Francisco à proximidade de sua casa e pensa em plantar feijão e hortaliças.
Mas ele teme o preço da conta. “Eu já pago R$ 60 de conta de luz. Se vier outra conta dessa, é impossível pagar.”
Por isso, Kelman argumenta que a cobrança deveria recair sobre os moradores de áreas urbanas beneficiadas pela segurança hídrica. Só assim o modelo teria sustentabilidade financeira para custear o funcionamento ininterrupto das estações de bombeamento.
Já quem vive no campo poderia se beneficiar da transposição quando a eventual cheia do Sobradinho enchesse os açudes pelo sertão. “Esse agricultor, seja pequeno ou grande, poderá aumentar o valor agregado da sua lavoura, trocando o plantio do feijão pelo de frutas, ajudando a desenvolver a região, com a devida orientação técnica e a garantia da água”, analisa.
O apelo do agronegócio e da indústria pelas águas do São Francisco, porém, é o que assusta quem está abaixo dos pontos de captação rio.
“É preciso saber para quem a água da transposição vai. Se vai para a produção de camarão para exportação ou o polo industrial de Fortaleza, não faz sentido”, defende Almacks Silva, secretário da Câmara Consultiva Regional do Submédio São Francisco, organização civil que participa de decisões sobre o rio.
Silva é receoso com a saúde do São Francisco, há anos prejudicado pelo uso exploratório das águas, ocupação indevida das margens e fenômenos climáticos extremos. Após seis anos de seca no Nordeste, a represa de Sobradinho tem hoje 28% da capacidade e tem de liberar seu mínimo histórico de água.
A ANA afirma que a água que será retirada do rio para a transposição é apenas 5% do mínimo histórico que passa pela represa de Sobradinho.
“Estão falando em transposição, mas, sem a conservação não existe transposição viável”, argumenta Silva. A recuperação de toda a bacia do São Francisco é, assim, mais um desafio do próximo governo.

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